Unknown Mortal Orchestra – Unknown Mortal Orchestra (2011)

Associados à nova vaga psicadélica, os UMO sempre foram, porém, um bicho diferente: mais originais, com pouca pachorra para os lugares comuns do acid rock.

Micachu & The Shapes – Jewellery (2009)

Ao princípio tudo soa cacafónico mas à terceira audição já estamos a cantarolar as melodias no banho.

8.5/10
Adrianne Lenker – songs (2020)

De uma assentada Lenker lança dois discos, um dois em um que, mais uma vez, têm de ser escutados e degustados como iguaria que são.

6.5/10
Okvsho – Kamala’s Danz (2020)

Num mundo musical onde o processo de descoberta dos artistas parece estar cada vez mais facilitado pela Internet, os Okvsho nasceram, e estão a crescer.

7/10
Bent Arcana – Bent Arcana (2020)

Bebendo da fonte de Miles Davis no período elétrico, krautrock e rock psicadélico, John Dwyer reúne alguns dos seus colaboradores favoritos para partir numa viagem interestelar.

James – Laid (1993)

Em 1993, num cenário pós-Smiths e pré-explosão da Britpop, os James, com a ajuda de Brian Eno, tornavam-se numa das mais importantes bandas britânicas.

The Velvet Underground – The Velvet Underground (1969)

Um novo início, após um reset à máquina velvetiana, resultou num disco sólido e delicioso – eis The Velvet Underground.

Hot Chip – Coming On Strong (2004)

Música de dança para doutorados. Electro-gangsta para quem não sabe distinguir cocaína de farinha maizena.

Dirty Projectors – Bitte Orca (2009)

O álbum que pôs os Dirty Projectors no mapa, fazendo a ponte entre o vanguardismo erudito dos primeiros discos e o melodismo pop dos seguintes.

Capicua – Madrepérola (2020)

Desde 2008 Capicua tem brindado o mundo do hip-hop, aliás de toda a música portuguesa, com lições de como fazer boas letras e canções. Em 2020 chega Madrepérola, a mais recente jóia da discografia.

Ernest Hood – Neighborhoods (1975)

As canções que compõem Neighborhoods são muito mais do que meras canções: são, como o próprio Ernest indicou, na capa original do álbum, “imagens musicais”. E são mesmo. Facilmente percebemos porquê.

Panda Bear – Person Pitch (2007)

A sensação é a de rodopiarmos num carrossel, como se tivéssemos outra vez quatro anos: cor, leveza, deslumbramento, medo.

Light Asylum – In Tension [EP] (2011)

É a intenção de explosão sonora que o duo carismático de Brooklyn, Light Asylum, promete e nos dá com este EP. Este trabalho viu a luz do dia há uma década, mas parece mais atual do que nunca.

N.W.A. – Straight Outta Compton (1988)

Straight Outta Compton é o Never Mind the Bollocks do hip-hop: niilista, escandaloso e efervescente.

6/10
Sylvan Esso – Free Love (2020)

Free Love, ao fim de algum tempo, torna-se numa adição para os nossos ouvidos. Mal acaba a derradeira faixa do projeto, temos vontade de ouvir tudo do início e arranjamos todas as desculpas possíveis para dançar, nem que seja por um bocadinho.

J Dilla – Donuts (2006)

Feito no leito da morte, Donuts não é só um grande disco de hip-hop instrumental. É a vitória de um homem contra a estupidez do destino.

6/10
IDLES – Ultra Mono (2020)

Ultra Mono é um cão de guarda caseiro que fica à porta a ladrar a…

9/10
Lianne La Havas – Lianne La Havas (2020)

Na hora de decidir se este é o “melhor” projeto de Lianne La Havas, o subjetivismo impera. No entanto, sem retirar o valor intrínseco às outras experiências da artista londrina, Lianne La Havas parece ser o trabalho mais bem conseguido da autora.