The Cure – Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me (1987)

É unânime que Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me é o mais amplo em termos de incluir toda a diversidade do universo Cure, ou melhor, todo o imaginário que popula a cabeça de Robert Smith.

The Cure – The Head On The Door (1985)

The Head On The Door é, talvez, um dos melhores discos que a cena gótica nos deu, aproximando as guitarras lúgubres dos sintetizadores luminosos.

The Cure – The Top (1984)

The Top tem essa estranheza, de ser tudo e o seu contrário, luz e sombra, amor e raiva, às vezes tudo na mesma canção.

The Cure – Pornography (1982)

Pornography é o disco onde os Cure se descobriram claustrofóbicos, transformando a depressão em epopeia.

The Cure – Faith (1981)

No início da década de 80, Smith e companhia lançavam-se numa floresta negra.

The Cure – Seventeen Seconds (1980)

Seventeen Seconds é um álbum marcante na carreira dos The Cure. Pelos desenhos sonoros traçados a cinza e pela qualidade poética dos textos cantados, tem um encanto bastante particular. Uma floresta onde entramos para nos perdermos deliciosamente!

Minutemen – Double Nickels on the Dime (1984)

Passados que estão 25 anos do seu lançamento, importa trazer Double Nickels de volta para cima da mesa.

Pixies – Come On Pilgrim (1987)

Come On Pilgrim contém, na sua génese, todos os elementos que tornariam os Pixies num dos maiores fenómenos de culto do rock alternativo – melodias suaves, crueza em estado puro e uma energia eletrizante.

New Order – Technique (1989)

Um instantâneo perfeito da louca Madchester.

Orchestral Manoeuvres in the Dark – Dazzle Ships (1983)

Teria sido muito mais simples e fácil que a dupla Andy McCluskey e Paul Humphreys continuassem na mesma linha de temas como “Souvenir” ou “Joan of Arc (Maid of Orleans)”, mas os artistas têm destas (boas) coisas, como manias, birras que fazem e que muitos não entendem.

Led Zeppelin – Coda (1982)

Dois anos depois do fim oficial da banda, surge Coda, reunião de outtakes de discos anteriores, servindo para cumprir obrigações contratuais e para a despedida sem grande glória

Dead Kennedys – Fresh Fruit For Rotting Vegetables (1980)

Se o punk é, acima de tudo, pensar pela própria cabeça, então os Dead Kennedys serão um espécimen bem mais interessante.

The Jesus and Mary Chain – Psychocandy (1985)

É pop. É ruído. É Psychocandy.

Sonic Youth – Evol (1986)

São tão urbanos e noctívagos e arty e sofisticados, que nos apetece comprar o vinil só para que toda a gente na loja saiba que somos tão cool. Termos ou não um gira-discos em casa é, para o caso, irrelevante.

GNR – Valsa dos Detectives (1989)

No geral, é Valsa dos Detectives um disco mau? Não. Simplesmente é o menos bom dos cinco que a banda editou na década de 1980.

GNR – Psicopátria (1986)

Com a entrada na CEE (que já tinha sido demandada pelos próprios GNR, cinco anos antes) o futuro estava já ao virar da esquina e Portugal teria a possibilidade de se tornar moderno.

GNR – Os Homens Não Se Querem Bonitos (1985)

E ao terceiro disco, mais um delicioso fracasso comercial, mais um disco apreciado pela crítica!

GNR – Defeitos Especiais (1984)

Em 1984, ano distópico por excelência, os GNR lançam um disco sombrio e claustrofóbico cheio de referências pós-punk: uma espécie de Joy Division à Gomes de Sá, metade negrume de Manchester, metade granito do Porto.