Kraftwerk – Trans-Europe Express (1977)

A obra-prima dos Kraftwerk. Afinal, é possível fazer poesia com máquinas.

The Specials – The Specials (1979)

O álbum de estreia dos Specials capta na perfeição o espírito tumultuoso do tempo. E fá-lo escolhendo um lado da barricada: o das pessoas decentes contra a estupidez do racismo.

Can – Tago Mago (1971)

Os Can são a típica banda krautrock: eruditos e libertários, fazendo filtros para os joints com as pautas do Conservatório.

Ramones – Leave Home (1977)

Como pode uma banda fazer um disco praticamente igual ao anterior e mesmo assim soar…

The Jam – In the City (1977)

In the City é um dos documentos, o primeiro, de uma quiet revolution, de gravata e bons fatos, que Weller continua a fazer.

Richard Hell & The Voidoids – Blank Generation (1977)

Blank Generation deve ser considerado um estrondoso triunfo. Honra lhe seja feita, ouvindo-o.

The Stranglers – No More Heroes (1977)

No More Heroes é um disco incendiário, embora sem a histeria convulsiva e inconsequente de muitos outros produzidos e lançados no boom punk daquele período de tempo.

Sex Pistols – Never Mind The Bollocks, Here’s The Sex Pistols (1977)

A ideia de tudo apagar, de demolir as próprias ruínas para recomeçar do zero, para pensar e construir de maneira totalmente nova foi o leitmotiv que guiou o conjunto inglês.

Iggy Pop – Lust for Life (1977)

Ao segundo disco, Iggy Pop canaliza o poder agressivo do som dos Stooges com as mais valias assimiladas durante as gravações de The Idiot.

Talking Heads – Talking Heads: 77 (1977)

Disco de estreia de uma das bandas que contribuiu em larga medida para o pop rock como o conhecemos hoje, Talking Heads:77 ainda soa fresco e actual.

The Clash – The Clash (1977)

Os Clash têm uma elegância que nenhuma outra banda punk tem, são sujos mas sofisticados, como um vagabundo que só bebe champanhe.

Crosby, Stills, Nash & Young – Déjà Vu (1970)

De três passam a quarto. CSNY um dos supergrupos mais voláteis da história do Rock assinam a sua obra-prima logo à primeira tentativa.

Iggy & The Stooges – Raw Power (1973)

Iggy e seus comparsas estavam claramente à frente do seu tempo, e como tal, precisaram de um pouco mais até os restantes os perceberem.

Neil Young – After the Gold Rush (1970)

Em After the Gold Rush, Neil Young descobre-se pela primeira vez um melodista fora de série. São melodias memoráveis, umas atrás das outras, sem qualquer gordura no entremeio. Só filé mignon.

Neil Young – On the Beach (1974)

Depois do sucesso de Harvest, Neil Young precisou de se refugiar dos seus fãs e dos seus demónios. On the Beach é um documento desse exorcismo.

Pink Floyd – Animals (1977)

Entalado entre Wish You Were Here e The Wall, Animals é um disco duro e violento, mas que merece o seu lugar entre os melhores da discografia dos Pink Floyd.

Pink Floyd – Meddle (1971)

Quando se ouve Meddle e, principalmente, a faixa “Echoes” percebemos até onde nos estamos a…

Pink Floyd – Atom Heart Mother (1970)

Os Pink Floyd chegam ao inicio da década de 1970, apostados em continuar a experimentar. Saem os as canções psicadélicas da era-Barrett e entram as orquestras, os coros, o rock progressivo e as vacas.