7.5/10
Noiserv – Uma Palavra Começada Por N (2020)

Noiserv resolveu cantar exclusivamente em português. Já não era sem tempo! Assim sendo, e numa…

Rodrigo Leao - Metodo
7.5/10
Rodrigo Leão – O Método (2020)

O Método é um disco ambiental e sereno, com a qualidade que Rodrigo Leão nunca deixa de apresentar

The White Stripes – Icky Thump (2007)

A cruel passagem do tempo ditará que lugar a História reserva à família White. Realeza,…

The White Stripes – Get Behind Me Satan (2005)

Em 2005, ao quinto disco, os White Stripes eram uma máquina rock bem oleada e…

9/10
Yakuza – AILERON (2020)

Ao não terem escondido as suas influências, os YAKUZA habilitaram-se a montar um álbum em forma de carro supersónico, que, certamente, irá derrapar nos ouvidos das pessoas que o decidam escutar.

The White Stripes – Elephant (2003)

O disco que alberga “Seven Nation Army” é a obra-prima incontestada dos White Stripes. Um equilíbrio perfeito entre riffs corrosivos e uma cativante sensibilidade pop.

The White Stripes – White Blood Cells (2001)

Foi o disco que garantiu a eternidade a Jack e Meg e é ainda hoje um dos melhores blocos de canções do rock deste milénio.

The White Stripes – De Stijl (2000)

Ao segundo disco, os White Stripes aperfeiçoam a fórmula e começam a cimentar a sua carreira. De Stijl é um disco carregado de boas canções e que ajudou a definir a era do Indie Rock.

The White Stripes – The White Stripes (1999)

A estreia dos White Stripes é puro desbravamento de terreno desconhecido, guitarra na mão servindo de catana e bateria por trás a manter o ritmo de exploração imparável. Nada foi igual, mas só o saberíamos uns anos depois.

Future – DS2 (2015)

À terceira é de vez: DS2 é a obra-prima de Future. Trap sombrio encharcado em sedativos.

Paul McCartney – McCartney II (1980)

Corria o ano de 1980. Mesmo antes da dissolução dos Wings, Paul McCartney virou-se para o experimentalismo e sintetizadores. Gravado totalmente em casa, era McCartney II.

8/10
Crack Cloud – Pain Olympics (2020)

Cru e autêntico, Pain Olympics é um relato de uma viagem ao mundo avesso da toxicodependência, provando ser um glorioso oponente, ao mesmo tempo que oferece consolo e esperança àqueles que precisam da cura.

James Blake – James Blake (2011)

O álbum de estreia de James Blake traz algo que não se ouvia há muito tempo na pop: uma refrescante originalidade.

Hiroshi Yoshimura – Music For Nine Postcards (1982)

Em Music For Nine Postcards, Yoshimura convida-nos a entrar num mundo pintado de luz, de branco, de reflexão, e feito de nostalgia, de paz e de compreensão.

Grimes – Visions (2012)

É na celebração do artificial e do sintético que Grimes faz a sua pop; a tecnologia não como uma ameaça distópica mas como um paraíso de possibilidades infinitas. A geração smartphone a jogar finalmente em casa.

Beastie Boys – Ill Communication (1994)

Com Ill Communication os Beastie Boys atingem o ponto de maturidade na sua carreira, livre…

Creedence Clearwater Revival – Pendulum (1970)

Após cinco discos inatacáveis em apenas três anos, os Creedence Clearwater Revival resolvem fechar 1970 com um disco diferente. O fim estava próximo, mas a banda ainda tinha alguns cartuchos prontos a disparar.

Fiona Apple – The Idler Wheel Is Wiser Than the Driver of the Screw and Whipping Cords Will Serve You More Than Ropes Will Ever Do (2012)

Ao quarto disco, Fiona troca os sonhos pop pela pura arte. A sua voz está tão ensopada de verdade que chega a raiar o obsceno.