The Cure – Wild Mood Swings (1996)

Depois de três discos que os levaram ao topo do mundo, os Cure começam a perder o gás em Wild Mood Swings, que apesar desse facto mantém alguns pontos de interesse

The Cure – Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me (1987)

É unânime que Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me é o mais amplo em termos de incluir toda a diversidade do universo Cure, ou melhor, todo o imaginário que popula a cabeça de Robert Smith.

The Cure – The Head On The Door (1985)

The Head On The Door é, talvez, um dos melhores discos que a cena gótica nos deu, aproximando as guitarras lúgubres dos sintetizadores luminosos.

The Cure – The Top (1984)

The Top tem essa estranheza, de ser tudo e o seu contrário, luz e sombra, amor e raiva, às vezes tudo na mesma canção.

The Cure – Pornography (1982)

Pornography é o disco onde os Cure se descobriram claustrofóbicos, transformando a depressão em epopeia.

The Cure – Faith (1981)

No início da década de 80, Smith e companhia lançavam-se numa floresta negra.

The Cure – Seventeen Seconds (1980)

Seventeen Seconds é um álbum marcante na carreira dos The Cure. Pelos desenhos sonoros traçados a cinza e pela qualidade poética dos textos cantados, tem um encanto bastante particular. Uma floresta onde entramos para nos perdermos deliciosamente!

The Cure – Three Imaginary Boys (1979)

Em 1979, uns muitos jovens The Cure estreavam-se em disco com Three Imaginary Boys, um petardo pós-punk ainda à procura do som que os tornaria grandes, nos álbuns seguintes.

5.5/10
Morrissey – California Son (2019)

Morrissey deixa-se de parvoíces e dá-nos um disco de covers, mas a sua personalidade e o seu carisma acaba por desaparecer por entre as músicas dos outros

8.5/10
Bill Callahan – Shepherd in a Sheepskin Vest (2019)

Bill Callahan encontrou a paz e a felicidade, e entrega-nos um disco bonito e com a qualidade do costume.

7/10
The Divine Comedy – Office Politics (2019)

“Office Politics” retrata, com humor, a vida num qualquer escritório. Tem amor, tecnologia, humor e o habitual refinado bom gosto pop de Neil Hannon. Os Divine Comedy estão de volta.

7/10
Hot Chip – A Bath Full of Ecstasy (2019)

O novo disco de Hot Chip regressa ao que a banda sabe fazer melhor e é despretensioso e coeso, claramente voltado para a pista de dança.

9/10
Alfa Mist – Structuralism (2019)

Alfa Mist amadureceu e dá-nos um disco de jazz abstrato que não poderia ter sido feito por outro senão ele.

The 13th Floor Elevators – The Psychedelic Sounds of The 13th Floor Elevators (1966)

Mais do que o primeiro disco a utilizar o adjetivo “psicadélico” no seu título, a estreia dos 13th Floor Elevators acendeu a chama que daria origem à revolução do ano seguinte.

8.5/10
Luís Severo – O Sol Voltou (2019)

Onde Luís Severo era citadino, bem-disposto e orelhudo, O Sol Voltou é pastoral, melancólico e deliciosamente esquivo.

5/10
The Drums – Brutalism (2019)

Quase uma década depois de terem surgido com o primeiro disco, este novo trabalho dos Drums mantém a jovialidade dos miúdos indie na sonoridade, com o crescimento a ver-se, sobretudo, nas letras.

8,5/10
Niki Moss – Gooey (2019)

Gooey é o primeiro álbum de Miguel Vilhena a solo, sob o nome Niki Moss. Não sendo um nome que à partida desperte muita simpatia, já que remete imediatamente para coisas verdes que se agarram a árvores e pedras, parece ser uma homenagem a dois pilotos de F1, o que vale logo um ponto nesta corrida por discos do ano.

Los Hermanos – Ventura (2003)

Ventura consolidou em definitivo a ideia de que os Los Hermanos foram os maiores e os melhores representantes do indie-rock brasileiro. É um disco cheio de canções maiores do que a vida e uma obra exemplar de bom gosto estético e criativo.