The Score tem momentos de grande hip hop, tem canções e singles como poucos.
Prodigy – The Fat of the Land (1997)
Uma granada de adrenalina e de agressividade electrónica que levou os Prodigy ao topo do mundo.
Bush – Sixteen Stone (1994)
Quando um disco consegue provocar-nos as mesmas sensações em qualquer idade, é porque é um disco de que gostamos mesmo. Sixteen Stone não está bem nessa categoria.
Jamiroquai – Travelling Without Moving (1996)
O disco definidor de Jamiroquai é uma bomba funk carregada de energia e de grandes canções.
Moby – Play (1999)
Em 1999, quando Moby lançou Play, poucos imaginavam que um disco melancólico, construído sobre batidas eletrónicas suaves e velhas gravações de blues e gospel norte-americano, se transformaria num dos álbuns mais omnipresentes da viragem do milénio.
Lhasa De Sela – La Llorona (1998)
Este é um daqueles discos que nos assombra e temos de voltar a ouvir, de tempos a tempos. E passados quase 30 anos do seu lançamento, assumimos a intemporalidade de La Llorona.
Dinosaur Jr. – Green Mind (1991)
São 35 anos de vómitos e lágrimas a ouvir Green Mind, o primeiro álbum da banda numa grande editora. O único problema? Em 1991, eles mal eram uma banda.
Pearl Jam – Vs. (1993)
O segundo álbum da banda de Seattle é músculo e nervo, com uns recantos bonitos…
Garbage – Garbage (1995)
Olhando para trás, podemos dizer que o primeiro álbum dos Garbage vive apenas de algumas boas canções, mas atenção, não são só os singles orelhudos que todos conhecem.
Billy Bragg – Don’t Try This at Home (1991)
Recordar bons e velhos tempos, assim como bons e velhos discos. Podem experimentar o álbum em casa, que só retirarão gozo e prazer deste fabuloso trabalho de Billy Bragg.
Prefab Sprout – Jordan: The Comeback (1990)
Jordan: The Comeback, mais que um álbum podia ser três ou quatro, ou melhor ainda, é um espetáculo musical sem palco.
Ivo Pogorelich – Mozart: Piano Sonatas K.283 & K.331; Fantasia K.397 (1995)
Há quem a utilize para relaxar ou para trabalhar. Mas a melhor forma de ouvir música Clássica é a prestar-lhe a devida atenção que ela merece. De preferência, num bom sistema de som.
Mão Morta – Há Já Muito Tempo que Nesta Latrina o Ar se Tornou Irrespirável (1998)
Há Já Muito Tempo que Nesta Latrina o Ar se Tornou Irrespirável é um disco…
Mão Morta – Müller no Hotel Hessischer Hof (1997)
Disco desenhado para imortalizar um espetáculo, Müller no Hotel Hessischer Hof é um momento desafiante…
Mão Morta – Vénus em chamas (1994)
No primeiro disco para uma multinacional, os Mão Morta mudam, mas não como muitos esperariam.…
Mão Morta – Mutantes s.21 (1992)
O sucesso que atirou os Mão Morta do pequeno circuito alternativo para o mainstream. Os…
Mão Morta – O.D., Rainha do Rock and Crawl (1990)
O ano era de 1990, Nevermind ainda não tinha saído, e os Mão Morta fazem…
Mão Morta – Corações Felpudos (1990)
Onde o disco de estreia era zangado mas vital, pois há sempre uma esperança escondida na cegueira da raiva, Corações Felpudos é todo ele morte e rendição (o mundo está estragado, não há nada a fazer, e o amor dói como um espinho no peito).