AC/DC – Highway to Hell (1979)

Chamem-lhes brutos, broncos, o que quiserem, mas há mais vitalidade rock’n’roll num só riff seu do que em toda a discografia dos Editors.

Milton Nascimento – Minas (1975)

É um disco enorme, intrincado e esplendoroso como poucos. Um autêntico triunfo do Grupo de Minas, sempre com o bom Bituca no comando das operações.

Bob Dylan – The Freewheelin’ Bob Dylan (1963)

É essa a importância histórica de Freewheelin’: ser o elo de ligação entre a modernidade beatnik e tudo o que veio a seguir.

Sam The Kid – Beats. Vol 1 (2002)

Em dezembro de 2002, Sam The Kid, com 23 velas sopradas, entrega ao mundo a sua visão sobre o amor.

Eumir Deodato – Prelude (1973)

Ouvir Prelude 46 anos depois do seu nascimento é uma obrigação e um prazer.

Black Sabbath – Vol. 4 (1972)

O segredo de Vol. 4 está no seu equilíbrio perfeito entre sofisticação e brutalidade. O melhor smoking para o pior matadouro.

8/10
The Gift – Verão (2019)

Podia ter sido um disco intimista, mas ganhou nervo e transformou-se numa obra maior na carreira dos Gift.

Minutemen – Double Nickels on the Dime (1984)

Passados que estão 25 anos do seu lançamento, importa trazer Double Nickels de volta para cima da mesa.

7/10
Avey Tare – Cows on Hourglass Pond (2019)

Liricamente falando, Avey continua o percurso introspetivo que caracteriza muito dos seus discos a solo.

Rage Against the Machine – Rage Against the Machine (1992)

A acumulação de tensão em níveis tântricos até uma bomba atómica explodir no refrão é a sua imagem de marca.

8/10
Karen O + Danger Mouse – Lux Prima (2019)

Um disco cheio de espaço – entre as notas cabem mil respirações – e cheio de Espaço – pode ser visto como um dia completo, que começa e acaba na madrugada, mas pode ser igualmente uma volta completa ao sol.

9/10
Julia Jacklin – Crushing (2019)

O que é mais importante nunca esquecer – e que Crushing lembra a cada audição – é que o mundo é um sítio lixado.

James Taylor – Gorilla (1975)

Gorilla é um álbum alegre, que não larga o amor.

6/10
Ladytron – Ladytron (2019)

Neste disco com o mesmo nome da banda encontramos uma sonoridade que até se pode considerar maligna, como se o fim do mundo estivesse para chegar e esta fosse a sua banda sonora

My Bloody Valentine – Loveless (1991)

Um disco tão áspero e violento como frágil e sonhador. O éter e o ácido do shoegaze levados ao seu doentio limite.

7/10
Ian Brown – Ripples (2019)

Com esse capítulo aparentemente encerrado, Brown está a seguir em frente. E, como sempre, à sua maneira.

Pixies – Come On Pilgrim (1987)

Come On Pilgrim contém, na sua génese, todos os elementos que tornariam os Pixies num dos maiores fenómenos de culto do rock alternativo – melodias suaves, crueza em estado puro e uma energia eletrizante.

Pearl Jam – Ten (1991)

Através de hinos como “Alive” e “Even Flow”, a nossa melancolia, antes plebeia, ascende na escala social. Antes de Ten, estávamos na merda; depois de Ten, curtimos uma angst.