Depeche Mode – Violator (1990)

Electrónicas frias e guitarras orgânicas. Gelado de limão com chocolate quente…

Guru – Guru’s Jazzmatazz Volume 1 (1993)

Em 1993, o MC Guru mete o jazz e o hip-hop a conversar olhos nos olhos, criando um clássico influente até aos dias de hoje

Pulp – This Is Hardcore (1998)

Sexo, drogas e vazio espiritual…

The Smashing Pumpkings – Mellon Collie and the Infinite Sadness (1995)

O terceiro álbum dos Smashing Pumpking representa o seu auge de capacidade musical e foi o disco certo no momento certo.

Boards of Canada – Music Has the Right to Children (1998)

Music Has the Right to Children lembra-nos que o passado nem sempre é tão bom ou tão mau como o imaginávamos.

Sublime – Sublime (1996)

Infelizmente, foi muito breve o namoro do mainstream com o soalheiro ska punk.

Stone Temple Pilots – Core (1992)

O som de Core é uma sonoridade múmia, embalsamada e encafuada numa qualquer pirâmide com deserto à volta.

Nitin Sawhney – Beyond Skin (1999)

O seu poder está na suspensão, nem que seja provisória, do nosso cinismo. Durante 58 minutos voltamos a ter compaixão pelo mundo.

Tool – Aenima (1996)

Aenima é, basicamente, rock psicadélico. E é um dos melhores jamais feito.

The Cure – Wild Mood Swings (1996)

Depois de três discos que os levaram ao topo do mundo, os Cure começam a perder o gás em Wild Mood Swings, que apesar desse facto mantém alguns pontos de interesse

Los Hermanos – Los Hermanos (1999)

Ska-punk abrasivo, corações partidos, compositores de excelência. Assim se faz a estreia dos Los Hermanos.

Green Day – Dookie (1994)

Acabadinho de fazer 25 anos, era uma grande falha aqui no Altamont não termos Dookie no nosso “catálogo”. A espera acaba aqui e agora.

Rage Against the Machine – Rage Against the Machine (1992)

A acumulação de tensão em níveis tântricos até uma bomba atómica explodir no refrão é a sua imagem de marca.

My Bloody Valentine – Loveless (1991)

Um disco tão áspero e violento como frágil e sonhador. O éter e o ácido do shoegaze levados ao seu doentio limite.

Pearl Jam – Ten (1991)

Através de hinos como “Alive” e “Even Flow”, a nossa melancolia, antes plebeia, ascende na escala social. Antes de Ten, estávamos na merda; depois de Ten, curtimos uma angst.

Bonnie Prince Billy – I See a Darkness (1999)

As melodias são bonitas e tristes como a chuva a cair.

Yo La Tengo – I Can Hear the Heart Beating as One (1997)

I Can Hear the Heart Beating as One, vê o grupo a expandir a sua palete sonora e a encontrar uma maneira de equilibrar as suas sensibilidades mais melódicas com o seu pedigree noise.

Led Zeppelin – BBC Sessions (1997)

Um condensado testemunho da caminhada dos Zeppelin, monumento ao rock, às guitarras e aos excessos, uma ostensiva exibição de génio.