7.5/10
The Black Keys – Let’s Rock (2019)

Haverá, em 2019, lugar para o rock? Os Blacks Keys chegam-se à frente e dizem presente! Let’s Rock é um regresso à forma de uma banda que recusa a derrota da música das guitarras.

8.5/10
black midi – Schlagenheim (2019)

A referência que vem mais à cabeça ao escutar estes rapazes será possivelmente a insanidade de Mike Patton nos seus projectos pós Faith No More – Mr.Bungle e Fântomas, mas ainda assim fica aquém de se conseguir criar-lhes um rótulo.

8.5/10
Thom Yorke – Anima (2019)

Claramente melhor apreciado com uma grande taulada em cima, ou apenas em observando a tragédia distópica silenciosa do dia-a-dia, sentado num assento de carruagem de metropolitano.

9.5/10
Purple Mountains – Purple Mountains (2019)

A alma e a voz dos Silver Jews regressa sob um novo nome e, através dos Purple Mountains faz um disco pessoalíssimo e extraordinário.

7.5/10
Stella Donnelly – Beware of the Dogs (2019)

Em Beware of The Dogs, o seu disco de estreia, a australiana é doce, sim, mas é mordaz e espevitada, petulante e divertida nas canções de amor, ao longo de 13 temas.

The Cure – 4:13 Dream (2008)

Ao final de 13 discos já é difícil encontrar surpresas nos The Cure, onde procuramos o gótico mas encontramos o pop.

The Cure – The Cure (2004)

Na ressaca do sucesso do nu-metal, os The Cure acrescentaram o peso certo à sua melancolia, participando na ressurreição do rock. O disco homónimo tem grandes canções mas foi eclipsado por novidades desse ano, como os Arcade Fire, Franz Ferdinand e Killers.

The Cure – Wild Mood Swings (1996)

Depois de três discos que os levaram ao topo do mundo, os Cure começam a perder o gás em Wild Mood Swings, que apesar desse facto mantém alguns pontos de interesse

The Cure – Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me (1987)

É unânime que Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me é o mais amplo em termos de incluir toda a diversidade do universo Cure, ou melhor, todo o imaginário que popula a cabeça de Robert Smith.

The Cure – The Head On The Door (1985)

The Head On The Door é, talvez, um dos melhores discos que a cena gótica nos deu, aproximando as guitarras lúgubres dos sintetizadores luminosos.

The Cure – The Top (1984)

The Top tem essa estranheza, de ser tudo e o seu contrário, luz e sombra, amor e raiva, às vezes tudo na mesma canção.

The Cure – Pornography (1982)

Pornography é o disco onde os Cure se descobriram claustrofóbicos, transformando a depressão em epopeia.

The Cure – Faith (1981)

No início da década de 80, Smith e companhia lançavam-se numa floresta negra.

The Cure – Seventeen Seconds (1980)

Seventeen Seconds é um álbum marcante na carreira dos The Cure. Pelos desenhos sonoros traçados a cinza e pela qualidade poética dos textos cantados, tem um encanto bastante particular. Uma floresta onde entramos para nos perdermos deliciosamente!

The Cure – Three Imaginary Boys (1979)

Em 1979, uns muitos jovens The Cure estreavam-se em disco com Three Imaginary Boys, um petardo pós-punk ainda à procura do som que os tornaria grandes, nos álbuns seguintes.

5.5/10
Morrissey – California Son (2019)

Morrissey deixa-se de parvoíces e dá-nos um disco de covers, mas a sua personalidade e o seu carisma acaba por desaparecer por entre as músicas dos outros

8.5/10
Bill Callahan – Shepherd in a Sheepskin Vest (2019)

Bill Callahan encontrou a paz e a felicidade, e entrega-nos um disco bonito e com a qualidade do costume.

7/10
The Divine Comedy – Office Politics (2019)

“Office Politics” retrata, com humor, a vida num qualquer escritório. Tem amor, tecnologia, humor e o habitual refinado bom gosto pop de Neil Hannon. Os Divine Comedy estão de volta.