Arlo Parks - Collapsed In Sunbeams capa
7.5/10
Arlo Parks – Collapsed In Sunbeams (2021)

Arlo Parks dá voz à sua geração, por meio de ritmos suaves e uma forma…

Feu! Chatterton
8.5/10
Feu! Chatterton – Palais d’Argile (2021)

Os franceses Feu! Chatterton fizeram um álbum tão repleto de predicados, que é difícil imaginar ter entre mãos algo assim tão extraordinário. 

9/10
Floating Points, Pharoah Sanders & London Symphony Orchestra – Promises (2021)

Algo divino diz-nos que Promises vai ficar para a posterioridade.

7.5/10
Shame – Drunk Tank Pink (2021)

Drunk Tank Pink é uma catarse coletiva ao som de um álbum Rock como deve ser.

Police Outlandos D'Amour
The Police – Outlandos D’Amour (1978)

O álbum de estreia dos Police, Outlandos D’Amour, faz uma síntese elegante entre o calor do reggae e a urgência do punk.

7/10
Sweet Psychedelics – Sweet Psychedelics (2020)

Do Brasil chega-nos uma pérola de pop plácida e elegante, com a “nossa” Eugénia Melo e Castro.

7/10
Beautify Junkyards – Cosmorama (2021)

Quarta viagem cósmica de uma banda que soa cada vez mais segura do seu caminho.

Jane’s Addiction – Ritual de lo Habitual (1990)

O segundo álbum de originais dos Jane’s Addiction, Ritual de lo Habitual, foi um dos primeiros exemplares de rock alternativo a chegar às massas. O sismo de baixa frequência prenunciando Nevermind…

8.5/10
Cassandra Jenkins – An Overview on Phenomenal Nature (2020)

A delicadeza de An Overview on Phenomenal Nature é transcendental, se a deixarmos entrar pelos nossos poros dentro seremos, garantidamente, pessoas melhores no fim da experiência.

9/10
Yu Su – Yellow River Blue (2021)

Yellow River Blue é um álbum que apresenta traços urbanos e características naturais em simultâneo.

8/10
Luta Livre – Técnicas de Combate (2021)

A Luta Livre, o histórico Luís Varatojo incentiva à revolução, mas cheio de swing e boa onda.

Clã - Corrente
Clã – Corrente (2014)

Corrente, sétimo de originais dos Clã, representou um baralhar e voltar a dar muito satisfatório: há ótimas canções, umas mais saltitantes, outras introspetivas, que têm sabido resistir à passagem do tempo.

Clã – Disco Voador (2011)

Há músicas sobre heróis e medos do escuro, sobre as maravilhas do chocolate e as dores dos desamores, em Disco Voador está uma infância como mandam as regras.

Clã – Cintura (2007)

O quinto disco dos Clã, Cintura, tem sido criminosamente subestimado. A sua pop leve e colorida, risonha e dançante, é um dos momentos mais criativos da banda.

Clã – Rosa Carne (2004)

Ao quarto disco de estúdio, os Clã resolveram reinventar-se.

Clã – Lustro (2000)

À terceira é de vez. Lustro é o álbum de consagração dos Clã: pop gourmet que chegou a toda a gente. 

Clã – Kazoo (1997)

Depois da boa surpresa do álbum de estreia, os Clã não deixam dúvidas com o sucessor, Kazoo, um registo mais assumidamente pop-rock e cheio de grandes hinos.

Clã – lusoQUALQUERcoisa (1996)

O álbum de estreia dos Clã é um exercício interessante de uma banda em início de carreira com fulgor de ir a todo o lado ao mesmo tempo, mas numa estética a que o grupo, felizmente, não deu seguimento.