MGMT – Oracular Spectacular (2007)

Oracular Spectacular é um disco ambicioso e com ideias bem assentes, misturando com mestria as várias influências dos MGMT. Um clássico instantâneo que vale a pena descobrir em qualquer década que estejamos.

TV on the Radio – Return to the Cookie Mountain (2006)

Return to Cookie Mountain é, numa palavra, uma maravilha – um álbum experimental com um coração pop que deixa marcas profundas e irremediáveis a quem o absorve.

Gossip – Standing In The Way Of Control (2006)

Com os Gossip, Beth Ditto torna-se numa deusa improvável, numa explosiva mistura de pós-punk com a dança.

The Arctic Monkeys – Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not (2006)

O álbum de estreia dos Arctic Monkeys é um dos clássicos maiores do indie moderno: endiabrado, melódico e inteligente. Um tratado sobre o beco sem saída da adolescência nos subúrbios.

The Strokes – First Impressions Of Earth (2006)

Último capítulo da santíssima trindade, First Impressions of Earth é o álbum em que a banda assume com clareza o lugar no pedestal onde foi colocada.

Cansei de Ser Sexy – Cansei de Ser Sexy (2005)

O primeiro disco da banda Cansei de Ser Sexy foi uma autêntica pedrada no charco, um cometa em fúria que misturou rock, pop e eletrónica pelo mundo inteiro.

Editors – The Back Room (2005)

Os Editors conseguiram, com o disco de estreia, ganhar algum espaço no meio do universo indie que estava a explodir no início dos anos 2000, com guitarras rápidas e toque eletrónico.

The National – Alligator (2005)

Alligator é o último limar de arestas ao som dos National antes da merecida consagração que a ele se seguiu.

Kaiser Chiefs – Employment (2005)

Com riffs reconhecíveis ao primeiro dedelho, Employment, dos Kaiser Chiefs, arranjou o seu espaço na história da música britânica.

Bloc Party – Silent Alarm (2005)

Grito de raiva, alerta silencioso, disco assombroso. A estreia dos Bloc Party pega no melhor do rock de guitarras e acrescenta-lhe densidade atmosférica, temperada por letras de dor e solidão.

LCD Soundsystem – LCD Soundsystem (2005)

A estreia dos LCD Soundsystem, projeto do mago James Murphy, é um portentoso trabalho que, felizmente, não foi ocasional tiro certeiro.

The Strokes – Room On Fire (2003)

Ainda que ensombrado pelo sucesso de Is This It, Room On Fire é um disco incontornável, repleto de canções maiores do que a vida que ombreiam facilmente com os tops de qualquer lista das melhores canções do Indie Rock.

Black Keys – Rubber Factory (2004)

A definição da identidade, a confiança no som e o orgulho nas raízes musicais fazem de Rubber Factory, o primeiro grande cartão de visita dos Black Keys. Foi à terceira tentativa. A verdade é que poucos são os que acertam à primeira.

Kasabian – Kasabian (2004)

De um caldeirão de fórmulas vencedoras testadas em laboratório e em plateias aos saltos, misturadas com uma dose de paranóia psicotrópica, surge o álbum de estreia dos Kasabian, a melhor banda que Leicester viu nascer. Com os pés no apocalipse e os olhos nos grandes palcos.

The Killers – Hot Fuss (2004)

Com Hot Fuss, os Killers apresentaram os seus sintetizadores ao mundo – e começaram uma história de sucesso e de fim aparentemente ainda distante.

Franz Ferdinand – Franz Ferdinand (2004)

Com a sua explosiva mistura de indie rock com disco sound, o álbum de estreia dos Franz Ferdinand faz dançar as cinzas da tua tia-avó coxa.

Yeah Yeah Yeahs – Fever to Tell (2003)

Fever to Tell trouxe à onda revivalista rock de início de século um lado mais glam, de artifício e purpurina que as restantes bandas não tinham.