Em I Built You a Tower, os Death Cab For Cutie voltam a um território conhecido: o da melancolia, reconciliação e mudanças inevitáveis.
Kurt Vile: Philadelphia’s been good to me (2026)
O décimo trabalho de estúdio de Kurt Vile é uma viagem longa e hipnótica pela vastidão do deserto, onde seguimos lentamente de carro acompanhados pelo músico.
Momoko Gill – Momoko (2026)
Um disco delicioso que nos veio parar ao colo, Momoko é cativante e belo e expressivo e será mais uns quantos adjectivos superlativos que agora não me ocorrem.
Bedouine – Neon Summer Skin (2026)
Em Neon Summer Skin, Bedouine revisita as feridas e memórias que moldaram a sua vida, convertendo uma vida marcada por deslocamentos, conflitos e nostalgia numa obra comovente e de profunda beleza.
Sr. Chinarro – El Año de la Pera (2026)
El Año de la Pera não é uma compilação. É, isso sim, um olhar renovado sobre temas dos primeiros tempos de um artista sem tempo que o limite.
Iceage – For Love of Grace & the Hereafter (2026)
O mais recente dos Iceage recupera a espontaneidade do início de carreira, sem abdicar da riqueza melódica conquistada ao longo da última década. O resultado é, talvez, o disco mais humano da sua discografia.
Unsafe Space Garden – O Melhor e o Pior da Música Biológica (2026)
Ao quarto disco, os USG conseguiram alcançar o equilíbrio perfeito entre conceito e melodia. Pela primeira vez cantam tudo em português (e com uma vivíssima pronúncia do Norte), num disco que reflecte, questiona e parodia o que é isto de ser pessoa humana no planeta Terra.
Prodigy – The Fat of the Land (1997)
Uma granada de adrenalina e de agressividade electrónica que levou os Prodigy ao topo do mundo.
Bush – Sixteen Stone (1994)
Quando um disco consegue provocar-nos as mesmas sensações em qualquer idade, é porque é um disco de que gostamos mesmo. Sixteen Stone não está bem nessa categoria.
Jamiroquai – Travelling Without Moving (1996)
O disco definidor de Jamiroquai é uma bomba funk carregada de energia e de grandes canções.
Lemon Twigs – Look For Your Mind! (2026)
Michael e Brian D’Addario, os harmónicos “irmãos limão”, voltam com mais um brilhante álbum e, a este ponto, começo a desconfiar que sempre tiveram consigo um gerador infinito de canções de 3 minutos, ao estilo dos anos 60, com harmonias vocais de deixar cair o queixo. É que, ao quinto álbum, começa a parecer fácil.
Soma Please – Ballet (2026)
Ballet é o primeiro trabalho dos Soma Please, uma nova banda que soa confiante no seu som e que vale a pena escutar.
The Clockworks – The Entertainment (2026)
Nem tudo se perde, do primeiro para este segundo álbum, mas muito se transforma nos The Clockworks.
Kevin Morby – Little Wide Open (2026)
Entre folk-rock sereno, crescendos emocionais e canções que soam a abraço, Kevin Morby transforma Little Wide Open num disco sobre aceitar o passado sem perder a esperança no futuro.
Lykke Li – The Afterparty (2026)
The Afterparty é disco cheio de melancolia e escuridão mas que continua a fazer dançar. E que pode muito bem ser o último da artista sueca.
Moby – Play (1999)
Em 1999, quando Moby lançou Play, poucos imaginavam que um disco melancólico, construído sobre batidas eletrónicas suaves e velhas gravações de blues e gospel norte-americano, se transformaria num dos álbuns mais omnipresentes da viragem do milénio.