Anderson .Paak – Malibu (2016)

O segundo disco de Anderson Paak é quase uma história da música negra americana, uma síntese feliz entre soul, jazz, funk e hip-hop. A sua voz rouca cheia de grão tem tanto de dor como de luz.

flying lotus Cosmogramma
Flying Lotus – Cosmogramma (2010)

O terceiro disco de Flying Lotus leva a arte dos beats instrumentais para um novo patamar de sofisticação. 

Weyes Blood - Titanic Rising
9/10
Weyes Blood – Titanic Rising (2019)

Em Titanic Rising, Weyes Blood mergulha completamente nas suas emoções e convida-nos a submergir também, ao som de sintetizadores e coros angelicais. 

PJ Harvey - Let England Shake
PJ Harvey – Let England Shake (2011)

Let England Shake é um álbum conceptual sobre o horror da guerra com letras literatas, melodias memoráveis e uma estética etérea. Nem só do rock vive PJ Harvey…

Future – DS2 (2015)

À terceira é de vez: DS2 é a obra-prima de Future. Trap sombrio encharcado em sedativos.

James Blake – James Blake (2011)

O álbum de estreia de James Blake traz algo que não se ouvia há muito tempo na pop: uma refrescante originalidade.

Grimes – Visions (2012)

É na celebração do artificial e do sintético que Grimes faz a sua pop; a tecnologia não como uma ameaça distópica mas como um paraíso de possibilidades infinitas. A geração smartphone a jogar finalmente em casa.

Fiona Apple – The Idler Wheel Is Wiser Than the Driver of the Screw and Whipping Cords Will Serve You More Than Ropes Will Ever Do (2012)

Ao quarto disco, Fiona troca os sonhos pop pela pura arte. A sua voz está tão ensopada de verdade que chega a raiar o obsceno.

Unknown Mortal Orchestra – Unknown Mortal Orchestra (2011)

Associados à nova vaga psicadélica, os UMO sempre foram, porém, um bicho diferente: mais originais, com pouca pachorra para os lugares comuns do acid rock.

Light Asylum – In Tension [EP] (2011)

É a intenção de explosão sonora que o duo carismático de Brooklyn, Light Asylum, promete e nos dá com este EP. Este trabalho viu a luz do dia há uma década, mas parece mais atual do que nunca.

8/10
Andrew Bird – My Finest Work Yet (2019)

No seu último álbum, Andrew Bird oferece-nos duas opções perante um futuro incerto: temermos o desconhecido ou rirmo-nos das pequenas satisfações que possamos tirar daí.

Sérgio Godinho – Mútuo Consentimento (2011)

Um disco apenas bom, traído por algumas canções menores. Destaque para a valsa gótica “Em Dias Consecutivos”, de uma beleza arrepiante.

8/10
Jonas Munk & Nicklas Sørensen – Always Already Here (2019)

Escapou-nos por entre as mãos no tempo em que saiu, mas conseguimos agarrá-lo agora. É…

Julia Jacklin – Don’t Let The Kids Win (2016)

Como se de uma carta aberta para a sua eu em crescimento se tratasse, com todas as questões e ânsias que o desenvolvimento acarreta, Julia oferece-nos um conjunto de poemas sobre a vida numa altura em que tudo parece incerto e assustador.

7/10
Bombay Bicycle Club – Everything Else Has Gone Wrong (2020)

Everything Else Has Gone Wrong mas os Bombay Bicycle Club estão de volta, em plena forma e com um bonito disco, mantendo a habilidade de sempre de nos fazer dançar envoltos nos seus sons etéreos.

Joanna Newsom – Have One On Me (2010)

Ao terceiro tomo, Joanna traz-nos 3 discos de uma assentada: excêntricos e barrocos, é certo, mas também surpreendentemente acessíveis.

Robyn Hitchcock – Robyn Hitchcock (2017)

Pode ser que não entre à primeira, mas vale a pena insistir.

Arthur Russell – Iowa Dream (2019)

Não é fácil classificar a música de Arthur Russell.