8/10
Panda Bear & Sonic Boom – Reset (2022)

Noah Lennox voltou aos discos e veio na companhia de Peter Kember. O mesmo é dizer que Reset, o álbum, resulta das mentes criativas de Panda Bear e de Sonic Boom. E resulta airosamente bem.

7/10
Valter Lobo – Primeira Parte de Um Assalto (2022)

Se o Valter Lobo é um dos segredos mais bem guardados da música portuguesa, o seu terceiro disco, Primeira Parte de Um Assalto é a prova que, mesmo quando escondida, a boa música vem à tona.

6/10
Interpol – The Other Side of Make-Believe (2022)

Sétimo disco da banda nova-iorquina, The Other Side of Make-Believe é melhor que os anteriores,…

Goldfrapp – Felt Mountain (2000)

Um disco que é um exercício de hipnotismo, repleto de coisas boas, estranhas, suaves, mas…

8/10
Melody’s Echo Chamber – Emotional Eternal (2022)

Ao terceiro álbum, Melody Prochet traz-nos um trabalho límpido, melódico e impregnado do charme francês,…

6/10
Spoon – Lucifer on the Sofa (2022)

Ao décimo disco de estúdio os Spoon oferecem-nos um disco indie rock leve e despretensioso.…

Feist – The Reminder (2007)

Ao terceiro disco, a canadiana Feist chegou à primeira divisão e marcou o seu território:…

Muddy Waters – The Best of Muddy Waters (1958)

The Best of Muddy Waters, de 1958, colige os melhores singles que o bluesman publicou na Chess Records entre 1948 e 1954. Uma resenha perfeita da revolução eléctrica comandada por Muddy Waters nos anos de ouro do pós-guerra.

7/10
Los Bitchos – Let the festivities begin! (2022)

Quatro raparigas de países diferentes entram num bar e, com a produção de Alex Kapranos,…

7/10
Metric – Formentera (2022)

Com este novo disco, os Metric passeiam-se entre a eletrónica e o indie rock com…

Lena d’Água & Atlântida – Perto de Ti (1982)

A memória tem apetites particulares. Fomos ouvir de novo Perto de Ti, o primeiro disco de Lena d’Água com a banda Atlântida. O reencontro ocorreu sem grandes desilusões, o que é sempre bom sinal.

7.5/10
King Gizzard and the Lizard Wizard – Omniun Gatherum (2022)

Ao 20º disco em dez anos, os King Gizzard dão-nos um álbum duplo esquizofrénico mas muito satisfatório, que vai do trash ao hip-hop, passando pela chillwave e por tudo o mais que conseguiram meter neste caldeirão de criatividade.

The Prodigy – Experience (1992)

O primeiro dos Prodigy, Experience, transporta-nos para as raves do início dos anos 90: um disco frenético, extasiado, colorido…

6/10
Jonas – São Jorge (2021)

São Jorge, álbum de estreia do fadista lisboeta Jonas, incorpora o fado tradicional e as temáticas contemporâneas, sendo um disco essencial na discografia da nova geração do fado. 

7.5/10
black midi – Hellfire (2022)

Os black midi estão de regresso com Hellfire. Ao terceiro álbum, os irrequietos londrinos conseguem manter bem identificáveis as suas excêntricas particularidades, embora de maneira ligeiramente mais friendly.

José Pinhal – Vol. 1 (1984)

A receita é simples: sotaque portuense acérrimo, bigode farto e um smoking branco, somando-se ainda melodias que dificilmente não ficam na cabeça e letras sinceras que agora regressam em nome do apreço pelo que a cultura portuguesa tem de mais valioso.

Marcos Valle – Previsão do Tempo (1973)

Previsão do Tempo, disco que Marcos Valle lançou no distante ano de 1973, é uma autêntica caixinha de surpresas.

Jorge Palma – O Lado Errado da Noite (1985)

Fala-se muito da perfeição de O Bairro do Amor mas esquece-se, demasiadas vezes, da outra obra-prima de Jorge Palma. Sejam então bem-vindos a’O Lado Errado da Noite.