Tiago Freire
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O autor deste texto tem 39 anos mas um corpinho de 35. É jornalista há mais de 15 anos. É colaborador de vários blogs e parvoíces afins e já escreveu para a Blitz e para a FHM. Nasceu e cresceu em Carcavelos, fazendo aí o mestrado musical enquanto todos os seus amigos andavam de skate ou faziam surf. Hoje em dia, divide o seu tempo entre as notícias de Economia e a educação dos seus três filhos, enquanto o mundo não percebe que ele é o maior escritor vivo do planeta, coisa que terá inevitavelmente de acontecer. Na próxima encarnação desejaria ser uma mistura entre o Serge Gainsbourg e o Pablo Aimar.

Ian Brown – Ripples (2019)

Com esse capítulo aparentemente encerrado, Brown está a seguir em frente. E, como sempre, à sua maneira.

Neil Young – Neil Young (1969)

Em 1969, a estreia de Neil Young fez-se com um dos seus discos mais trabalhados, que traz alguns clássicos que ecoam ainda hoje.

“Vote For Me” – The Specials

Regresso aos discos da banda de Coventry, 40 anos após a sua formação.

“All I Need is You” – Zanibar Aliens

Os Zanibar Aliens são um dos mais convincentes projectos do rock Made in Portugal.

“Here We Are In The Years” – Neil Young

Passam agora 50 anos desde a estreia de Neil Young nos discos a solo, estreia onde encontramos “Here We Are In The Years”, um hino sobre o regresso à natureza.

“Armatopia” – Johnny Marr

Johnny Marr continua a atirar-nos docinhos.

“First World Problems” – Ian Brown

Ian Brown gravou Ripples com os filhos, cuja crítica poderá ler nos próximos dias aqui no Altamont.

Playlist da semana: Altamont Fresh

Um cheirinho ao que vai marcando o arranque de 2019.

Zanibar Aliens – III (2018)

Ao terceiro disco, os Zanibar Aliens esticam as asas para algumas novas paisagens sonoras, sem perder o puro sangue rock que sempre os caracterizou

Led Zeppelin – Coda (1982)

Dois anos depois do fim oficial da banda, surge Coda, reunião de outtakes de discos anteriores, servindo para cumprir obrigações contratuais e para a despedida sem grande glória

Led Zeppelin – Presence (1976)

Presence, marcado por dúvidas e uma fuga para frente, é o início do fim do domínio mundial dos Led Zeppelin, e o seu último disco que ainda merece um lugar ao lado das obras-primas anteriores

“Tangerine” – Led Zeppelin

“Tangerine” é uma simples, delicada e belíssima balada, toda movida a guitarra acústica e a steel guitar.

Playlist da semana: Especial Led Zeppelin

Com capítulos retirados de todos os discos da sua fase imperial (ou seja, até Presence, inclusive), privilegiámos os temas acústicos (com obrigatórias excepções) e fugimos de algumas das músicas mais conhecidas.

Klaus Johann Grobe – Du Bist So Symmetrisch (2018)

A fórmula do ritmo kraut com a humanidade funk está mais afinada que nunca, neste terceiro disco dos suíços Klaus Johann Grobe

David Bruno – O Último Tango em Mafamude (2018)

David Bruno tece uma ode musical ao Portugal suburbano do início dos anos 90, num disco intrigante que mistura vulgaridade romântica com uma elegância inesperada.

The Jam – In the City (1977)

In the City é um dos documentos, o primeiro, de uma quiet revolution, de gravata e bons fatos, que Weller continua a fazer.

Madrepaz – Bonanza (2018)

Um ano depois do disco de estreia, a confirmação com Bonanza: os Madrepaz são uma das bandas mais interessantes do panorama musical nacional

Kamasi Washinton – Heaven and Earth (2018)

Heaven and Earth, de Kamasi Washington, é um bálsamo para os ouvidos e para a mente.