Cátia Simões
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O primeiro CD que comprei foi o MTV Unplugged in New York, de Nirvana. Devia ter uns 11 anos e só nessa altura percebi o que era música. Hoje, aos 30, jornalista há seis anos, colaboradora em sites de música e cinema, se houver concerto estou lá, marco as férias consoante os festivais de Verão e o tempo nunca chega para ouvir tudo o que quero.

She Past Away – Disko Anksiyete (2019)

Apresentando um som dark-wave com um toque de synthpop para os mais melancólicos, os turcos She Past Away fazem-nos sair da zona de conforto sem perder as referências sonoras que conhecemos.

Wilco – Ode to Joy (2019)

Este é um disco que começa pesado mas depois respira, torna-se arejado e de sonoridade limpa e cristalina

Bon Iver – i,i (2019)

O que fica deste álbum é uma sensação de arrasto, de música em suspenso, com alguns momentos interessantes.

“Hey, Ma” – Bon Iver

É bom voltar a ouvir um Justin Vernon livre de produção, com uma maior simplicidade.

“Grande Festa” – Lena d’Água

“Grande Festa” dá vontade de dançar, soa a Lena d’Água mas que não deixa de ser moderno.

“Bombs Away” – Charlotte Gainsbourg

“Bombs Away” é um tema dançável, com inspiração disco, pautado pela voz melodiosa de Gainsbourg.

“Fair Verona” – Dan Mangan

“Fair Verona” merece ser ouvida com tranquilidade, bebendo cada nota e cada palavra.

“Tutti Frutti” – New Order

“Tutti Frutti” é uma faixa que nos permite lembrar que as bandas podem continuar a ter qualidade mesmo depois de perderem membros chave.

Playlist da semana: Canções para chamar o verão

No arranque do Verão, uma playlist para fins de tarde soalheiros e regressos de praia.

The Cure – 4:13 Dream (2008)

Ao final de 13 discos já é difícil encontrar surpresas nos The Cure, onde procuramos o gótico mas encontramos o pop.

“Close to Me” – The Cure

Vale a pena ouvir de novo e recordar este clássico de 1985, onde corpos se abanavam e corações se derretiam nas pistas de dança.

The Cure – The Head On The Door (1985)

The Head On The Door é, talvez, um dos melhores discos que a cena gótica nos deu, aproximando as guitarras lúgubres dos sintetizadores luminosos.

Hot Chip – A Bath Full of Ecstasy (2019)

O novo disco de Hot Chip regressa ao que a banda sabe fazer melhor e é despretensioso e coeso, claramente voltado para a pista de dança.

The Drums – Brutalism (2019)

Quase uma década depois de terem surgido com o primeiro disco, este novo trabalho dos Drums mantém a jovialidade dos miúdos indie na sonoridade, com o crescimento a ver-se, sobretudo, nas letras.

The National – I Am Easy To Find (2018)

I Am Easy To Find será, provavelmente, o disco em que os National mais arriscam, com sucesso, em que mais saem da zona de conforto, oferecendo um trabalho consistente, embora sem nenhum rasgo de genialidade.

Manel Cruz || Capitólio

Entre temas do álbum novo intercalados com muitas faixas de Foge Foge Bandido, Manel Cruz tocou no Capitólio como se estivesse rodeado de amigos, na sala de sua casa.

Manel Cruz – Vida Nova (2019)

Isto não é uma análise a um disco, isto é admiração sem vergonha e uma declaração de amor platónico.

Kele Okereke – Leave to Remain (2019)

Este é o que de melhor Kele nos apresentou a solo.