The Beatles – Beatles For Sale (1964)

Quatro discos em dois anos é motivo para um visível cansaço. Neste álbum os Beatles voltam a fazer versões, começam a escrever temas mais sérios e dão passos para dominar o ambiente do estúdio.

The Beatles – A Hard Days’s Night (1964)

A banda-sonora de um filme semi-cómico deflagra bem no meio da Beatlemania, alimentando ainda mais o fogo da banda mais popular do mundo

The Beatles – With The Beatles (1963)

Neste segundo álbum os Beatles mostraram que o alarido da “Beatlemania” era justificável. Sem ser inovador, With The Beatles continua a expandir os horizontes e o nível de popularidade estratosférico da banda de Liverpool.

The Pogues – Rum, Sodome & the Lash (1985)

O segundo dos Pogues é a sua obra mais comovente, pintando a tragédia humana com poesia, humor e romantismo.

The Beatles – Please Please Me (1963)

O primeiro disco dos Beatles é um bom primeiro esforço por um grupo de miúdos com vontade de vingar e deixa um esboço das qualidades que viriam a tornar os Beatles a banda mais influente do mundo.

8/10
Laura Marling – Song for Our Daughter (2020)

Song for Our Daughter é o sétimo disco de Marling, o que é impressionante para quem só tem 30 anos.

Frank Sinatra – In The Wee Small Hours (1955)

A obra-prima de Sinatra foi feita no hotel dos corações partidos, a tons de breu e solidão.

8/10
Nap Eyes – Snapshot of a Beginner (2020)

Os Nap Eyes são uma das grandes bandas da atualidade.

The Mothers of Invention – Freak Out! (1966)

Logo ao primeiro disco, Zappa anuncia ao que vem: derrubar todas as estúpidas hierarquias estúpidas que separam a boa música da música também boa.

Erykah Badu – New Amerykah, pt. 1: 4th World War (2008)

A obra-prima de Badu subverte as regras da neo-soul. O R&B moderno a mergulhar de novo no frémito do desconhecido.

Paul McCartney – McCartney (1970)

Paul McCartney procura a sua identidade a solo como músico.

Talking Heads – Remain in Light (1980)

O caminho mais curto para a sabedoria sempre foi o de uma boa canção pop.

5.5/10
Childish Gambino – 3.15.20 (2020)

Donald Glover criou outro retrato dos tempos em que vivemos

Nina Simone – Nina Simone Sings The Blues (1967)

O disco mais cru de Nina Simone, mandando as big bands para o diabo que as carregue.

6/10
Poppy – I Disagree (2020)

Poppy é um fenómeno da internet. Criada como projeto artístico/performance musical, apresenta o seu mais recente disco “I Disagree”, altamente influenciado pelo rock japonês.

7/10
The Strokes – The New Abnormal (2020)

Os Strokes voltaram e estão muito mais crescidos do que da última vez que os vimos.

6.5/10
Pearl Jam – Gigaton (2020)

Há boas canções, a voz de Eddie Vedder, mas a epifania está distante. Difícil seria o contrário acontecer.  

7/10 
Sufjan Stevens & Lowell Brams – Aporia (2020)

Aporia  é uma paisagem sonora inspirada no New-Age, que teve origem em jam sessions nocturnas de várias horas, levadas a cabo pelo duo. Uma obra de amor entre padrasto e enteado, sem canções memoráveis, mas ambiciosamente brilhante.