Harmonia – Deluxe (1975)

Revisitar Deluxe, dos alemães Harmonia, é sempre um grade acontecimento! O disco resume bem um certo tipo de krautrock feito nos anos 70 e continua a mostrar intactos todos os seus múltiplos predicados. É, na verdade, um luxo!

João Gilberto – João Gilberto (1973)

João Gilberto foi sempre preferindo uma aproximação cada vez mais minimalista no que toca à execução da sua arte: a de fazer diamantes sonoros.

Secos & Molhados – Secos & Molhados (1973)

Bastou apenas este primeiro disco para os Secos & Molhados se colocarem eternamente no Olimpo da música popular brasileira.

AC/DC – Highway to Hell (1979)

Chamem-lhes brutos, broncos, o que quiserem, mas há mais vitalidade rock’n’roll num só riff seu do que em toda a discografia dos Editors.

Milton Nascimento – Minas (1975)

É um disco enorme, intrincado e esplendoroso como poucos. Um autêntico triunfo do Grupo de Minas, sempre com o bom Bituca no comando das operações.

Eumir Deodato – Prelude (1973)

Ouvir Prelude 46 anos depois do seu nascimento é uma obrigação e um prazer.

Black Sabbath – Vol. 4 (1972)

O segredo de Vol. 4 está no seu equilíbrio perfeito entre sofisticação e brutalidade. O melhor smoking para o pior matadouro.

James Taylor – Gorilla (1975)

Gorilla é um álbum alegre, que não larga o amor.

The B-52’s – The B-52’s (1979)

The B-52’s é uma festa no hospício, uma pista de dança em Marte, uma criança feliz a conduzir o carro do pai em contramão.

Led Zeppelin – In Through the Out Door (1979)

In Through the Out Door é um disco lamentável. Tudo aquilo que é grande nos Led Zeppelin é pequeno nesta sua última obra.

Led Zeppelin – Presence (1976)

Presence, marcado por dúvidas e uma fuga para frente, é o início do fim do domínio mundial dos Led Zeppelin, e o seu último disco que ainda merece um lugar ao lado das obras-primas anteriores

Led Zeppelin – Physical Graffiti (1975)

Uma obra oriunda de um tempo em que o rock estava a começar a ficar aburguesado e as suas estrelas cada vez mais afastadas do público.

Led Zeppelin – Houses of the Holy (1973)

Houses of the Holy pode não ser tão poderoso como os dois primeiros discos, tão impactante quanto o terceiro ou repleto de clássicos como o quarto, mas o que lhe falta nessas características, compensa em variedade.

Milton Nascimento / Lô Borges – Clube da Esquina (1972)

De todo o património da música brasileira, Clube Da Esquina é incontestavelmente um dos trabalhos…

Led Zeppelin – Led Zeppelin IV (1971)

Led Zeppelin IV, o disco místico, o álbum sem nome, é o momento de consagração de deuses. Seres que re-inventaram o rock e o blues. Que brincaram com o folk e abriram as portas ao heavy metal.

Led Zeppelin – Led Zeppelin III (1970)

Com dois discos que estabeleceram um novo padrão na fusão de blues com rock pesado, os Led Zeppelin desdobram-se no seu terceiro disco, mostrando que também dominam o lado mais contemplativo da música.

Harmonia – Music Von Harmonia (1973)

Abençoados sejam os génios de Moebius, Roedelius e Rother.

Kraftwerk – Trans-Europe Express (1977)

A obra-prima dos Kraftwerk. Afinal, é possível fazer poesia com máquinas.