Amy Winehouse – Back to Black (2006)

Disseram-lhe que bastava mais ou menos. Respondeu que não, não, não…

Madvillain – Madvillainy (2004)

É um pequeno milagre (ou um testemunho do talento destes dois titãs) que, no meio deste turbilhão de contratempos e projetos paralelos, pudesse surgir um disco tão singular.

The Cure – 4:13 Dream (2008)

Ao final de 13 discos já é difícil encontrar surpresas nos The Cure, onde procuramos o gótico mas encontramos o pop.

The Cure – The Cure (2004)

Na ressaca do sucesso do nu-metal, os The Cure acrescentaram o peso certo à sua melancolia, participando na ressurreição do rock. O disco homónimo tem grandes canções mas foi eclipsado por novidades desse ano, como os Arcade Fire, Franz Ferdinand e Killers.

Los Hermanos – Ventura (2003)

Ventura consolidou em definitivo a ideia de que os Los Hermanos foram os maiores e os melhores representantes do indie-rock brasileiro. É um disco cheio de canções maiores do que a vida e uma obra exemplar de bom gosto estético e criativo.

Los Hermanos – Bloco do Eu Sozinho (2001)

Com Bloco Do Eu Sozinho os Los Hermanos provaram que é possível amadurecer dez anos em somente dois.

Sam The Kid – Beats. Vol 1 (2002)

Em dezembro de 2002, Sam The Kid, com 23 velas sopradas, entrega ao mundo a sua visão sobre o amor.

Broken Social Scene – You Forgot it in People (2002)

Em ano que promete ter novo disco de Broken Social Scene, deu-me para ir remexer no baú da banda e revisitar “You Forgot it in People”.

George Harrison – Brainwashed (2002)

Lançado postumamente, Brainwashed é prova de vida do incrível talento de George Harrison e, é acima de tudo, uma viagem pelo que sempre o definiu – humor, humanismo e, claro, espiritualidade.

Stephen Malkmus – Stephen Malkmus (2001)

O génio dos Pavement deixa a sua banda para trás e atira-se para o primeiro disco da sua futura carreira, mantendo-se em belíssima forma.

Roger Waters – Amused to Death (1992)

Contra tudo e contra todos, Roger Waters entrega ao público em 1992 um disco conceptual quando o formato estava completamente morto e enterrado. Talvez o mais marcante da sua carreira a solo.

Arcade Fire – Arcade Fire [EP] (2003)

A estreia dos Arcade Fire nos discos permitiu, desde logo, antever o futuro da banda canadiana. Os ingredientes, embora ainda confeccionados num ambiente caseiro, já lá estavam todos para serem aproveitados em Funeral.

Arcade Fire – Funeral (2004)

Porque é que Funeral é tão imenso, considerado por muitos como o disco da sua década? Pela sua originalidade? Pela sua beleza? Estamos em crer que a  resposta é outra: pela primazia quase fascista da emoção.

Beck – The Information (2006)

Em The Information, Beck deixa entrar o mundo que sempre viveu na sua música, um caldeirão de estilos que nunca desce de um nível elevado.

Beck – Guero (2005)

Mais de uma década após a estreia com Mellow Gold, Beck resolve baralhar e voltar a dar mas com uma proposta menos ousada do que os projectos anteriores. Em vez do esperado disco de ruptura, Hansen dá-nos uma espécie de Best Of.

Beck – Sea Change (2002)

Sea Change é um disco de derrota e perda – e no meio da angústia surgem quase sempre, é sabido, obras de exceção.

Da Weasel – Re-Definições (2004)

Mesmo que carecendo de motivo, o recobrar de um clássico parece pertinente. À parte isso, o que têm F. Scott Fitzgerald, Batatoon e Da Weasel em comum?

The Rita – Thousand Of Dead Gods (2006)

Thousand Of Dead Gods: sobre uma parcimónia contrária e ruidosa