Após anos à deriva, Brian Wilson recompõe-se momentaneamente para escrever e produzir um disco inteiro na sua banda de uma vida. Love You é um regresso à forma de uma banda que estava lentamente a desaparecer do interesse público.
The Beach Boys – Carl and the Passions-So Tough (1972)
Com Brian Wilson quase musicalmente catatónico, o seu irmão Carl toma as rédeas da banda e contrata dois novos membros sul-africanos para dar um sopro de vida aos Beach Boys. So Tough foge dos motivos surfistas, da pop psicadélica e traz um som mais mais actual aos californianos.
The Beach Boys – Surf’s Up (1971)
Com a sua capa escura e taciturna e um conjunto de canções melancólicas, Surf’s Up assume-se como o som de uma utopia a desaparecer lentamente no horizonte californiano. Bem vindos ao fim dos anos 60 e à porta de entrada de uma nova fase na carreira dos Beach Boys.
The Beach Boys – Sunflower (1970)
Sunflower é um pequeno e inesperado oásis, um jardim secreto que os Beach Boys resolveram plantar em si mesmos. O tempo acabou por lhe dar a rega certa para que conseguisse florescer, ao sol nosso de cada dia.
The Beach Boys – Friends (1968)
Ainda no rescaldo do falhanço de Smile e com as tensões que caracterizam este período da sua carreira, os Beach Boys presentearam 1968 com um álbum tão digno como obscuro.
The Beach Boys – Wild Honey (1967)
Com Brian Wilson em part-time, os rapazes fazem um disco mais espontâneo e mais adulto, mas também menos genial.
The Beach Boys – The Beach Boys Party! (1965)
Na antecâmara de Pet Sounds, Brian Wilson e os Beach Boys são obrigados pela Capitol a lançar mais um disco de Natal. Para não interferir na concepção da futura-obra prima, é lançado Party!, o primeiro disco unplugged da história, uma festa “caseira” e a casa do hit single “Barbara-Ann”.
The Beach Boys – Summer Days (And Summer Nights!!) (1965)
Cedendo a pressões da editora, os Beach Boys deram um passo atrás na sua ascensão ao Olimpo. Não queriam muito, mas aceitaram voltar a fazer um disco sobre noites de Verão e miúdas giras. Daqui resultaram vários singles intemporais, mas depois disto, deram dois passos em frente.
The Beach Boys – The Beach Boys Today! (1965)
Uma obra belíssima a dois andamentos, o primeiro alegre e rápido, o segundo lento e soturno, anunciando a melancolia gourmet de Pet Sounds.
The Beach Boys – All Summer Long (1964)
O verão são três de doze meses de cada ano, mas vive eternamente nesta meia hora que os Beach Boys, em 1964, forjaram com raios do sol californiano e melodias que sabem a lambidelas num gelado fresquinho.
The Beach Boys – Shut Down Vol. 2 (1964)
Shut Down Vol. 2 é inconstante, entre músicas absolutamente desnecessárias e momentos gloriosos, resultado da genica de gente que ainda nem chegara ao quarto de século.
The Beach Boys – Little Deuce Coupe (1963)
Ao quarto disco, os Beach Boys tentam fazer um disco temático, todo ele com referências a motores, mas o resultado final sabe a pouco. Little Deuce Coupe é vítima da pressão exercida em Brian Wilson pela sua editora e pai.
The Beach Boys – Surfer Girl (1963)
Lançado em setembro de 1963, Surfer Girl, terceiro longa-duração da banda, marcou o momento em…
The Beach Boys – Surfin’ Safari (1962)
O álbum de estreia dos Beach Boys é um aperitivo do que poderia acontecer nos anos seguintes como legado para a História da Música. Mesmo que o génio de Brian Wilson não tenha (também) os créditos da produção, veio a saber-se que já nessa altura cuidava de tudo.
Bon Iver – Volumes: One “Selections From Music Concerts 2019–2023 Bon Iver 6 Piece Band” (2026)
Esqueçam “Skinny Love”: em VOLUMES: ONE (Selections From Music Concerts 2019–2023 Bon Iver 6 Piece Band), o(s) Bon Iver não olha(m) para trás e apresenta(m)-se, sem concessões, como a banda que são hoje.
Catarina Branco – Acordava Cansada (2026)
Atmosferas entre o sombrio e a tranquilidade caracterizam o trabalho de uma cantautora que faz da música ponte entre o inquietante e a serenidade.
My New Band Believe – My New Band Believe (2026)
Um inesperadamente bonito disco acústico, onde Cameron Picton nos atira com as muitas ideias sonoras que lhe percorrem o ser.
Arlo Parks — Ambiguous Desire (2026)
Ambiguous Desire nasceu nas noites de Nova Iorque e mostra-nos um outro lado de Arlo Parks.