Duran Duran – Rio (1982)

Alguém disse que o primeiro dever da pop é capturar o presente e Rio grita “1982!” a cada instante.

9/10
Fiona Apple – Fetch The Bolt Cutters (2020)

Ao quinto álbum, Fiona Apple apresenta a sua melhor música. Fora dos limites reservados aos comuns mortais, a nova iorquina volta a mostrar que o seu o planeta tem uma bela banda sonora. Um dos candidatos a disco do ano.

6.5/10
Três Tristes Tigres – Mínima Luz (2020)

Mais de 20 anos depois, os Três Tristes Tigres voltam aos discos, com uma obra densa e claustrofóbica mas também recompensadora

9/10
Sr. Chinarro – El Bando Bueno (2020)

Sr. Chinarro regressa com El Bando Bueno. A sua forma é extraordinária, contrastando com a debilidade do planeta que nele se canta.

6/10
Car Seat Headrest – Making a Door Less Open (2020)

Quatro anos depois, um novo Will Toledo surge.

8/10
Pop Dell’Arte – Transgressio Global (2020)

Ao quinto disco, os Pop Dell’Arte fazem um apelo: desobedeçam, desobedeçam sempre, porque só desobedecendo o mundo gira e avança.

8/10
Grimes – Miss Anthropocene (2020)

É a mistura entre sonoridades várias, que se entrecruzam com o lado mais místico e fantástico de Grimes que tornam este disco tão diferente.

Pulp – This Is Hardcore (1998)

Sexo, drogas e vazio espiritual…

10/10
12 Songs From Home – Ludovico Einaudi (2020)

Gravado entre março e abril de 2020, durante o pico do confinamento em Itália, Ludovico Einaudi eternizou neste álbum o misto de sentimentos de clausura e de esperança que o mundo sentiu diariamente ao longo dos últimos meses.

Sly and the Family Stone – Stand! (1969)

A primeira obra-prima de Sly mistura funk com pop psicadélico. Uma espécie de James Brown com flores no cabelo.

The Beatles – Let It Be (1970)

Let it be não é o melhor disco dos Beatles, longe disso. Talvez seja, porém, o mais verdadeiro, vulnerável como uma ferida aberta, contraditório como a própria vida.

The Beatles – Magical Mystery Tour (1967)

Se Revolver e Sgt. Pepper’s foram um molhar de pés na onda psicadélica, Magical Mystery Tour viu os Beatles a mergulharem de cabeça no ácido lisérgico.

The Beatles – Help! (1965)

Help! é um álbum com uma crise de identidade que acompanha o amadurecimento da banda e que prepara o palco para a revolução que seriam os álbuns dos Beatles nos anos seguintes.

The Beatles – Beatles For Sale (1964)

Quatro discos em dois anos é motivo para um visível cansaço. Neste álbum os Beatles voltam a fazer versões, começam a escrever temas mais sérios e dão passos para dominar o ambiente do estúdio.

The Beatles – A Hard Days’s Night (1964)

A banda-sonora de um filme semi-cómico deflagra bem no meio da Beatlemania, alimentando ainda mais o fogo da banda mais popular do mundo

The Beatles – With The Beatles (1963)

Neste segundo álbum os Beatles mostraram que o alarido da “Beatlemania” era justificável. Sem ser inovador, With The Beatles continua a expandir os horizontes e o nível de popularidade estratosférico da banda de Liverpool.

The Pogues – Rum, Sodome & the Lash (1985)

O segundo dos Pogues é a sua obra mais comovente, pintando a tragédia humana com poesia, humor e romantismo.

The Beatles – Please Please Me (1963)

O primeiro disco dos Beatles é um bom primeiro esforço por um grupo de miúdos com vontade de vingar e deixa um esboço das qualidades que viriam a tornar os Beatles a banda mais influente do mundo.