Discos acabados de lançar

Jack White – Frozen Charlotte (2026)

O novo álbum de Jack White traz-nos um elétrico festival de irreverência rock (e não só…), deixando bem claro que está em boa forma criativa. Reservem-lhe lugar – é bem provável que esta alucinante viagem, pronta para deslumbrar ao vivo, venha a estar entre os melhores discos do ano.

Fabiano do Nascimento – Vila (2026)

Uma brisa de fim de tarde num disco que cruza a bossa nova, a orquestra e o jazz

Salvador Lobo Cão – És o cão de toda a gente (EP) (2026)

Um bocadinho de dor não faz mal a ninguém.

Sunday Mourners – A-Rhythm Absolute (2026)

Há um quorum tão sólido nas preferências dos Sunday Mourners, que é absolutamente legítimo projectar dessa coesão o surgimento de novos trabalhos, tão bons ou melhores, que A-Rhythm Absolute. Caros entusiastas, temos banda!

Berndt / Schmidt – Cloud Machines (2026)

Cloud Machines é de uma intranquila serenidade deslumbrante, um disco sem tempo, onde passado e futuro habitam um espaço que foge a toda e qualquer dimensão. 

Luke Haines – Izzy Wizzy Let’s Get Busy (2026)

Não se resiste à magia de Luke Haines e este Izzy Wizzy Let’s Get Busy é bruxaria sonora psicadélica da mais alta qualidade.

Brigitte calls me baby – Irreversible (2026)

Pode uma banda de Chicago encarnar os Smiths e ainda assim fazer um grande disco de canções pop? Yes, we can!

Panda Bear & Sonic Boom – A ? of When (2026)

Panda Bear e Sonic Boom estão de novo juntos. Ao que parece, era apenas a question of when até ao seu regresso.

Jalen Ngonda – Doctrine of Love (2026)

Jalen Ngonda não pretende ser um clássico futuro, mas, sim, um clássico do passado.

Felizes para Sempre – Felizes para Sempre (2026)

No seu EP de estreia, os Felizes para Sempre propõem canções curtas que, sem se levarem demasiado a sério, têm o condão de nos fazer viajar e abanar a cabeça em medidas iguais.

Olivia Rodrigo – you seem pretty sad for a girl so in love (2026)

You seem pretty sad for a girl so in love é o álbum mais maduro, consistente e ambicioso de Olivia Rodrigo. É extremamente realista no retrato de um namoro jovem e sequenciado como se de um filme se tratasse.

Broken Social Scene – Remember the Humans (2026)

Primeiro álbum de inéditos dos Broken Social Scene em nove anos, Remember the Humans é uma tentativa de reencontro com a essência do coletivo canadiano, sem a tentação de repetir fórmulas.

PICAS – Vendavais (2026)

Há estreias que procuram convencer de imediato. Vendavais, de PICAS, prefere insinuar-se, e é bem melhor assim.

Death Cab For Cutie – I Built You A Tower (2026)

Em I Built You a Tower, os Death Cab For Cutie voltam a um território conhecido: o da melancolia, reconciliação e mudanças inevitáveis.

Kurt Vile: Philadelphia’s been good to me (2026)

O décimo trabalho de estúdio de Kurt Vile é uma viagem longa e hipnótica pela vastidão do deserto, onde seguimos lentamente de carro acompanhados pelo músico.

Momoko Gill – Momoko (2026)

Um disco delicioso que nos veio parar ao colo, Momoko é cativante e belo e expressivo e será mais uns quantos adjectivos superlativos que agora não me ocorrem.

Bedouine – Neon Summer Skin (2026)

Em Neon Summer Skin, Bedouine revisita as feridas e memórias que moldaram a sua vida, convertendo uma vida marcada por deslocamentos, conflitos e nostalgia numa obra comovente e de profunda beleza.

Sr. Chinarro – El Año de la Pera (2026)

El Año de la Pera não é uma compilação. É, isso sim, um olhar renovado sobre temas dos primeiros tempos de um artista sem tempo que o limite.