The Good, The Bad And The Queen – The Good, The Bad And The Queen (2007)

Bom dia, tristeza. Se é para seres amargura e desilusão, que sejas assim também, linda de morrer.

7/10
Wilco – Ode to Joy (2019)

Este é um disco que começa pesado mas depois respira, torna-se arejado e de sonoridade limpa e cristalina

Daft Punk – Discovery (2001)

Quando nostalgia e futurismo são misturados na dose certa, aparece uma das obras maiores do século XXI.

8.5/10
FKA Twigs – Magdalene (2019)

É um álbum sobre reconstrução de identidade, de voltar a ser um, sem outra metade.

Boards of Canada – Music Has the Right to Children (1998)

Music Has the Right to Children lembra-nos que o passado nem sempre é tão bom ou tão mau como o imaginávamos.

Ariel Pink – The Doldrums (2000)

É sempre fora das linhas que Ariel desenha o seu estranho mundo. Não queremos sair dele.

Gerry Mulligan – Night Lights (1963)

Estamos perante um álbum que pode muito bem definir o que deve ser o chamado «smooth» jazz.

8/10
DIIV – Deceiver (2019)

Aqui chegamos ao terceiro capítulo da aventura DIIV, no qual Zachary Cole Smith, o ator principal, faz as pazes com o seu conturbado passado.

Dizzee Rascal – Boy in da corner (2003)

E é aqui que chamamos Dizzee Rascal, que com o rasgo do seu disco de estreia se tornou o grande embaixador do grime.

4/10
Violent Femmes – Hotel Last Resort (2019)

Hotel Last Resort é um disco que os fãs de sempre podem espreitar à confiança, para matar saudades. Mas tem pouca utilidade em qualquer outra circunstância.

9/10
Solange – When I Get Home (2019)

When I Get Home insere-se numa linhagem de R&B alternativo, íntimo e experimental.

8/10
Mike Patton & Jean-Claude Vannier – Corpse Flower (2019)

Um disco no qual podemos viver vários meses, que se vai revelando a cada audição e pedindo regresso e novas descobertas.

7/10
Comet Gain – Fireraisers Forever (2019)

Fireraisers Forever destaca-se por ser um trabalho muito compacto, um bloco de som com personalidade muito concordante, não se dispersando por géneros ou ritmos distintos.

8/10
Slow J – You Are Forgiven (2019)

Slow J deixou de ser candidato e a declaração de intenções que deixou em Comida perdeu o tom de graça para a passar a real possibilidade.

8.5/10
Big Thief – Two Hands (2019)

Com uma mistura perfeita de força visceral e intimidade, Two Hands enriquece ainda mais a impressionante discografia dos Big Thief.

Sublime – Sublime (1996)

Infelizmente, foi muito breve o namoro do mainstream com o soalheiro ska punk.

Anoushka Shankar – Reflections (2019)

O mundo de Anoushka Shankar é um feitiço que se nos cola, que consegue soar ao mesmo tempo moderno e intemporal.

9/10
Lily Allen – Alright, Still (2006)

Um disco que vive da permanente tensão entre a inocência sonhadora da música e a malícia filha da puta das letras.