Sun Ra – Lanquidity (1978)

Um disco de Sun Ra é sempre um acontecimento, e com as recentes edições de Lanquidity, volta a acontecer magia!

Genesis – Selling England By The Pound (1973)

Selling England By The Pound é um marco da história do rock progressivo. Um autêntico clássico absoluto, por isso resolvemos voltar a ele com toda a pompa e circunstância que merece. E em boa hora o fizemos!

Tangerine Dream – Electronic Meditation (1970)

Electronic Meditation é um dos mais importantes discos da riquíssima história da música dita eletrónica.

Peter Baumann – Trans Harmonic Nights (1979)

Peter Baumann ainda hoje está vivo e ativo no mundo da música. Continua a fazer o seu caminho de forma assinalável, com os altos e baixos próprios da criação artística.

José Afonso – Fura Fura (1979)

Fura, Fura ocupa um lugar singular na discografia de José Afonso, talvez por ser o mais dramatúrgico dos seus álbuns: oito dos doze temas provêm de colaborações com o teatro.

José Afonso – Enquanto Há Força (1978)

Chegado a 1978, Zeca faz o seu disco mais rico e instrumentalmente completo, cheio de África, repleto de protesto mas sem ceder ao facilitismo pós-censura e que espelha desencanto mas sem se deixar vergar.

José Afonso – Com as Minhas Tamanquinhas (1976)

Com as Minhas Tamanquinhas troca a poesia cuidada dos discos anteriores por um estilo panfletário mas imaginativo. Uma crónica vivida da revolução de Abril. Primeiro andamento: o sonho do PREC. Segundo andamento: o fim da festa.

José Afonso – Coro dos Tribunais (1975)

O primeiro disco de Zeca após o 25 de Abril é um dos seus melhores, mesmo que tenha resistido à tentação de, a quente, servir de crónica aos dias da Revolução.

José Afonso – Venham Mais Cinco (1973)

O disco mais arrojado de Zeca foi o último editado durante a ditadura. Trouxe uma revolução na secção rítmica e aperfeiçoou tudo o que o músico tinha fundado anteriormente.

José Afonso – Eu Vou Ser Como a Toupeira (1972)

A casa de “A Morte Saiu à Rua” é um tratado de como ser político sem ser panfletário, num disco que continua fresco, lírico e incontornável.

José Afonso – Cantigas do Maio (1971)

Cantigas do Maio não é só o melhor álbum do Zeca. É o nosso melhor disco, ponto. O momento em que o seu bonito projecto – de reinvenção profunda da música tradicional portuguesa – atinge o seu auge poético.

José Afonso – Traz Outro Amigo Também (1970)

O virar da década não travou o crescimento de José Afonso que, com Traz Outro Amigo Também, lançou o prelúdio de uma década de revolução.

Milton Nascimento – Geraes (1976)

Geraes vem na sequência de Minas. Estão ligados umbilicalmente, embora não sejam gémeos. Ou, se…

Bob Marley – Exodus (1977)

Depois de o terem tentado matar, no final de 1976, Marley foge da Jamaica e…

Cartola – Cartola (1976)

A eternidade em duas faces da mesma rodela! Poucos anos antes da sua morte, e…

The Raincoats – The Raincoats (1979)

Álbum inquestionavelmente seminal, The Raincoats é um dos expoentes máximos da ética do it yourself,…

Caetano Veloso – Transa (1972)

A data é comemorativa, mas servirá sobretudo como lembrete: ouvir Transa é urgente, mesmo passados…

Neu! – Neu! 75 (1975)

Neu! 75, terceiro álbum do duo de Dusseldörf, é a sua incontestável obra-prima. Contemplativa no lado A, mas zangada no lado B, lança pistas em todas as direcções. Um farol para a música ambiente e para o pós-punk.