8.5/10
Cage The Elephant – Social Cues (2019)

Dêmos graças por, em 2019, ainda haver bandas como os Cage The Elephant que estão cá, se não for por mais nada, é para nos salvar à guitarrada.

6/10
Prefab Sprout – I Trawl The Megahertz (2019)

.O disco flui de uma uma forma inesperada, a soar à banda sonora de uma maioridade diferente e menos explorada, dos adultos, da nostalgia e dos fragmentos da vida nem sempre fácil

8.5/10
O Terno – < atrás/além > (2019)

Chama-se e em muito se parece a Recomeçar, primeiro disco a solo de Tim Bernardes, líder do grupo.

4.5/10
Jasmim – O Culto da Brisa (2019)

O folk psicadélico de Jasmim é ideal para um dia calmo e contemplativo e mostra que Brás Teixeira procura um espaço diferente do universo sonoro dos Mighty Sands.

7.5/10
The Leisure Society – Arrivals & Departures (2019)

Arrivals & Departures é um disco que aterra bem (era inevitável a brincadeira do uso deste e dos seguintes termos com a imagem da capa).

Otis Redding – Otis Blue: Otis Redding Sings Soul (1965)

Uma torrente de emoções que leva tudo a eito. A alma de todo um povo a transbordar.

6.5/10
American Pleasure Club – Fucking Bliss (2019)

O “primeiro” disco dos American Pleasure Club transmite beleza na sua fealdade, retratando a paranóia…

José Afonso – José Afonso ao Vivo (2019)

Zeca em Coimbra em 1968. Zeca em Carreço em 1980. Dois concertos inéditos agora publicados pela Tradisom. A história da música portuguesa a acontecer.

8.5/10
The Flaming Lips – King’s Mouth: Music and Songs (2019)

King’s Mouth é uma belíssima metáfora sobre o que uma cabeça pode albergar. Como a de Wayne Coyne, por exemplo.

The Jimi Hendrix Experience – Electric Ladyland (1968)

Onde os tecnocratas da guitarra são técnica e velocidade, Hendrix é imaginação e poesia.

João Gilberto – João Gilberto (1973)

João Gilberto foi sempre preferindo uma aproximação cada vez mais minimalista no que toca à execução da sua arte: a de fazer diamantes sonoros.

6/10
Priests – The Seduction of Kansas (2019)

É indisfarçável vir ao de cima um sentimento de desilusão com este disco dos Priests.

Secos & Molhados – Secos & Molhados (1973)

Bastou apenas este primeiro disco para os Secos & Molhados se colocarem eternamente no Olimpo da música popular brasileira.

The Ronettes – Presenting the Fabulous Ronettes featuring Veronica (1964)

Tudo na sua estética é candura e romantismo, a antítese da sensualidade selvagem do rockabilly.

TIMELINE – Mild High Club (2015)

Quando chegar a minha vez de ser pai, vou «atormentar» os ouvidos dos meus filhos com o álbum de estreia dos Mild High Club, Timeline, de 2015.

8/10
Manel Cruz – Vida Nova (2019)

Isto não é uma análise a um disco, isto é admiração sem vergonha e uma declaração de amor platónico.

Green Day – Dookie (1994)

Acabadinho de fazer 25 anos, era uma grande falha aqui no Altamont não termos Dookie no nosso “catálogo”. A espera acaba aqui e agora.

7/10
Kele Okereke – Leave to Remain (2019)

Este é o que de melhor Kele nos apresentou a solo.