Jefferson Airplane – Volunteers (1969)

Mensagens anti-guerra, pró-anarquia e de responsabilidade ecológica pincelam este Volunteers, um disco à altura do tumulto que pautou o final dos anos 60.

Santana – Santana (1969)

O disco de estreia de Santana é um caldeirão fervilhante feito de rock, ritmos latinos, improviso e psicadelismo.

7/10
Time For T – Galavanting (2019)

Galavanting apura ainda mais a forma dos Time For T, que se superam em canções positivas. É pena que o disco seja curto.

Jay-Z – The Blueprint (2001)

Talvez o disco de hip-hop mais influente dos anos 2000.

8.5/10
Durand Jones & The Indications – American Love Call (2019)

Ao segundo disco de Durand Jones & The Indications, mergulhamos de cabeça nesta viagem à deliciosa soul negra dos anos 70, questionando para onde foi o amor na América de Trump

8.5/10
Zarco – Spazutempo (2019)

O disco de estreia dos portugueses Zarco é um caldeirão de rock onde Fausto e José Mário Branco se encontram com Frank Zappa, num dos trabalhos nacionais mais interessantes de 2019

Wilco – Yankee Hotel Foxtrot (2001)

Nunca a beleza pop e a estranheza experimental casaram tão bem.

7/10
She Past Away – Disko Anksiyete (2019)

Apresentando um som dark-wave com um toque de synthpop para os mais melancólicos, os turcos She Past Away fazem-nos sair da zona de conforto sem perder as referências sonoras que conhecemos.

The Good, The Bad And The Queen – The Good, The Bad And The Queen (2007)

Bom dia, tristeza. Se é para seres amargura e desilusão, que sejas assim também, linda de morrer.

7/10
Wilco – Ode to Joy (2019)

Este é um disco que começa pesado mas depois respira, torna-se arejado e de sonoridade limpa e cristalina

Daft Punk – Discovery (2001)

Quando nostalgia e futurismo são misturados na dose certa, aparece uma das obras maiores do século XXI.

8.5/10
FKA Twigs – Magdalene (2019)

É um álbum sobre reconstrução de identidade, de voltar a ser um, sem outra metade.

Boards of Canada – Music Has the Right to Children (1998)

Music Has the Right to Children lembra-nos que o passado nem sempre é tão bom ou tão mau como o imaginávamos.

Ariel Pink – The Doldrums (2000)

É sempre fora das linhas que Ariel desenha o seu estranho mundo. Não queremos sair dele.

Gerry Mulligan – Night Lights (1963)

Estamos perante um álbum que pode muito bem definir o que deve ser o chamado «smooth» jazz.

8/10
DIIV – Deceiver (2019)

Aqui chegamos ao terceiro capítulo da aventura DIIV, no qual Zachary Cole Smith, o ator principal, faz as pazes com o seu conturbado passado.

Dizzee Rascal – Boy in da corner (2003)

E é aqui que chamamos Dizzee Rascal, que com o rasgo do seu disco de estreia se tornou o grande embaixador do grime.

4/10
Violent Femmes – Hotel Last Resort (2019)

Hotel Last Resort é um disco que os fãs de sempre podem espreitar à confiança, para matar saudades. Mas tem pouca utilidade em qualquer outra circunstância.