Jane’s Addiction – Ritual de lo Habitual (1990)

O segundo álbum de originais dos Jane’s Addiction, Ritual de lo Habitual, foi um dos primeiros exemplares de rock alternativo a chegar às massas. O sismo de baixa frequência prenunciando Nevermind…

Clã – Lustro (2000)

À terceira é de vez. Lustro é o álbum de consagração dos Clã: pop gourmet que chegou a toda a gente. 

Clã – Kazoo (1997)

Depois da boa surpresa do álbum de estreia, os Clã não deixam dúvidas com o sucessor, Kazoo, um registo mais assumidamente pop-rock e cheio de grandes hinos.

Clã – lusoQUALQUERcoisa (1996)

O álbum de estreia dos Clã é um exercício interessante de uma banda em início de carreira com fulgor de ir a todo o lado ao mesmo tempo, mas numa estética a que o grupo, felizmente, não deu seguimento.

dEUS – In A Bar, Under The Sea (1996)

O segundo álbum dos dEUS é caótico mas melódico, bizarro mas viciante. Nunca o indie foi tão doido e colorido.

Nine Inch Nails – The Downward Spiral (1994)

O segundo álbum dos Nine Inch Nails é um clássico incontornável dos anos 90. Ao acrescentar uma sensibilidade pop à música industrial, The Downward Spiral democratiza um género antes obscuro.

Air – Moon Safari (1998)

Com Moon Safari, os Air criaram um universo sonoro imaculado.

Aphex Twin – Selected Ambient Works Volume II (1994)

O segundo álbum de Aphex Twin é um clássico da música ambiente. Austero, assombroso e sublime.

Elliott Smith – XO (1998)

O quarto disco de Elliott Smith tem uma produção mais cuidada e uma mais extensa paleta de timbres. As canções são as de sempre: doces e tristes, lindas de morrer.

The White Stripes – The White Stripes (1999)

A estreia dos White Stripes é puro desbravamento de terreno desconhecido, guitarra na mão servindo de catana e bateria por trás a manter o ritmo de exploração imparável. Nada foi igual, mas só o saberíamos uns anos depois.

Beastie Boys – Ill Communication (1994)

Com Ill Communication os Beastie Boys atingem o ponto de maturidade na sua carreira, livre…

James – Laid (1993)

Em 1993, num cenário pós-Smiths e pré-explosão da Britpop, os James, com a ajuda de Brian Eno, tornavam-se numa das mais importantes bandas britânicas.

dEUS – The Ideal Crash (1999)

O magnífico disco em que os dEUS fazem a síntese perfeita entre enormes canções e a estranheza que sempre os definiu

Sérgio Godinho – Domingo no Mundo (1997)

Godinho mergulha num disco feito de colaborações com outros artistas, muitos deles mais jovens vindos…

Sérgio Godinho – Tinta Permanente (1993)

Um disco elegante, que cruza a guitarra com pinceladas jazz e arranjos eruditos. Pelo menos dois temas tornam-se canónicos: a arabesca “O Elixir da Eterna Juventude” e a soturna “Fotos de Fogo”.

Sérgio Godinho – Escritor de Canções (1990)

Um disco ao vivo despido e íntimo, que acaba por servir quase como um precioso…

Stereolab – Dots and Loops (1997)

Dots and Loops é hipnótico, elegante e fresco, e o melhor disco de uma grande banda

Placebo – Without You I’m Nothing (1998)

Dois anos depois da estreia em disco, os britânicos Placebo fazem o seu trabalho mais…