6/10
Priests – The Seduction of Kansas (2019)

É indisfarçável vir ao de cima um sentimento de desilusão com este disco dos Priests.

Secos & Molhados – Secos & Molhados (1973)

Bastou apenas este primeiro disco para os Secos & Molhados se colocarem eternamente no Olimpo da música popular brasileira.

The Ronettes – Presenting the Fabulous Ronettes featuring Veronica (1964)

Tudo na sua estética é candura e romantismo, a antítese da sensualidade selvagem do rockabilly.

TIMELINE – Mild High Club (2015)

Quando chegar a minha vez de ser pai, vou «atormentar» os ouvidos dos meus filhos com o álbum de estreia dos Mild High Club, Timeline, de 2015.

8/10
Manel Cruz – Vida Nova (2019)

Isto não é uma análise a um disco, isto é admiração sem vergonha e uma declaração de amor platónico.

Green Day – Dookie (1994)

Acabadinho de fazer 25 anos, era uma grande falha aqui no Altamont não termos Dookie no nosso “catálogo”. A espera acaba aqui e agora.

7/10
Kele Okereke – Leave to Remain (2019)

Este é o que de melhor Kele nos apresentou a solo.

AC/DC – Highway to Hell (1979)

Chamem-lhes brutos, broncos, o que quiserem, mas há mais vitalidade rock’n’roll num só riff seu do que em toda a discografia dos Editors.

Milton Nascimento – Minas (1975)

É um disco enorme, intrincado e esplendoroso como poucos. Um autêntico triunfo do Grupo de Minas, sempre com o bom Bituca no comando das operações.

Bob Dylan – The Freewheelin’ Bob Dylan (1963)

É essa a importância histórica de Freewheelin’: ser o elo de ligação entre a modernidade beatnik e tudo o que veio a seguir.

Sam The Kid – Beats. Vol 1 (2002)

Em dezembro de 2002, Sam The Kid, com 23 velas sopradas, entrega ao mundo a sua visão sobre o amor.

Eumir Deodato – Prelude (1973)

Ouvir Prelude 46 anos depois do seu nascimento é uma obrigação e um prazer.

Black Sabbath – Vol. 4 (1972)

O segredo de Vol. 4 está no seu equilíbrio perfeito entre sofisticação e brutalidade. O melhor smoking para o pior matadouro.

8/10
The Gift – Verão (2019)

Podia ter sido um disco intimista, mas ganhou nervo e transformou-se numa obra maior na carreira dos Gift.

Minutemen – Double Nickels on the Dime (1984)

Passados que estão 25 anos do seu lançamento, importa trazer Double Nickels de volta para cima da mesa.

7/10
Avey Tare – Cows on Hourglass Pond (2019)

Liricamente falando, Avey continua o percurso introspetivo que caracteriza muito dos seus discos a solo.

Rage Against the Machine – Rage Against the Machine (1992)

A acumulação de tensão em níveis tântricos até uma bomba atómica explodir no refrão é a sua imagem de marca.

8/10
Karen O + Danger Mouse – Lux Prima (2019)

Um disco cheio de espaço – entre as notas cabem mil respirações – e cheio de Espaço – pode ser visto como um dia completo, que começa e acaba na madrugada, mas pode ser igualmente uma volta completa ao sol.