Sly and the Family Stone – Stand! (1969)

A primeira obra-prima de Sly mistura funk com pop psicadélico. Uma espécie de James Brown com flores no cabelo.

The Beatles – Magical Mystery Tour (1967)

Se Revolver e Sgt. Pepper’s foram um molhar de pés na onda psicadélica, Magical Mystery Tour viu os Beatles a mergulharem de cabeça no ácido lisérgico.

The Beatles – Help! (1965)

Help! é um álbum com uma crise de identidade que acompanha o amadurecimento da banda e que prepara o palco para a revolução que seriam os álbuns dos Beatles nos anos seguintes.

The Beatles – Beatles For Sale (1964)

Quatro discos em dois anos é motivo para um visível cansaço. Neste álbum os Beatles voltam a fazer versões, começam a escrever temas mais sérios e dão passos para dominar o ambiente do estúdio.

The Beatles – A Hard Days’s Night (1964)

A banda-sonora de um filme semi-cómico deflagra bem no meio da Beatlemania, alimentando ainda mais o fogo da banda mais popular do mundo

The Beatles – With The Beatles (1963)

Neste segundo álbum os Beatles mostraram que o alarido da “Beatlemania” era justificável. Sem ser inovador, With The Beatles continua a expandir os horizontes e o nível de popularidade estratosférico da banda de Liverpool.

The Beatles – Please Please Me (1963)

O primeiro disco dos Beatles é um bom primeiro esforço por um grupo de miúdos com vontade de vingar e deixa um esboço das qualidades que viriam a tornar os Beatles a banda mais influente do mundo.

The Mothers of Invention – Freak Out! (1966)

Logo ao primeiro disco, Zappa anuncia ao que vem: derrubar todas as estúpidas hierarquias estúpidas que separam a boa música da música também boa.

Nina Simone – Nina Simone Sings The Blues (1967)

O disco mais cru de Nina Simone, mandando as big bands para o diabo que as carregue.

Captain Beefheart and his Magic Band – Safe as Milk (1967)

O álbum de estreia de Beefheart é o mais acessível da sua discografia, longe da anarquia atonal de Trout Mask Replica.

Isaac Hayes – Hot Buttered Soul (1969)

O disco que inventa a soul sofisticada de auto dos dourados anos 70.

Donovan – Sunshine Superman (1966)

Se, no início da carreira, Donovan era visto como a resposta britânica a Bob Dylan, em Sunshine Superman, o músico escocês mostra o seu lado pastoral e psicadélico, distanciando-se definitivamente da sombra do norte americano.

Vince Guaraldi Trio – A Charlie Brown Christmas (1965)

Esta obra de Guaraldi faz-nos voltar a sentir aquele que achamos ter perdido para sempre.

Grateful Dead – Live/Dead (1969)

O documento definitivo da era psicadélica dos Grateful Dead e um dos melhores discos ao vivo dos anos sessenta.

Crosby, Stills & Nash – Crosby, Stills & Nash (1969)

O feliz e frutoso casamento da folk e do rock tem no disco de estreia dos Crosby, Stills & Nash um dos seus momentos mais altos

The Flying Burrito Brothers – The Gilded Palace of Sin (1969)

O álbum-manifesto que inventou o country rock.

Jefferson Airplane – Volunteers (1969)

Mensagens anti-guerra, pró-anarquia e de responsabilidade ecológica pincelam este Volunteers, um disco à altura do tumulto que pautou o final dos anos 60.

Santana – Santana (1969)

O disco de estreia de Santana é um caldeirão fervilhante feito de rock, ritmos latinos, improviso e psicadelismo.