Green Day – Dookie (1994)

Acabadinho de fazer 25 anos, era uma grande falha aqui no Altamont não termos Dookie no nosso “catálogo”. A espera acaba aqui e agora.

Rage Against the Machine – Rage Against the Machine (1992)

A acumulação de tensão em níveis tântricos até uma bomba atómica explodir no refrão é a sua imagem de marca.

My Bloody Valentine – Loveless (1991)

Um disco tão áspero e violento como frágil e sonhador. O éter e o ácido do shoegaze levados ao seu doentio limite.

Pearl Jam – Ten (1991)

Através de hinos como “Alive” e “Even Flow”, a nossa melancolia, antes plebeia, ascende na escala social. Antes de Ten, estávamos na merda; depois de Ten, curtimos uma angst.

Bonnie Prince Billy – I See a Darkness (1999)

As melodias são bonitas e tristes como a chuva a cair.

Yo La Tengo – I Can Hear the Heart Beating as One (1997)

I Can Hear the Heart Beating as One, vê o grupo a expandir a sua palete sonora e a encontrar uma maneira de equilibrar as suas sensibilidades mais melódicas com o seu pedigree noise.

Led Zeppelin – BBC Sessions (1997)

Um condensado testemunho da caminhada dos Zeppelin, monumento ao rock, às guitarras e aos excessos, uma ostensiva exibição de génio.

DJ Shadow – Endtroducing….. (1996)

Liberto da função de servir o rap, os beats de DJ Shadow ganham uma liberdade inaudita. Se o rap não existe, então, tudo é permitido.

Tricky – Maxinquaye (1995)

Imaginem-se num beco escuro, ouvindo passos: isso é Maxinquaye.

Silver Jews – American Water (1998)

O fã típico é doutorado em literatura moderna e viciado em crack. As tentativas de suicídio são opcionais.

Morphine – Cure for Pain (1993)

Conseguir ser tão inequivocamente rock’n’roll sem uma única guitarra é a sua grande proeza e blasfémia.

Red Hot Chili Peppers – Blood Sugar Sex Magik (1991)

Blood Sugar Sex Magik é uma deliciosa miscelânea de estilos que tem o poder de nos fazer saltar como doidos ou de chorar como bezerros desmamados

GNR – Rock in Rio Douro (1992)

Entre duetos ibéricos, épicas canções de estádio e odes ao seu Norte natal, Rock In Rio Douro traz consigo um som novo e emergente, consagrando os GNR como banda líder do pop-rock português.

Entre Aspas – Entre S.F.F.(1993)

25 anos depois do seu lançamento, homenageamos o disco que nos trouxe a doçura pop dos Entre Aspas.

Alice in Chains – Dirt (1992)

Dirt é o melhor disco da carreira dos Alice in Chains, e um dos mais fortes trabalhos não só da cena de Seattle mas de toda a década de 90.

Pavement – Terror Twilight (1999)

O último disco de originais dos Pavement é uma obra mais madura, cansada e contemplativa, mas deu-nos alguns dos mais belos hinos da banda.

Pavement – Brighten the Corners (1997)

Um disco que não é o preferido da maioria dos devotos, mas só porque lá atrás já estava a história escrita.

Pavement – Wowee Zowee (1995)

Wowee Zowee é a obra-prima que surge ao terceiro esforço dos Pavement. Muitos poderão pensar o contrário, mas nós estamos firmes na convicção que temos sobre este ímpar momento de Stephen Malkmus e companhia.