O novo álbum de Jack White traz-nos um elétrico festival de irreverência rock (e não só…), deixando bem claro que está em boa forma criativa. Reservem-lhe lugar – é bem provável que esta alucinante viagem, pronta para deslumbrar ao vivo, venha a estar entre os melhores discos do ano.
Jay-Jay Johanson – Whiskey (1996)
A dança da memória faz-se dentro de nós, assim como a procura por um lugar que nunca existiu. E um trago de whiskey pode ajudar a espicaçar o silêncio de anos.
Fabiano do Nascimento – Vila (2026)
Uma brisa de fim de tarde num disco que cruza a bossa nova, a orquestra e o jazz
Sunday Mourners – A-Rhythm Absolute (2026)
Há um quorum tão sólido nas preferências dos Sunday Mourners, que é absolutamente legítimo projectar dessa coesão o surgimento de novos trabalhos, tão bons ou melhores, que A-Rhythm Absolute. Caros entusiastas, temos banda!
Berndt / Schmidt – Cloud Machines (2026)
Cloud Machines é de uma intranquila serenidade deslumbrante, um disco sem tempo, onde passado e futuro habitam um espaço que foge a toda e qualquer dimensão.
Luke Haines – Izzy Wizzy Let’s Get Busy (2026)
Não se resiste à magia de Luke Haines e este Izzy Wizzy Let’s Get Busy é bruxaria sonora psicadélica da mais alta qualidade.
Brigitte calls me baby – Irreversible (2026)
Pode uma banda de Chicago encarnar os Smiths e ainda assim fazer um grande disco de canções pop? Yes, we can!
Panda Bear & Sonic Boom – A ? of When (2026)
Panda Bear e Sonic Boom estão de novo juntos. Ao que parece, era apenas a question of when até ao seu regresso.
Jalen Ngonda – Doctrine of Love (2026)
Jalen Ngonda não pretende ser um clássico futuro, mas, sim, um clássico do passado.
Felizes para Sempre – Felizes para Sempre (2026)
No seu EP de estreia, os Felizes para Sempre propõem canções curtas que, sem se levarem demasiado a sério, têm o condão de nos fazer viajar e abanar a cabeça em medidas iguais.
Olivia Rodrigo – you seem pretty sad for a girl so in love (2026)
You seem pretty sad for a girl so in love é o álbum mais maduro, consistente e ambicioso de Olivia Rodrigo. É extremamente realista no retrato de um namoro jovem e sequenciado como se de um filme se tratasse.
CMAT – EURO-COUNTRY (2025)
Seja pela relevância da mensagem ou pela irreverência com que a entrega, o último disco de CMAT merece mais atenção.
MARO — hortelã (2023)
Guitarras acústicas e flamencas e uma voz quente fazem hortelã, um álbum de honestidade bruta e de conclusões para novos começos.
PICAS – Vendavais (2026)
Há estreias que procuram convencer de imediato. Vendavais, de PICAS, prefere insinuar-se, e é bem melhor assim.
Death Cab For Cutie – I Built You A Tower (2026)
Em I Built You a Tower, os Death Cab For Cutie voltam a um território conhecido: o da melancolia, reconciliação e mudanças inevitáveis.
Kurt Vile: Philadelphia’s been good to me (2026)
O décimo trabalho de estúdio de Kurt Vile é uma viagem longa e hipnótica pela vastidão do deserto, onde seguimos lentamente de carro acompanhados pelo músico.