New Order – Power Corruption and Lies (1983)

Os New Order a mostrarem-se ao mundo, já libertos dos Joy Division, com uma nova…

Bill Evans Trio – I Will Say Goodbye (1980)

Dotado de um groove discreto e de uma elegância prodigiosa, I Will Say Goodbye é a carta de despedida de um sofredor apaixonado pela ilusão de que a vida pode ser tudo menos triste.

Echo & the Bunnymen – Ocean Rain (1984)

O quarto álbum dos Echo & the Bunnymen, Ocean Rain, é a sua consensual obra-prima: orquestral, misteriosa, evocativa.

The Fall – This Nation’s Saving Grace (1985)

O oitavo álbum dos Fall, This Nation’s Saving Grace, é abrasivo mas acessível. O rabugento Mark E. Smith deixando-se amaciar pela senhora Brix Smith.

Nick Cave and the Bad Seeds – Your Funeral… My Trial (1986)

O quarto álbum de Nick Cave and the Bad Seeds, Your Funeral… My Trial, faz uma síntese elegante entre a cor da melodia e o preto-e-branco da raiva pós-punk.

Nick Cave and The Bad Seeds – From Her to Eternity (1984)

O álbum de estreia de Nick Cave and the Bad Seeds é uma pérola do pós-punk tardio: tenso, mórbido e teatral.

Dinosaur Jr. – You’re living all over me (1987)

O segundo álbum dos Dinosaur Jr., You’re All Living Over Me, é o mais pujante e influente do power trio. Reconciliar o alternativo com o classic rock é o seu grande legado.

Rush – Moving Pictures (1981)

O oitavo álbum dos Rush, Moving Pictures, é a sua indiscutível obra-prima. Engenhosa a sua conciliação entre o complicado prog e a depurada new wave.

Beastie Boys - Pauls Boutique
Beastie Boys – Paul’s Boutique (1989)

O segundo álbum dos Beastie Boys, Paul’s Boutique, é um dos grandes clássicos dos anos de ouro do hip-hop, elevando a arte do sampling para um novo patamar.

Faith No More – The Real Thing (1989)

O terceiro álbum dos Faith No More, The Real Thing, já com Mike Patton ao leme, foi um dos primeiros exemplares de rock alternativo a chegar ao mainstream. A sua profusão esquizofrénica de estilos – rap, metal, funk, o diabo a sete – foi muitíssimo influente.

Black Flag - My War
Black Flag – My War (1984)

O segundo álbum dos Black Flag rasga o livro de regras do hardcore que eles próprios haviam escrito: lento, pesado e sombrio, dormindo com o inimigo, o doom metal. Só os gritos de raiva e frustração mantêm o ADN original.

Motörhead – Ace of Spades (1980)

Ace of Spades, dos Motörhead, é sujo, rápido e perigoso. Como uma mota a derrapar no óleo da estrada.

Paul McCartney – McCartney II (1980)

Corria o ano de 1980. Mesmo antes da dissolução dos Wings, Paul McCartney virou-se para o experimentalismo e sintetizadores. Gravado totalmente em casa, era McCartney II.

Hiroshi Yoshimura – Music For Nine Postcards (1982)

Em Music For Nine Postcards, Yoshimura convida-nos a entrar num mundo pintado de luz, de branco, de reflexão, e feito de nostalgia, de paz e de compreensão.

N.W.A. – Straight Outta Compton (1988)

Straight Outta Compton é o Never Mind the Bollocks do hip-hop: niilista, escandaloso e efervescente.

Prince – 1999 (1982)

Com um pé na pop e outro no funk, 1999 revolucionou ambos, inundando-os de fantasia e cor.

Sérgio Godinho – Aos Amores (1989)

Godinho volta ao amor, aos retratos sociais e aos grandes temas, no seu último registo…

Sérgio Godinho – Sérgio Godinho canta com os Amigos do Gaspar (1988)

Isto não é um disco, é um pedaço de infância. “É Tão Bom” que voltamos para lá.