Discos acabados de lançar

JB Dunckel – Paranormal Music Chamber (2026)

Um lindíssimo disco de música clássica de câmara, pelas mãos de metade do duo francês Air.

Harry Styles – Kiss All The Time. Disco, Occasionally. (2026)

O quarto álbum de Harry Styles, Kiss All the Time. Disco, Occasionally., revela amadurecimento, curiosidade e vontade de testar as águas de novas formas.

Robyn – Sexistential (2026)

Sexistential é um disco de menos de 30 minutos, mas de onde conseguimos retirar êxitos imediatos para a pista de dança.

BALEIA BALEIA BALEIA – OUTRA VEZ ARROZ (2026)

OUTRA VEZ ARROZ é o quinto álbum dos BALEIA BALEIA BALEIA, lançado no passado mês de Fevereiro (segundo o seu Bandcamp). Não se deixem enganar, o nome do disco pode levar-nos a achar que será “mais do mesmo”, mas não é.

Haute & Freddy – Big Disgrace (2026)

Este disco de estreia é excentricidade, teatralidade e um pequeno espectáculo criado dentro de cada música. Pode o exagero ser demasiado?

Ladytron – Paradises (2026)

O mais recente disco de Ladytron leva-nos ao pulsar da pista de dança, cheio de irreverência e relembrando porque são um dos nomes maiores da música de dança.

underscores – U (2026)

Hyperpop: um novo género cuja melhor tradução seria “pop em esteróides”, um carnaval de bleeps e blops minuciosamente bem produzidos, que tem o mesmo efeito no corpo humano que teriam cinco cafés cheios, com cinco colheres de açúcar cada. Eis os underscores.

Snail Mail – Ricochet (2026)

Lindsay Jordan está de volta. Ricochet é o mais recente disco de Snail Mail, cinco anos depois de Valentine, e finalmente desprendida do rótulo de nova esperança do rock, apresenta o disco mais coeso da sua discografia.

Bonnie “Prince” Billy – We Are Together Again (2026)

Bonnie “Prince” Billy volta com um novo álbum, carregado de melodias bonitas e com um…

J. Cole – The Fall-Off (2026)

Naquele que anunciou como sendo o seu último disco, o rapper da Carolina do Norte quase que atinge aquilo a que se propõe.

Morrissey – Make-up is a lie (2026)

Um disco desigual, mas no qual um generoso punhado de grandes canções fazem a espera valer a pena.

Andrei Nikolsky – Music For Terminals (2026)

Todos gostamos de charme e elegância. E se tudo isso existir na música, tanto melhor. Escolher os terminais de Andrei Nikolski é uma aposta acertada, se quiser ser seduzido.

Bill Callahan – My Days of 58 (2026)

Aos 58 anos (entretanto já fez os 59), Callahan parece menos interessado em esconder-se atrás de narradores ambíguos e mais disposto a falar de si próprio.

Mitski – Nothing’s About to Happen to Me (2026)

Mitski reafirma‑se como uma das compositoras mais consistentes da música alternativa contemporânea, capaz de transformar minimalismo em tensão dramática. Um disco coeso mas onde faltam canções que se destaquem.

A Sul – QUER QUER QUER (2026)

QUER QUER QUER, o álbum de estreia d’A Sul, nasce do luto, mas também da necessidade de continuar e das formas que essa necessidade toma quando a contemplação do vazio se revela insuficiente.

Gorillaz – The Mountain (2026)

Se Chimamanda Ngozi Adichie escreveu “Notas sobre o Luto”, pequeno-grande livro pouco depois da morte do pai, Albarn e Hewlett apresentam aqui uma ultrapassagem da perda de um pai. Resultado: beleza grandiosa.

MARO – SO MUCH HAS CHANGED (2026)

No limiar dos 30 anos, MARO olha para o passado com a serenidade de quem sabe que crescer não precisa de pesar. Em SO MUCH HAS CHANGED, tudo é leve. Um disco sem excessos, escrito de um lugar onde tudo está bem.

Cara de Espelho – B (2026)

Ao segundo disco, o supergrupo mantém a matriz do álbum anterior, mas sublima e aperfeiçoa.