Grateful Dead – Live/Dead (1969)

O documento definitivo da era psicadélica dos Grateful Dead e um dos melhores discos ao vivo dos anos sessenta.

Crosby, Stills & Nash – Crosby, Stills & Nash (1969)

O feliz e frutoso casamento da folk e do rock tem no disco de estreia dos Crosby, Stills & Nash um dos seus momentos mais altos

The Flying Burrito Brothers – The Gilded Palace of Sin (1969)

O álbum-manifesto que inventou o country rock.

Jefferson Airplane – Volunteers (1969)

Mensagens anti-guerra, pró-anarquia e de responsabilidade ecológica pincelam este Volunteers, um disco à altura do tumulto que pautou o final dos anos 60.

Santana – Santana (1969)

O disco de estreia de Santana é um caldeirão fervilhante feito de rock, ritmos latinos, improviso e psicadelismo.

Gerry Mulligan – Night Lights (1963)

Estamos perante um álbum que pode muito bem definir o que deve ser o chamado «smooth» jazz.

The Beatles – Abbey Road (1969)

Após a turbulência das gravações de Get Back/Let It Be, os Beatles voltam aos seus estúdios preferidos para gravar aquele que seria o seu último disco de originais. Abbey Road é, certamente, o melhor último disco de qualquer banda. A proeza só poderia estar a cabo dos quatro fantásticos de Liverpool.

The 13th Floor Elevators – The Psychedelic Sounds of The 13th Floor Elevators (1966)

Mais do que o primeiro disco a utilizar o adjetivo “psicadélico” no seu título, a estreia dos 13th Floor Elevators acendeu a chama que daria origem à revolução do ano seguinte.

Big Brother and the Holding Company – Cheap Thrills (1968)

O primeiro disco a revelar o génio de Janis Joplin. A angústia de uma geração captada, por fim, em vinil.

Otis Redding – Otis Blue: Otis Redding Sings Soul (1965)

Uma torrente de emoções que leva tudo a eito. A alma de todo um povo a transbordar.

Neil Young – Neil Young (1969)

Em 1969, a estreia de Neil Young fez-se com um dos seus discos mais trabalhados, que traz alguns clássicos que ecoam ainda hoje.

The Beach Boys – 20/20 (1969)

Lançado no dia 10 de fevereiro de 1969, o LP 20/20 da banda californiana Beach Boys, surgiu como uma resposta da banda ao descontentamento que o lançamento de Friends, um ano antes, havia gerado no seio da crítica.

King Crimson – In The Court Of The Crimson King (1969)

Os King Crimson chegam-se à frente de todos e editam o primeiro clássico absoluto do prog-rock. Sem grande pomposidade, sem grande alarido. Um murro no estômago.

The Beatles – Yellow Submarine (1969)

A banda sonora de Yellow Submarine, só lançada no ano seguinte, é uma mistura de grandes êxitos psicadélicos e arranjos orquestrais de George Martin. A banda, essa, já estava bem longe da beleza e tranquilidade de Pepperland… 

Van Morrison – Astral Weeks (1968)

Oito canções que parecem uma só, cheias de neblina e de sonho. Como se fôssemos estranhos neste mundo. Como se nascêssemos outra vez.

The Kinks – Are The Village Green Preservation Society (1968)

Os Kinks num registo em que, podemos afirmá-lo, a transcendência supera a imanência.

The Beatles – The Beatles [White Album] (1968)

O white album não é só um grande clássico cheio de canções imortais. É o cânone a partir do qual todos os álbuns-duplos são medidos.

Vários Artistas – Hair (1968)

Faz 50 anos que Hair, o musical de Jim Rado e Gerome Ragni, estreou na Broadway. Por ser bonita a data e por ser uma obra de exceção, o Altamont resolveu revisitá-la.