Uma granada de adrenalina e de agressividade electrónica que levou os Prodigy ao topo do mundo.
Jamiroquai – Travelling Without Moving (1996)
O disco definidor de Jamiroquai é uma bomba funk carregada de energia e de grandes canções.
The Beach Boys – Wild Honey (1967)
Com Brian Wilson em part-time, os rapazes fazem um disco mais espontâneo e mais adulto, mas também menos genial.
Stoop Kid – Office Overdue (2026)
Um excelente disco de indie-rock slacker com cheiro a 90’s, vindo da Bélgica.
JB Dunckel – Paranormal Music Chamber (2026)
Um lindíssimo disco de música clássica de câmara, pelas mãos de metade do duo francês Air.
Morrissey – Make-up is a lie (2026)
Um disco desigual, mas no qual um generoso punhado de grandes canções fazem a espera valer a pena.
Summer of Hate – Blood & Honey (2026)
Os Summer of Hate são uma banda nascida a norte do país, mais concretamente em Espinho, e já andam nisto há alguns anos, embora sempre tenham estado abaixo do nosso radar.
Melody’s Echo Chamber – Unclouded (2025)
O conforto da dream pop psicadélica, na companhia da sempre confiável Melody Prochet.
Romeu Bairos – Romê das Fürnas (2025)
Entre as brumas dos Açores, um disco carregado de histórias e de vida.
Kruder & Dorfmeister || Lisboa ao Vivo: Oh (down)tempo, volta para trás
Uma noite de celebração de muitas outras noites intermináveis, em que tudo parecia tão importante e definitivo, ao mesmo tempo que tudo tinha uma leveza de descoberta e de caminho pela frente.
El Saguaro – Enthusiecstasy (2025)
A estreia de um power trio luso-brasileiro que viaja pelos caminhos do psicadelismo rock.
Minta & The Brook Trout – Stretch (2025)
Ao quinto e excelente disco, o conforto destas canções ternas acústicas é o companheiro ideal para o outono que teima em não chegar.
Três Tristes Tigres – Arca (2025)
Um conjunto de vinhetas dos nossos conturbados tempos, num objecto artístico sem concessões mas ainda assim acessível.
Happy Mondays II Campo Pequeno: noite feita de amor, de música e de dança
Suede – Antidepressants (2025)
Um disco urgente, negro e nocturno, com os ecos do pós-punk a interrogarem-nos sobre os curtos-circuitos das relações humanas no século XXI.
The Budos Band – VII (2025)
Psicadelismo, afrobeat, rock e soul instrumental, numa viagem que vale muito a pena fazer.
Charif Megarbane – Hawalat (2025)
O disco de afirmação de um libanês que é uma máquina a fundir funk, afrobeat, música árabe e psicadelismo, tudo pintado com a elegância de banda sonora de um filme italiano.