Clã – Kazoo (1997)

Depois da boa surpresa do álbum de estreia, os Clã não deixam dúvidas com o sucessor, Kazoo, um registo mais assumidamente pop-rock e cheio de grandes hinos.

Clã – lusoQUALQUERcoisa (1996)

O álbum de estreia dos Clã é um exercício interessante de uma banda em início de carreira com fulgor de ir a todo o lado ao mesmo tempo, mas numa estética a que o grupo, felizmente, não deu seguimento.

7.5/10
Cut Worms – Nobody Lives Here Anymore (2020)

Nobody lives here anymore é um sopro quente que Max Clarke, músico e ilustrador norte-americano de Brooklyn que aqui assina como Cut Worms, nos traz em 17 faixas sonoras que não se esgotam numa primeira escuta.

Faith No More – The Real Thing (1989)

O terceiro álbum dos Faith No More, The Real Thing, já com Mike Patton ao leme, foi um dos primeiros exemplares de rock alternativo a chegar ao mainstream. A sua profusão esquizofrénica de estilos – rap, metal, funk, o diabo a sete – foi muitíssimo influente.

8/10
The Weather Station – Ignorance (2021)

O novo disco de the Weather Station traz-nos profundidade e obscuridade nas letras e na composição mas com uma maior densidade na produção. É um conjunto de bonitas canções para ouvir com atenção e cuidado.

8/10
slowthai – TYRON (2021)

Slowthai rima com polémica e irresponsabilidade.

Black Flag - My War
Black Flag – My War (1984)

O segundo álbum dos Black Flag rasga o livro de regras do hardcore que eles próprios haviam escrito: lento, pesado e sombrio, dormindo com o inimigo, o doom metal. Só os gritos de raiva e frustração mantêm o ADN original.

Funkadelic – Free Your Mind… and Your Ass Will Follow (1970)

O título é um achado. O álbum é um claro passo em frente na banda de George Clinton, mais em direção ao rock do que ao funk ou ao soul. A droga tornou-o épico como poucos.

Motörhead – Ace of Spades (1980)

Ace of Spades, dos Motörhead, é sujo, rápido e perigoso. Como uma mota a derrapar no óleo da estrada.

7.5/10
Magik Markers – 2020 (2020)

Álbum muito difícil de descoser, este 2020 dos Magik Markers, dada a enorme amplitude de espectro contida no mesmo.

9/10
Black Country, New Road – For The First Time (2021)

O disco que nos deixam é um monumento do rock e uma lufada de ar fresco num género que precisa desesperadamente disso.

Jane Birkin
8/10
Jane Birkin – Oh! Pardon tu dormais… (2020)

Jane Birkin, uma das grandes damas da canção francesa faz o seu melhor disco em muitos anos.

Sleaford Mods - Spare Ribs capa
6.5/10
Sleaford Mods – Spare Ribs (2021)

Spare Ribs é mais um tiro enérgico mas repetitivo dos Sleaford Mods, os tipos mais zangados do Reino Unido.

6/10
Father John Misty – God’s Favorite Customer (2018)

Em God’s Favorite Customer, Josh Tillman perdeu-se e é com uma simplicidade crua que procura…

dEUS – In A Bar, Under The Sea (1996)

O segundo álbum dos dEUS é caótico mas melódico, bizarro mas viciante. Nunca o indie foi tão doido e colorido.

Nine Inch Nails – The Downward Spiral (1994)

O segundo álbum dos Nine Inch Nails é um clássico incontornável dos anos 90. Ao acrescentar uma sensibilidade pop à música industrial, The Downward Spiral democratiza um género antes obscuro.

Kevin Ayers – Shooting At The Moon (1970)

Shooting At The Moon é um disco pleno de liberdade criativa, um disco de braços abertos, pronto para acolher todos aqueles que se dispuserem a abraçá-lo também.

Ian Dury – New Boots and Panties!! (1977)

Onde houver ternura pela Inglaterra das margens, verbo fácil e um sentido de humor folião, a referência de Ian Dury é incontornável.