Tiago Freire
608 Articles3 Comments

O autor deste texto tem 39 anos mas um corpinho de 35. É jornalista há mais de 15 anos. É colaborador de vários blogs e parvoíces afins e já escreveu para a Blitz e para a FHM. Nasceu e cresceu em Carcavelos, fazendo aí o mestrado musical enquanto todos os seus amigos andavam de skate ou faziam surf. Hoje em dia, divide o seu tempo entre as notícias de Economia e a educação dos seus três filhos, enquanto o mundo não percebe que ele é o maior escritor vivo do planeta, coisa que terá inevitavelmente de acontecer. Na próxima encarnação desejaria ser uma mistura entre o Serge Gainsbourg e o Pablo Aimar.

Prodigy – The Fat of the Land (1997)

Uma granada de adrenalina e de agressividade electrónica que levou os Prodigy ao topo do mundo.

Jamiroquai – Travelling Without Moving (1996)

O disco definidor de Jamiroquai é uma bomba funk carregada de energia e de grandes canções.

Caterina Barbieri e Bendik Giske- At Source (2026)

Um disco instrumental negro, repetitivo, misterioso e terrivelmente sedutor.

The Beach Boys – Wild Honey (1967)

Com Brian Wilson em part-time, os rapazes fazem um disco mais espontâneo e mais adulto, mas também menos genial.

Stoop Kid – Office Overdue (2026)

Um excelente disco de indie-rock slacker com cheiro a 90’s, vindo da Bélgica.

JB Dunckel – Paranormal Music Chamber (2026)

Um lindíssimo disco de música clássica de câmara, pelas mãos de metade do duo francês Air.

Morrissey – Make-up is a lie (2026)

Um disco desigual, mas no qual um generoso punhado de grandes canções fazem a espera valer a pena.

Summer of Hate – Blood & Honey (2026)

Os Summer of Hate são uma banda nascida a norte do país, mais concretamente em Espinho, e já andam nisto há alguns anos, embora sempre tenham estado abaixo do nosso radar.

Melody’s Echo Chamber – Unclouded (2025)

O conforto da dream pop psicadélica, na companhia da sempre confiável Melody Prochet.

Romeu Bairos – Romê das Fürnas (2025)

Entre as brumas dos Açores, um disco carregado de histórias e de vida.

Kruder & Dorfmeister || Lisboa ao Vivo: Oh (down)tempo, volta para trás

Uma noite de celebração de muitas outras noites intermináveis, em que tudo parecia tão importante e definitivo, ao mesmo tempo que tudo tinha uma leveza de descoberta e de caminho pela frente.

El Saguaro – Enthusiecstasy (2025)

A estreia de um power trio luso-brasileiro que viaja pelos caminhos do psicadelismo rock.

Minta & The Brook Trout – Stretch (2025)

Ao quinto e excelente disco, o conforto destas canções ternas acústicas é o companheiro ideal para o outono que teima em não chegar.

Três Tristes Tigres – Arca (2025)

Um conjunto de vinhetas dos nossos conturbados tempos, num objecto artístico sem concessões mas ainda assim acessível.

Happy Mondays II Campo Pequeno: noite feita de amor, de música e de dança
Os Happy Mondays trouxeram a festa a Lisboa, numa noite que prometia ser amena mas que terminou em triunfo. "Trouxeste a algália?! É só velhos!". Esta foi uma das frases ouvidas no arranque do concerto dos Happy Mondays, este domingo…
Suede – Antidepressants (2025)

Um disco urgente, negro e nocturno, com os ecos do pós-punk a interrogarem-nos sobre os curtos-circuitos das relações humanas no século XXI.

The Budos Band – VII (2025)

Psicadelismo, afrobeat, rock e soul instrumental, numa viagem que vale muito a pena fazer.

Charif Megarbane – Hawalat (2025)

O disco de afirmação de um libanês que é uma máquina a fundir funk, afrobeat, música árabe e psicadelismo, tudo pintado com a elegância de banda sonora de um filme italiano.