Tiago Crispim
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Passou a infância e juventude rodeado de discos. Lembra-se de chorar quando foi vendida a colecção de vinil lá de casa, no advento do cd, e ainda está ligeiramente traumatizado. Estudou comunicação e aos 25 anos começou a arranhar guitarras e teclas. Anda com a cabeça nas nuvens do FM.

Clarice Falcão – Tem Conserto (2019)

Longe de querer agradar a todos os fãs que ouviam pela sonoridade dos trabalhos anteriores, Clarice Falcão procurou criar um trabalho que reflectisse a sua visão do mundo.

Niki Moss – Gooey (2019)

Gooey é o primeiro álbum de Miguel Vilhena a solo, sob o nome Niki Moss. Não sendo um nome que à partida desperte muita simpatia, já que remete imediatamente para coisas verdes que se agarram a árvores e pedras, parece ser uma homenagem a dois pilotos de F1, o que vale logo um ponto nesta corrida por discos do ano.

Prefab Sprout – I Trawl The Megahertz (2019)

.O disco flui de uma uma forma inesperada, a soar à banda sonora de uma maioridade diferente e menos explorada, dos adultos, da nostalgia e dos fragmentos da vida nem sempre fácil

Jasmim – O Culto da Brisa (2019)

O folk psicadélico de Jasmim é ideal para um dia calmo e contemplativo e mostra que Brás Teixeira procura um espaço diferente do universo sonoro dos Mighty Sands.

“Vehicle” – The Ides Of March

Hoje, dia 15, são os idos de Março, data do assassinato de Julio César e nome da banda dos anos 70 que teve como único hit este “Vehicle”.

“Seventeen” – Sharon Van Etten

A puxar para a playlist da semana e a recordar um dos grandes discos deste início de 2019.

“Echo Beach” – Martha And The Muffins

Umas horas de busca por entre discos empoeirados às vezes dão bons resultados. Este foi um deles.

Playlist da semana: Girl Power

Nestes Idos de Março vamos abanar o capacete ao som de vozes femininas

“Still Alive” – Jonathan Coulton

Uma música passivo-agressiva, composta por Jonathan Coulton para o final do videojogo Portal. Ainda estamos vivos.

Blood Red Shoes – Get Tragic (2019)

O mais recente trabalho dos Blood Red Shoes é uma viagem de como um duo à beira do colapso criativo se conseguiu reinventar e inovar no seu quinto àlbum, depois de um período de afastamento.

“Two-Headed Boy” – Neutral Milk Hotel

Editado em 1998, Neutral Milk Hotel podia muito bem ter sido lançado hoje.

Stereossauro – Bairro da Ponte (2019)

Já não vivemos um país de três F mas talvez, como canta Sr. Preto em FFFFF, “fado, futebol, fátima, festivais e fest, tudo é pop, tudo é hype, tudo é fado”.

Kikagaku Moyo – Masana Temples (2018)

Em Masana Temples, os japoneses Kikagaku Moyo dão-nos a mão para uma viagem a várias latitudes sonoras com o rock psicadélico como fio condutor. Os Kikagaku Moyo (qualquer coisa como padrões geométricos, em português) são uma banda de Tóquio formada…

The Lemon Twigs – Go To School (2018)

Seguramente este Go To School não é um disco para muitos, já que o seu charme reside precisamente nesta declaração de amor aos musicais.

Joana Espadinha – O Material Tem Sempre Razão (2018)

O Material Tem Sempre Razão mostra uma artista apurada nas composições, sem medo de arriscar e abraçar o lado mais dream pop do seu som. É um disco sólido que revela a cantora, sem vergonhas, ao mundo.

Snail Mail – Lush (2018)

Lush é um disco que dá vontade de ouvir mais que uma vez e é de estranhar ainda não haver datas anunciadas para qualquer festival em Portugal.

Jungle – For Ever (2018)

Uma alegre dança ao sol sobre desilusões amorosas sem profundidade e inovação.

Filipe Sambado – Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo (2018)

Num salto de gigante, Filipe Sambado inscreve o seu nome na mais alta categoria de compositores e intérpretes. Um disco essencial em 2018.