Kevin Ayers – Shooting At The Moon (1970)

Shooting At The Moon é um disco pleno de liberdade criativa, um disco de braços abertos, pronto para acolher todos aqueles que se dispuserem a abraçá-lo também.

Ian Dury – New Boots and Panties!! (1977)

Onde houver ternura pela Inglaterra das margens, verbo fácil e um sentido de humor folião, a referência de Ian Dury é incontornável.

6.5/10
Madlib – Sound Ancestors (2021)

O Unseen volta às origens e traz-nos um disco de boom-bap cru difractado pela lente de Four Tet.

Fela Kuti – Zombie (1976)

Zombie, de Fela Kuti, é uma sátira corajosa contra um governo corrupto. Uma festa do ritmo afrobeat.

7.5/10
Deutsche Elektronische Musik 4 – Experimental German Rock and Electronic Music 1971-83 (2020)

Ouvir como quem petisca. Uns CAN de aperitivo, depois uns Harmonia deluxe com uma pitada de Schnitzler a acompanhar, seguido de um faustoso cardápio para todos os gostos. Não há melhor banquete! Tudo isto servido neste Deutsche Elektronische Musik 4 pronto a servir.

DJ Rashad – Double Cup (2013)

O primeiro e único longa-duração de DJ Rashad colocou o frenético footwork no mapa. Nunca a electrónica de rua soube tão bem.

Air – Moon Safari (1998)

Com Moon Safari, os Air criaram um universo sonoro imaculado.

Roxy Music – For Your Pleasure (1973)

Em 1973, os Roxy Music estavam à frente de Bowie em termos de inovação e experimentalismo. O elegante For Your Pleasure não deixa dúvidas a esse respeito.

Aphex Twin – Selected Ambient Works Volume II (1994)

O segundo álbum de Aphex Twin é um clássico da música ambiente. Austero, assombroso e sublime.

Chico Buarque – Construção (1971)

Comemorar cinquenta anos de vida sem que o tempo tenha deixado marcas de desgaste e de padecimento, não é para todos.

7.5/10
Paul McCartney – McCartney III (2020)

Se McCartney pecou várias vezes na carreira por ser demasiado pop, em McCartney III está o mais longe disso que consegue.

Elliott Smith – XO (1998)

O quarto disco de Elliott Smith tem uma produção mais cuidada e uma mais extensa paleta de timbres. As canções são as de sempre: doces e tristes, lindas de morrer.

Anderson .Paak – Malibu (2016)

O segundo disco de Anderson Paak é quase uma história da música negra americana, uma síntese feliz entre soul, jazz, funk e hip-hop. A sua voz rouca cheia de grão tem tanto de dor como de luz.

flying lotus Cosmogramma
Flying Lotus – Cosmogramma (2010)

O terceiro disco de Flying Lotus leva a arte dos beats instrumentais para um novo patamar de sofisticação. 

We Will Always Love You – The Avalanches (2020)

Livres das expectativas que amaldiçoaram o seu segundo álbum, os Avalanches fazem as pazes com…

8/10
Bananagun – The True Story of Bananagun (2020)

Continuando a recente boa tradição australiana, os Bananagun dão-nos um excelente disco, regado a tropicalismo, psicadelismo e tribalismo.

7.5/10
Perfume Genius – Set My Heart on Fire Immediately (2020)

Este não é um álbum que procure cativar-nos imediatamente. Todos os seus labirintos e camadas aproximam este disco daquilo que se espera de um bom vinho, por isso, só depois de maturar e de ser saboreado com a devida calma, pode ser apreciado como merece.

Weyes Blood - Titanic Rising
9/10
Weyes Blood – Titanic Rising (2019)

Em Titanic Rising, Weyes Blood mergulha completamente nas suas emoções e convida-nos a submergir também, ao som de sintetizadores e coros angelicais.