8/10
Bernardo Sassetti – Solo (2019)

O primeiro de uma série de nove discos que serão lançados nos próximos anos.

7.5/10
Afonso Cabral – Morada (2019)

Este é o primeiro disco a solo, mas ao todo participam no álbum quase 20 músicos.

7/10
Michael Kiwanuka – KIWANUKA (2019)

Este é um trabalho intemporal e contemporâneo.

7.5/10
Salvador Sobral – Paris, Lisboa (2019)

Em Paris, Lisboa há música essencialmente estruturada a partir do jazz.

8/10
Gabriel Ferrandini – Volúpias (2019)

O disco a solo de Gabriel Ferrandini é um delicioso passeio por Lisboa velha, de…

8/10
Camané e Mário Laginha – Aqui Está-se Sossegado (2019)

O fado de Camané e o piano de Laginha parecem gémeos que se conhecem umbilicalmente, sabendo nós que são, por natureza, crias de jurisdições tão diferentes.

8.5/10
Little Simz – GREY Area (2019)

Apesar da tenra idade, Little Simz é um nome que se adivinhava marcar o futuro.

8/10
Lour – Change (2019) [EP]

De viola em riste e voz delicada, Lour foi crescendo ao lado do Altamont.

8.5/10
Bruce Springsteen – Western Stars (2019)

Nas treze canções do disco, Bruce é muito menos Roy Orbison e muito mais uma estrela decadente do country.

7/10
Time For T – Galavanting (2019)

Galavanting apura ainda mais a forma dos Time For T, que se superam em canções positivas. É pena que o disco seja curto.

8.5/10
Durand Jones & The Indications – American Love Call (2019)

Ao segundo disco de Durand Jones & The Indications, mergulhamos de cabeça nesta viagem à deliciosa soul negra dos anos 70, questionando para onde foi o amor na América de Trump

8.5/10
Zarco – Spazutempo (2019)

O disco de estreia dos portugueses Zarco é um caldeirão de rock onde Fausto e José Mário Branco se encontram com Frank Zappa, num dos trabalhos nacionais mais interessantes de 2019

7/10
She Past Away – Disko Anksiyete (2019)

Apresentando um som dark-wave com um toque de synthpop para os mais melancólicos, os turcos She Past Away fazem-nos sair da zona de conforto sem perder as referências sonoras que conhecemos.

7/10
Wilco – Ode to Joy (2019)

Este é um disco que começa pesado mas depois respira, torna-se arejado e de sonoridade limpa e cristalina

8.5/10
FKA Twigs – Magdalene (2019)

É um álbum sobre reconstrução de identidade, de voltar a ser um, sem outra metade.

8/10
DIIV – Deceiver (2019)

Aqui chegamos ao terceiro capítulo da aventura DIIV, no qual Zachary Cole Smith, o ator principal, faz as pazes com o seu conturbado passado.

4/10
Violent Femmes – Hotel Last Resort (2019)

Hotel Last Resort é um disco que os fãs de sempre podem espreitar à confiança, para matar saudades. Mas tem pouca utilidade em qualquer outra circunstância.

9/10
Solange – When I Get Home (2019)

When I Get Home insere-se numa linhagem de R&B alternativo, íntimo e experimental.