Dinosaur Jr. – There Near (2026)

Dizem estar quase lá, mas o trio de Amherst conseguiu mesmo tirar mais um disco da cartola, ainda que com partes sobresselentes de tudo o que veio para trás.

Beck – Ride Lonesome (2026)

Beck regressa com Ride Lonesome, uma receita atualizada da fina arte da nostalgia.

Carsie Blanton & The Burning Hell – Everything is Great (2026)

Um disco de protesto feito de ternura, ironia e belas canções. Quem diria que derrubar o capitalismo podia ser tão bonito?

Bloc Party – Anatomy of a Brief Romance (2026)

O sétimo álbum de estúdio de Bloc Party é a história de desamor de Kele Okareke, contada em estilo confessional. Mas será que queríamos mesmo saber?

emmy Curl – Pastoral 2.0 (2026)

“Ouver” o trabalho de emmy Curl é um mergulho nas águas límpidas da Cultura, ainda por cima agora que se estreia a cantar em Mirandês. E um bálsamo em tempos sombrios e acelerados que exigem paragens para pensamento.

Benjamim – Crónicas do Monte Zeus (2026)

O Apolo da música portuguesa está de regresso! Conviveu com Zeus e tem coisas humanas para nos dizer.

Varge Mondar – Jogo do Bicho (2026)

Será possível mudar o mundo (bolha) em menos de 10 minutos? O primeiro trabalho gravado dos Varge Mondar tem exactamente 8:29 minutos. Fazendo jus ao que já esperamos da banda, o lançamento de Jogo do Bicho é um grito (muito) rápido no meio do caos.

Nina Simone – Wild is the Wind (1966)

O Olimpo será demasiado pequeno para Nina?

Orchestral Manoeuvres in the Dark – Organisation (1980)

Mais de quatro décadas e meia passadas, regressamos a um momento gélido e hipnótico. Orquestrámos manobras no escuro do tempo sem nos perdermos no caminho.

The Smiths – Meat is Murder (1985)

Meat is Murder é um dos discos mais emblemáticos da reinvenção do post-punk britânico dos anos 80, tão relevante que até foi premiado com um pacote de bolachas.

Margarida Campelo — Música de Elevador (2026)

Música de Elevador é o novo disco de Margarida Campelo e vem mostrar, uma vez mais, uma artista capaz de fazer coisas verdadeiramente novas, daquelas que só saem cá para fora quando nos despojamos de toda a seriedade que o mundo nos incute.

Westside Cowboy – It Goes On (2026)

It Goes On é um disco de guitarras, sim, mas não é simplesmente mais um daqueles discos de indie-rock britânico, que parecem ter sido fabricados para preencher festivais.

Jungle – Sunshine (2026)

Sunshine, o quinto disco de Jungle, repete a fórmula de eletrónica dançável que os tornou um sucesso mas que também pode ser o maior inimigo da evolução da dupla.

Aldous Harding – Train on the Island (2026)

Vem chegando aos poucos, com aquele atraso bom que ninguém se importa de esperar. Vem de uma ilha perdida, afortunada, onde reina uma voz que é tão múltipla, quanto bela.

New Order – Substance (1987)

Ah, os New Order e a sua velha desordem, o seu caos controlado de singles fora de álbuns e canções com múltiplas versões, sobre as quais ainda hoje se debate qual é a “definitiva”.

Phoebe Bridgers – Lost Weekend (2026)

Foram seis anos de espera, mas Phoebe Bridgers presenteou o mundo com um novo LP. Lost Weekend foi lançado a 14 de agosto, pela Dead Oceans, e traz um indie folk bridgeriano com novas camadas de electrónica e ambient, resultando no seu disco mais sombrio e mais difícil de digerir.

Zeca Veloso – Boas Novas (2025)

As boas novas, por vezes, tardam em chegar. Mas quando chegam, “um pé no mar, um pé no chão”, espalham alegrias tão imensas, que fazem com que tenhamos de as celebrar.

Foo Fighters – The Colour and the Shape (1997)

Será The Colour and the Shape um disco que só faz sentido para quem o ouviu na sua altura ou aguentou bem os 29 anos que carrega às costas? Façamos o teste do algodão.