Prefab Sprout – Steve McQueen (1985)

Steve McQueen junta as letras de Paddy McAloon à produção de Thomas Dolby para criar um clássico de sofisticação.

Milton Nascimento – Sentinela (1980)

Sentinela é um belíssimo depoimento sobre a vida, sobre todos os seres humanos, sem quaisquer distinções. Um disco que aponta para um tempo de esperança em que os homens serão felizes como se fossem meninos.

Duran Duran – Rio (1982)

Alguém disse que o primeiro dever da pop é capturar o presente e Rio grita “1982!” a cada instante.

The Pogues – Rum, Sodome & the Lash (1985)

O segundo dos Pogues é a sua obra mais comovente, pintando a tragédia humana com poesia, humor e romantismo.

Talking Heads – Remain in Light (1980)

O caminho mais curto para a sabedoria sempre foi o de uma boa canção pop.

Tracy Chapman – Tracy Chapman (1988)

Que lugar para Tracy Chapman, olhando para 1988 e para 2019?

The Cure – Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me (1987)

É unânime que Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me é o mais amplo em termos de incluir toda a diversidade do universo Cure, ou melhor, todo o imaginário que popula a cabeça de Robert Smith.

The Cure – The Head On The Door (1985)

The Head On The Door é, talvez, um dos melhores discos que a cena gótica nos deu, aproximando as guitarras lúgubres dos sintetizadores luminosos.

The Cure – The Top (1984)

The Top tem essa estranheza, de ser tudo e o seu contrário, luz e sombra, amor e raiva, às vezes tudo na mesma canção.

The Cure – Pornography (1982)

Pornography é o disco onde os Cure se descobriram claustrofóbicos, transformando a depressão em epopeia.

The Cure – Faith (1981)

No início da década de 80, Smith e companhia lançavam-se numa floresta negra.

The Cure – Seventeen Seconds (1980)

Seventeen Seconds é um álbum marcante na carreira dos The Cure. Pelos desenhos sonoros traçados a cinza e pela qualidade poética dos textos cantados, tem um encanto bastante particular. Uma floresta onde entramos para nos perdermos deliciosamente!

Minutemen – Double Nickels on the Dime (1984)

Passados que estão 25 anos do seu lançamento, importa trazer Double Nickels de volta para cima da mesa.

Pixies – Come On Pilgrim (1987)

Come On Pilgrim contém, na sua génese, todos os elementos que tornariam os Pixies num dos maiores fenómenos de culto do rock alternativo – melodias suaves, crueza em estado puro e uma energia eletrizante.

New Order – Technique (1989)

Um instantâneo perfeito da louca Madchester.

Orchestral Manoeuvres in the Dark – Dazzle Ships (1983)

Teria sido muito mais simples e fácil que a dupla Andy McCluskey e Paul Humphreys continuassem na mesma linha de temas como “Souvenir” ou “Joan of Arc (Maid of Orleans)”, mas os artistas têm destas (boas) coisas, como manias, birras que fazem e que muitos não entendem.

Led Zeppelin – Coda (1982)

Dois anos depois do fim oficial da banda, surge Coda, reunião de outtakes de discos anteriores, servindo para cumprir obrigações contratuais e para a despedida sem grande glória

Dead Kennedys – Fresh Fruit For Rotting Vegetables (1980)

Se o punk é, acima de tudo, pensar pela própria cabeça, então os Dead Kennedys serão um espécimen bem mais interessante.