Los Hermanos – Bloco do Eu Sozinho (2001)

Com Bloco Do Eu Sozinho os Los Hermanos provaram que é possível amadurecer dez anos em somente dois.

8.5/10
Lena d’Água – Desalmadamente (2019)

Um grande disco pop: fresco, soalheiro e divertido. Sabe a Rita Lee e a algodão doce, a Entre-Aspas e a calippo de limão, a Clã e melancia no Verão.

Los Hermanos – Los Hermanos (1999)

Ska-punk abrasivo, corações partidos, compositores de excelência. Assim se faz a estreia dos Los Hermanos.

8.5/10
Big Thief – U.F.O.F. (2019)

Os Big Thief sobem a parada e brindam-nos com uma pérola de disco. (Ando às…

7.5/10
The Brian Jonestown Massacre – The Brian Jonestown Massacre (2019)

Há quem viaje pela viagem. É assim a música de TBJM, para tripar com rock n roll, música low-fi de atmosfera preenchida, elíptica, sem refrão, ainda assim de certa maneira humilde e incrivelmente catchy.

9/10
Tyler, The Creator – IGOR (2019)

Quem é Tyler, The Creator? Um rapazinho que cresceu de braço dado com o abandono do pai? Um rapper norte-americano que conta já com 6 álbuns lançados? Um designer louco por ténis e por tons púrpuras? Tyler, The Creator é tudo isso. E é tudo o resto também.

7/10
The National – I Am Easy To Find (2018)

I Am Easy To Find será, provavelmente, o disco em que os National mais arriscam, com sucesso, em que mais saem da zona de conforto, oferecendo um trabalho consistente, embora sem nenhum rasgo de genialidade.

7/10
Mono – Nowhere Now Here (2019)

Ao décimo álbum de estúdio, os japoneses Mono concentram-se em fazer-nos sentir em casa com melodias acolhedoras e caseiras.

7.5/10
Matt Martians – The Last Party (2019)

The Last Party lembra-nos que os The Internet são muito mais que Syd e Steve Lacy.

Aldous Harding – Designer (2019)

Terceiro álbum da cantautora neo-zelandesa mantém a toada que lhe trouxe reconhecimento generalizado.

7/10
Anderson .Paak – Ventura (2019)

O álbum tenta frequentemente emular Malibu mas falta-lhe uma certa coerência e atenção ao detalhe.

4/10
Mac DeMarco – Here Comes the Cowboy (2019)

Não é fácil dizer-se mal de um disco de uma figura tão universalmente tida como simpática: em tempos, a sua fórmula parecia e foi infalível, e resistir-lhe era ser careta.

Harmonia – Deluxe (1975)

Revisitar Deluxe, dos alemães Harmonia, é sempre um grade acontecimento! O disco resume bem um certo tipo de krautrock feito nos anos 70 e continua a mostrar intactos todos os seus múltiplos predicados. É, na verdade, um luxo!

Howlin’ Wolf – Moanin’ in the Moonlight (1959)

Uma voz cavernosa na noite escura. O blues como transe e maldição.

8/10
Vampire Weekend – Father of the Bride (2019)

A banda está descaradamente mais pop, tem mais guitarras acústicas, vai ao country e a Bollywood, não é o disco que a maioria dos fãs esperava, mas é incrivelmente melodioso e inequivocamente Vampire Weekend.

9/10
Kevin Morby – Oh My God (2019)

Depois de uma carta de amor a Nova Iorque, Morby vira-se para o divino.

Big Brother and the Holding Company – Cheap Thrills (1968)

O primeiro disco a revelar o génio de Janis Joplin. A angústia de uma geração captada, por fim, em vinil.

8/10
Fontaines D.C. – Dogrel (2019)

Herança sonora que junta num só pote os Pogues e os Fall, os Joy Division e uns Strokes, dando um embelezamento intenso e puro à coisa – assim se pode apresentar os Fontaines D.C.