Burial – Untrue (2007)

O segundo tomo de Burial, Untrue, é considerado por muitos como o melhor álbum de música electrónica do século XXI: opressivo e cinemático, sujo e comovente.

7.5/10
Pedro de Tróia – Tinha de Ser Assim (2021)

Em Tinha de Ser Assim apagou-se a chama eufórica da festa na areia. O timoneiro Pedro de Tróia agora está crescido.

7/10
Sensible Soccers – Manoel (2021)

Servindo de banda sonora para dois filmes de Manoel de Oliveira, o último disco dos Sensible Soccers vê a banda portuense a expandir a sua palete sonora

New Order – Power Corruption and Lies (1983)

Os New Order a mostrarem-se ao mundo, já libertos dos Joy Division, com uma nova…

8/10
King Gizzard & The Lizard Wizard – Butterfly 3000 (2021)

O décimo-oitavo disco dos King Gizzard & the Lizard Wizard, Butterfly 3000, é dominado por sintetizadores, arpejos orientais e um psicadelismo saltitante e feliz. Mais um tiro certeiro, para não variar.

9/10
BADBADNOTGOOD – Talk Memory (2021)

A musicalidade dos BADBADNOTGOOD volta a extravasar fronteiras jazz e o resultado final é impressionante…

7/10
Lefty – Andrómeda (2021)

Quatro pessoas com passados entre o hip hop e a música tradicional juntaram-se para fazer um disco de rock’n’roll puro, sem manhas e com óptimas canções.

8/10
Public Service Broadcasting – Bright Magic (2021)

Bright Magic é um disco cheio de amor por Berlim e pelo que a capital alemã deu à música no século passado. É, sobretudo, uma bela homenagem sonora que os Public Service Broadcasting resolveram fazer chegar até nós, cidadãos do mundo.

8/10
Joana Espadinha – Ninguém Nos Vai Tirar o Sol (2021)

Joana Espadinha está de regresso com um conjunto de canções tocantes, envolventes, dançantes e intemporais.

The Incredible String Band – The Hangman’s Beautiful Daughter (1968)

O terceiro disco dos Incredible String Band, The Hangman’s Beautiful Daughter, é um dos clássicos maiores do folk psicadélico. Pai do Tim Buckley. Avô dos Fleet Foxes.

9/10
Little Simz – Sometimes I Might Be Introvert (2021)

É impressionante a evolução que Little Simz teve em apenas dois anos. A diferença entre…

MGMT – Oracular Spectacular (2007)

Oracular Spectacular é um disco ambicioso e com ideias bem assentes, misturando com mestria as várias influências dos MGMT. Um clássico instantâneo que vale a pena descobrir em qualquer década que estejamos.

TV on the Radio – Return to the Cookie Mountain (2006)

Return to Cookie Mountain é, numa palavra, uma maravilha – um álbum experimental com um coração pop que deixa marcas profundas e irremediáveis a quem o absorve.

Gossip – Standing In The Way Of Control (2006)

Com os Gossip, Beth Ditto torna-se numa deusa improvável, numa explosiva mistura de pós-punk com a dança.

The Arctic Monkeys – Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not (2006)

O álbum de estreia dos Arctic Monkeys é um dos clássicos maiores do indie moderno: endiabrado, melódico e inteligente. Um tratado sobre o beco sem saída da adolescência nos subúrbios.

The Strokes – First Impressions Of Earth (2006)

Último capítulo da santíssima trindade, First Impressions of Earth é o álbum em que a banda assume com clareza o lugar no pedestal onde foi colocada.

Cansei de Ser Sexy – Cansei de Ser Sexy (2005)

O primeiro disco da banda Cansei de Ser Sexy foi uma autêntica pedrada no charco, um cometa em fúria que misturou rock, pop e eletrónica pelo mundo inteiro.

Editors – The Back Room (2005)

Os Editors conseguiram, com o disco de estreia, ganhar algum espaço no meio do universo indie que estava a explodir no início dos anos 2000, com guitarras rápidas e toque eletrónico.