8/10
Róísín Murphy – Róísín Machine (2020)

O quinto álbum de Róísín Murphy solo é dançável, um equilíbrio muito digno entre o disco, um toque a house e a pop e tem canções que são singles imediatos e outros êxitos da pista de dança (se neste momento as houvesse), só por si ou a pedir aquela remistura atrevida.

8/10
Júlio Resende – Júlio Resende Fado Jazz Ensemble (2020)

Júlio Resende Fado Jazz Ensemble é muito mais do que um exercício formal. É a saudade da sua infância. O destino de tudo passar…

7.5/10
Noiserv – Uma Palavra Começada Por N (2020)

Noiserv resolveu cantar exclusivamente em português. Já não era sem tempo! Assim sendo, e numa…

Rodrigo Leao - Metodo
7.5/10
Rodrigo Leão – O Método (2020)

O Método é um disco ambiental e sereno, com a qualidade que Rodrigo Leão nunca deixa de apresentar

The White Stripes – Icky Thump (2007)

A cruel passagem do tempo ditará que lugar a História reserva à família White. Realeza,…

The White Stripes – Get Behind Me Satan (2005)

Em 2005, ao quinto disco, os White Stripes eram uma máquina rock bem oleada e…

9/10
Yakuza – AILERON (2020)

Ao não terem escondido as suas influências, os YAKUZA habilitaram-se a montar um álbum em forma de carro supersónico, que, certamente, irá derrapar nos ouvidos das pessoas que o decidam escutar.

The White Stripes – Elephant (2003)

O disco que alberga “Seven Nation Army” é a obra-prima incontestada dos White Stripes. Um equilíbrio perfeito entre riffs corrosivos e uma cativante sensibilidade pop.

The White Stripes – White Blood Cells (2001)

Foi o disco que garantiu a eternidade a Jack e Meg e é ainda hoje um dos melhores blocos de canções do rock deste milénio.

The White Stripes – De Stijl (2000)

Ao segundo disco, os White Stripes aperfeiçoam a fórmula e começam a cimentar a sua carreira. De Stijl é um disco carregado de boas canções e que ajudou a definir a era do Indie Rock.

The White Stripes – The White Stripes (1999)

A estreia dos White Stripes é puro desbravamento de terreno desconhecido, guitarra na mão servindo de catana e bateria por trás a manter o ritmo de exploração imparável. Nada foi igual, mas só o saberíamos uns anos depois.

Future – DS2 (2015)

À terceira é de vez: DS2 é a obra-prima de Future. Trap sombrio encharcado em sedativos.

Paul McCartney – McCartney II (1980)

Corria o ano de 1980. Mesmo antes da dissolução dos Wings, Paul McCartney virou-se para o experimentalismo e sintetizadores. Gravado totalmente em casa, era McCartney II.

8/10
Crack Cloud – Pain Olympics (2020)

Cru e autêntico, Pain Olympics é um relato de uma viagem ao mundo avesso da toxicodependência, provando ser um glorioso oponente, ao mesmo tempo que oferece consolo e esperança àqueles que precisam da cura.

James Blake – James Blake (2011)

O álbum de estreia de James Blake traz algo que não se ouvia há muito tempo na pop: uma refrescante originalidade.

Hiroshi Yoshimura – Music For Nine Postcards (1982)

Em Music For Nine Postcards, Yoshimura convida-nos a entrar num mundo pintado de luz, de branco, de reflexão, e feito de nostalgia, de paz e de compreensão.

Grimes – Visions (2012)

É na celebração do artificial e do sintético que Grimes faz a sua pop; a tecnologia não como uma ameaça distópica mas como um paraíso de possibilidades infinitas. A geração smartphone a jogar finalmente em casa.

Beastie Boys – Ill Communication (1994)

Com Ill Communication os Beastie Boys atingem o ponto de maturidade na sua carreira, livre…