Minutemen – Double Nickels on the Dime (1984)

Passados que estão 25 anos do seu lançamento, importa trazer Double Nickels de volta para cima da mesa.

Pixies – Come On Pilgrim (1987)

Come On Pilgrim contém, na sua génese, todos os elementos que tornariam os Pixies num dos maiores fenómenos de culto do rock alternativo – melodias suaves, crueza em estado puro e uma energia eletrizante.

New Order – Technique (1989)

Um instantâneo perfeito da louca Madchester.

Orchestral Manoeuvres in the Dark – Dazzle Ships (1983)

Teria sido muito mais simples e fácil que a dupla Andy McCluskey e Paul Humphreys continuassem na mesma linha de temas como “Souvenir” ou “Joan of Arc (Maid of Orleans)”, mas os artistas têm destas (boas) coisas, como manias, birras que fazem e que muitos não entendem.

Led Zeppelin – Coda (1982)

Dois anos depois do fim oficial da banda, surge Coda, reunião de outtakes de discos anteriores, servindo para cumprir obrigações contratuais e para a despedida sem grande glória

Dead Kennedys – Fresh Fruit For Rotting Vegetables (1980)

Se o punk é, acima de tudo, pensar pela própria cabeça, então os Dead Kennedys serão um espécimen bem mais interessante.

The Jesus and Mary Chain – Psychocandy (1985)

É pop. É ruído. É Psychocandy.

Sonic Youth – Evol (1986)

São tão urbanos e noctívagos e arty e sofisticados, que nos apetece comprar o vinil só para que toda a gente na loja saiba que somos tão cool. Termos ou não um gira-discos em casa é, para o caso, irrelevante.

GNR – Valsa dos Detectives (1989)

No geral, é Valsa dos Detectives um disco mau? Não. Simplesmente é o menos bom dos cinco que a banda editou na década de 1980.

GNR – Psicopátria (1986)

Com a entrada na CEE (que já tinha sido demandada pelos próprios GNR, cinco anos antes) o futuro estava já ao virar da esquina e Portugal teria a possibilidade de se tornar moderno.

GNR – Os Homens Não Se Querem Bonitos (1985)

E ao terceiro disco, mais um delicioso fracasso comercial, mais um disco apreciado pela crítica!

GNR – Defeitos Especiais (1984)

Em 1984, ano distópico por excelência, os GNR lançam um disco sombrio e claustrofóbico cheio de referências pós-punk: uma espécie de Joy Division à Gomes de Sá, metade negrume de Manchester, metade granito do Porto.

GNR – Independança (1982)

Independança foi um pequeno OVNI que demorou a aterrar e a ser entendido na história do pop-rock made in Portugal.

Thomas Dinger – Für Mich (1982)

Thomas Dinger lançou Für Mich em 1982. Insatisfeito com o temperamento do seu irmão mais velho (o mítico Klaus Dinger), resolveu fazer um disco “para si”. Nós ainda hoje lhe agradecemos esse feito.

Roger Waters – Radio K.A.O.S. (1987)

No mesmo ano que os Pink Floyd lançam o primeiro disco sem a sua participação, Roger Waters continua a sua senda anti-guerra, obedecendo à sua matriz de álbum-conceito, mas, desta vez, o resultado final não foi tão bem aceite como os seus trabalhos anteriores.

Roger Waters – The Pros and Cons of Hitch Hiking (1984)

Os fantasmas de Roger Waters ganham aqui forma: uma crise de meia-idade; a autópsia de um casamento a ruir; a traição, o desejo e a culpa. Uma revelação lúcida dos “segredos dos locais, que no fundo são iguais em todos nós.”

Pink Floyd – A Momentary Lapse of Reason (1987)

Em 1987, sem Waters no comando, David Gilmour assume as rédeas e transforma uma banda de culto num monstro de estádios mas faz os Pink Floyd aproximarem-se perigosamente dos fãs de U2 e Dire Straits.

The Stranglers – La Folie (1981)

La Folie é o sexto álbum de estúdio dos The Stranglers e um dos melhores discos da sua extensa discografia.