8/10
Jessica Pratt – Quiet Signs (2019)

Quiet Signs é decididamente americano, um americanismo bucólico paralisado na natureza morta das palavras de Whitman e, agora, recuperado pelo timbre anasalado de Pratt.

7.5/10
Sharon Van Etten – Remind Me Tomorrow (2019)

Remind Me Tomorrow não é, certamente, o melhor álbum de Sharon Van Etten mas é um disco bastante sólido, com algumas canções exímias e que revela a coragem de mudar. Saudemos isso.

8/10
Panda Bear – Buoys (2019)

Panda Bear regressou diferente. Mais tranquilo, mais capaz de fazer valer a simplicidade melódica acima de qualquer outra coisa. Despiu a sua música de fardos pesados e resolveu dar-nos Buoys, uma enorme e agradável surpresa.

King Crimson – In The Court Of The Crimson King (1969)

Os King Crimson chegam-se à frente de todos e editam o primeiro clássico absoluto do prog-rock. Sem grande pomposidade, sem grande alarido. Um murro no estômago.

5/10
The Dandy Warhols – Why You So Crazy (2019)

Os Dandy Warhols entregam-nos um disco despretensioso, com duas ou três faixas que talvez sobrevivam ao tempo mas que não vai, com certeza, ficar na memória no longo prazo.

7/10
Malibu Ken – Malibu Ken (2019)

Malibu Ken dá-nos o melhor de dois ermitas da música alternativa, num projeto que só peca por não ser mais longo.

7.5/10
Zanibar Aliens – III (2018)

Ao terceiro disco, os Zanibar Aliens esticam as asas para algumas novas paisagens sonoras, sem perder o puro sangue rock que sempre os caracterizou

Broken Social Scene – You Forgot it in People (2002)

Em ano que promete ter novo disco de Broken Social Scene, deu-me para ir remexer no baú da banda e revisitar “You Forgot it in People”.

Led Zeppelin – BBC Sessions (1997)

Um condensado testemunho da caminhada dos Zeppelin, monumento ao rock, às guitarras e aos excessos, uma ostensiva exibição de génio.

7/10
Djavan – Vesúvio (2018)

Vesúvio não representa uma erupção de criatividade, mas dá sinais da qualidade que o músico tantas vezes mostrou. Djavan regressa em boa forma, e isso será sempre motivo de satisfação.

Led Zeppelin – Coda (1982)

Dois anos depois do fim oficial da banda, surge Coda, reunião de outtakes de discos anteriores, servindo para cumprir obrigações contratuais e para a despedida sem grande glória

Led Zeppelin – In Through the Out Door (1979)

In Through the Out Door é um disco lamentável. Tudo aquilo que é grande nos Led Zeppelin é pequeno nesta sua última obra.

Led Zeppelin – Presence (1976)

Presence, marcado por dúvidas e uma fuga para frente, é o início do fim do domínio mundial dos Led Zeppelin, e o seu último disco que ainda merece um lugar ao lado das obras-primas anteriores

8.5/10
Richard Swift – The Hex (2018)

Richard Swift é um génio do nosso tempo. Provavelmente, à frente do nosso tempo, que só será devidamente reconhecido daqui a vários anos. Pena, se isso acontecer, ainda assim, será sempre reconhecimento merecido.

Led Zeppelin – Physical Graffiti (1975)

Uma obra oriunda de um tempo em que o rock estava a começar a ficar aburguesado e as suas estrelas cada vez mais afastadas do público.

Led Zeppelin – Houses of the Holy (1973)

Houses of the Holy pode não ser tão poderoso como os dois primeiros discos, tão impactante quanto o terceiro ou repleto de clássicos como o quarto, mas o que lhe falta nessas características, compensa em variedade.

Milton Nascimento / Lô Borges – Clube da Esquina (1972)

De todo o património da música brasileira, Clube Da Esquina é incontestavelmente um dos trabalhos…

Led Zeppelin – Led Zeppelin IV (1971)

Led Zeppelin IV, o disco místico, o álbum sem nome, é o momento de consagração de deuses. Seres que re-inventaram o rock e o blues. Que brincaram com o folk e abriram as portas ao heavy metal.