Gil Scott-Heron – Pieces of a Man (1971)

Pieces of a Man é o nascimento do rap, sim, mas é muito mais do que isso. É uma obra maior da música negra norte-americana, misturando poesia, soul, funk e activismo, na voz do inimitável Gil Scott-Heron

Bob Marley – Survival (1979)

Depois do exílio e do maior sucesso da sua carreira, Marley volta à Jamaica e faz o seu disco mais político, um hino à unidade africana

Amazing Grace – Aretha Franklin (1972)

Amazing Grace não é apenas um dos mais soberbos discos ao vivo que alguma vez foram gravados. É um milagre sob a forma de canções.

The Beatles – Let It Be (1970)

Let it be não é o melhor disco dos Beatles, longe disso. Talvez seja, porém, o mais verdadeiro, vulnerável como uma ferida aberta, contraditório como a própria vida.

Paul McCartney – McCartney (1970)

Paul McCartney procura a sua identidade a solo como músico.

Som Ambiente – Som Ambiente (1972)

Som Ambiente é um conjunto de 11 faixas cheias de cor e calor.

Lou Reed – Transformer (1972)

O álbum charneira da carreira a solo de Reed fica para a história do rock…

Caetano Veloso, Gal Costa e Gilberto Gil – Temporada de Verão (ao vivo na Bahia)

Voltar a Temporada de Verão foi um inesperado e abençoado acontecimento!

The Cure – Three Imaginary Boys (1979)

Em 1979, uns muitos jovens The Cure estreavam-se em disco com Three Imaginary Boys, um petardo pós-punk ainda à procura do som que os tornaria grandes, nos álbuns seguintes.

Harmonia – Deluxe (1975)

Revisitar Deluxe, dos alemães Harmonia, é sempre um grade acontecimento! O disco resume bem um certo tipo de krautrock feito nos anos 70 e continua a mostrar intactos todos os seus múltiplos predicados. É, na verdade, um luxo!

João Gilberto – João Gilberto (1973)

João Gilberto foi sempre preferindo uma aproximação cada vez mais minimalista no que toca à execução da sua arte: a de fazer diamantes sonoros.

Secos & Molhados – Secos & Molhados (1973)

Bastou apenas este primeiro disco para os Secos & Molhados se colocarem eternamente no Olimpo da música popular brasileira.

AC/DC – Highway to Hell (1979)

Chamem-lhes brutos, broncos, o que quiserem, mas há mais vitalidade rock’n’roll num só riff seu do que em toda a discografia dos Editors.

Milton Nascimento – Minas (1975)

É um disco enorme, intrincado e esplendoroso como poucos. Um autêntico triunfo do Grupo de Minas, sempre com o bom Bituca no comando das operações.

Eumir Deodato – Prelude (1973)

Ouvir Prelude 46 anos depois do seu nascimento é uma obrigação e um prazer.

Black Sabbath – Vol. 4 (1972)

O segredo de Vol. 4 está no seu equilíbrio perfeito entre sofisticação e brutalidade. O melhor smoking para o pior matadouro.

James Taylor – Gorilla (1975)

Gorilla é um álbum alegre, que não larga o amor.

The B-52’s – The B-52’s (1979)

The B-52’s é uma festa no hospício, uma pista de dança em Marte, uma criança feliz a conduzir o carro do pai em contramão.