“Roads” – Portishead

No capítulo de canções que entram, à bruta, pela nossa vida adentro, esta foi a…

“Fade Into You” – Mazzy Star

Possivelmente, a canção mais bela de todos os tempos.

“Serviço de Despertar” – Benjamim

Esta semana marca o regresso a alguma normalidade desconfinada. E para celebrar da melhor maneira,…

“Hey” – Pixies

“Hey” transpira sensualidade a cada “We’re chained” cantado, suspirado, gritado, por Black Francis e Kim Deal.

“Fa Cé-La” – The Feelies

Os Feelies foram seminais na transição do punk para o rock alternativo.

“Uncertain Smile” – The The

Retirada do álbum de estreia dos The The (Soul Mining (1983)), “Uncertain Smile” é irresistível.

“When Can I Be Me” – Adrian Borland

Adrian Borland foi o grande mentor dos The Sound, mais uma banda refundida desse década que é vista hoje como de culto.

“Bill is Dead” – The Fall

A languidez com que Mark E. Smith nos presenteia com o facto de que “These are the greatest times of my life” é o cúmulo da incoerência.

“Façamos (Vamos Amar)” – Elza Soares e Chico Buarque

A Primavera está de volta. Pois então, façamos. Vamos amar.

“Mind Games” – John Lennon

“Mind Games” dá título ao quarto álbum a solo de John Lennon.

“Masculino, Feminino” – Erasmo Carlos

Apesar de por cá nunca ter granjeado um reconhecimento tão notório como alguns dos seus conterrâneos, Erasmo Carlos pode ser considerado um dos precursores do Rock Brasileiro.

“Go Out” – Blur

The Magic Whip, lançado em 2015, é o oitavo álbum dos Blur que marcou o fim de um hiato de 12 anos da banda britânica. “Go Out” foi o primeiro single do disco.

“Zumbi” – Jorge Ben Jor

A voz de Jorge Ben Jor percorre a canção com a assertividade de quem procura e empurra a mudança para o presente.

“Sex Appeal” – Sexy Sushi

Fica a sugestão desta banda muitíssimo interessante e em especial deste tema carregado de camadas, “sex appeal” e como não podia faltar – uma pitada de “je ne sais quoi”.

“Collarbone” – Fujiya & Miyagi

“Collarbone” da banda britânica de música eletrónica, formada em 2000, não tem grande sentido, não tem uma letra complexa, nem divaga em dissertações filosóficas.

“Mitad y Mitad” – Kase.O ft. Najwa

A batida é cativante, a letra tem a sua quota parte de erotismo explícito, de gracejos e trocadilhos giros.

“Son of Shaft” – The Bar-Kays

Se se revêem na libertação pela música então ergam os braços, de punhos bem fechados a apontar para o céu, soltem os pezinhos dançantes e gritem aos trovões “I’m the son of a bad…”

“Deacon Blues” – Steely Dan

Oito minutos de música pura e smooth, que chega até aos nossos ouvidos através de uma letra inteligente e, no entanto, fácil de ouvir.