Bloc Party – Silent Alarm (2005)

Grito de raiva, alerta silencioso, disco assombroso. A estreia dos Bloc Party pega no melhor do rock de guitarras e acrescenta-lhe densidade atmosférica, temperada por letras de dor e solidão.

LCD Soundsystem – LCD Soundsystem (2005)

A estreia dos LCD Soundsystem, projeto do mago James Murphy, é um portentoso trabalho que, felizmente, não foi ocasional tiro certeiro.

The Strokes – Room On Fire (2003)

Ainda que ensombrado pelo sucesso de Is This It, Room On Fire é um disco incontornável, repleto de canções maiores do que a vida que ombreiam facilmente com os tops de qualquer lista das melhores canções do Indie Rock.

Black Keys – Rubber Factory (2004)

A definição da identidade, a confiança no som e o orgulho nas raízes musicais fazem de Rubber Factory, o primeiro grande cartão de visita dos Black Keys. Foi à terceira tentativa. A verdade é que poucos são os que acertam à primeira.

Kasabian – Kasabian (2004)

De um caldeirão de fórmulas vencedoras testadas em laboratório e em plateias aos saltos, misturadas com uma dose de paranóia psicotrópica, surge o álbum de estreia dos Kasabian, a melhor banda que Leicester viu nascer. Com os pés no apocalipse e os olhos nos grandes palcos.

The Killers – Hot Fuss (2004)

Com Hot Fuss, os Killers apresentaram os seus sintetizadores ao mundo – e começaram uma história de sucesso e de fim aparentemente ainda distante.

Franz Ferdinand – Franz Ferdinand (2004)

Com a sua explosiva mistura de indie rock com disco sound, o álbum de estreia dos Franz Ferdinand faz dançar as cinzas da tua tia-avó coxa.

Yeah Yeah Yeahs – Fever to Tell (2003)

Fever to Tell trouxe à onda revivalista rock de início de século um lado mais glam, de artifício e purpurina que as restantes bandas não tinham.

The Libertines – Up the Bracket (2002)

Mais do que a resposta britânica aos Strokes, o álbum de estreia dos Libertines veio salvar uma nação do aborrecimento que assolava as tabelas de vendas.

Interpol – Turn On The Bright Lights (2002)

Turn On The Bright Lights, dos Interpol, é um produto da melancolia e desilusão, marcado…

The Strokes – Is This It (2001)

O álbum de estreia dos Strokes, Is This It, é garage na produção propositadamente tosca mas indie no charme e inteligência das canções. O disco-bandeira do renascimento do rock pós-2001.

The Hives – Veni Vidi Vicious (2000)

Quando tudo parecia indicar o triunfo da mediocridade, houve pequenas aldeias gaulesas que nos ajudaram a resistir. Da Suécia para o mundo, os carregadores da tocha foram os Hives.

Sneaker Pimps – Splinter (1999)

Depois de alcançarem o sucesso com “Six Underground”, os Sneaker Pimps livraram-se da vocalista e…

7.5/10
The Black Keys – Delta Kream (2021)

O amor dos Black Keys aos blues, em 11 covers a tresandar, no bom sentido,…

Hawkwind – In Search of Space (1971)

O segundo dos Hawkwind, In Search of Space, é o disco-manifesto que apresenta o space rock. Psicadelismo lento, pesado e hipnótico. Como uma nave gigante à deriva no espaço.

7.5/10
Durand Jones & The Indications – Private Space (2021)

Os campeões da retro-soul trocam as ruas pelo quarto, com um pezinho no disco sound…

Bert Jansch – Avocet (1979)

Um álbum essencial da folk britânica, rico e intrincado, obra de um artesão de nome…

T. Rex – Electric Warrior (1971)

Electric Warrior dos T-Rex não é apenas um manual de bom gosto e concisão pop. É o primeiro manifesto glam, com ressonâncias que perduram até hoje.