The 13th Floor Elevators – The Psychedelic Sounds of The 13th Floor Elevators (1966)

Mais do que o primeiro disco a utilizar o adjetivo “psicadélico” no seu título, a estreia dos 13th Floor Elevators acendeu a chama que daria origem à revolução do ano seguinte.

Big Brother and the Holding Company – Cheap Thrills (1968)

O primeiro disco a revelar o génio de Janis Joplin. A angústia de uma geração captada, por fim, em vinil.

Otis Redding – Otis Blue: Otis Redding Sings Soul (1965)

Uma torrente de emoções que leva tudo a eito. A alma de todo um povo a transbordar.

Neil Young – Neil Young (1969)

Em 1969, a estreia de Neil Young fez-se com um dos seus discos mais trabalhados, que traz alguns clássicos que ecoam ainda hoje.

The Beach Boys – 20/20 (1969)

Lançado no dia 10 de fevereiro de 1969, o LP 20/20 da banda californiana Beach Boys, surgiu como uma resposta da banda ao descontentamento que o lançamento de Friends, um ano antes, havia gerado no seio da crítica.

King Crimson – In The Court Of The Crimson King (1969)

Os King Crimson chegam-se à frente de todos e editam o primeiro clássico absoluto do prog-rock. Sem grande pomposidade, sem grande alarido. Um murro no estômago.

The Beatles – Yellow Submarine (1969)

A banda sonora de Yellow Submarine, só lançada no ano seguinte, é uma mistura de grandes êxitos psicadélicos e arranjos orquestrais de George Martin. A banda, essa, já estava bem longe da beleza e tranquilidade de Pepperland… 

Van Morrison – Astral Weeks (1968)

Oito canções que parecem uma só, cheias de neblina e de sonho. Como se fôssemos estranhos neste mundo. Como se nascêssemos outra vez.

The Kinks – Are The Village Green Preservation Society (1968)

Os Kinks num registo em que, podemos afirmá-lo, a transcendência supera a imanência.

The Beatles – The Beatles [White Album] (1968)

O white album não é só um grande clássico cheio de canções imortais. É o cânone a partir do qual todos os álbuns-duplos são medidos.

Vários Artistas – Hair (1968)

Faz 50 anos que Hair, o musical de Jim Rado e Gerome Ragni, estreou na Broadway. Por ser bonita a data e por ser uma obra de exceção, o Altamont resolveu revisitá-la.

Pink Floyd – Ummagumma (1969)

Sem Barrett, os Pink Floyd estavam à beira do abismo. Ummagumma foi um tiro no…

Miles Davis – Nefertiti (1968)

A excelência das composições e a excelência interpretativa de quem lhes dá vida: Davis, Hancock, Shorter, Williams e Ron Carter, no baixo.

Pink Floyd – More (1969)

Os Pink Floyd dão de encontro com a 7ª Arte. Uma relação com altos e baixos mas que fez deles um grupo à parte dos seus pares na descoberta da originalidade.

Simon & Garfunkel – Bookends (1968)

Bookends faz 50 anos e qualquer um de nós está convidado para a festa. Simon and Garfunkel estão sempre à nossa espera e sempre ao nosso dispor, passe o tempo que passar.

Dr. John – Gris-Gris (1968)

Gris-Gris não está nem velho, nem cansado. Move-se ainda com a elegância de quem, mesmo totalmente pedrado, mantém a postura dos seus dignos 50 anos de idade.

Vários Artistas – Tropicália ou Panis et Circenses (1968)

Em vez de armas de fogo e repressão, a palavra cantada e a estética acolhedora e fulgurante do amor e da paz.

Strawberry Alarm Clock – Incense and Peppermints (1967)

Lançado no final de 1967, o álbum de estreia dos Strawberry Alarm Clock assume-se hoje…