Ana Baptista
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Nascida a 13 de abril de 1980, terminei o curso de Ciências de Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa em 2002 e sou jornalista há 10 anos. Passei pelo Público, Lusa, Diário Económico e agora trabalho no Dinheiro Vivo, um site de economia do grupo Controlinveste que é também a secção de economia do Diário de Notícias e do Jornal de Notícias. Apesar de escrever diariamente sobre temas pesados e complicados, a música é a minha paixão, muito por causa dos meus pais. Não sou esquisita nem tenho guilty pleasures, gosto de pop, mas sou uma mulher do rock, do mais antigo ao mais recente. Foi por isso que fui tirar o curso de Jornalismo e Crítica Musical na ETIC e que tenho escrito sobre música, desde 2003, para vários sites e publicações, como o Divergências, Disco Digital, Fact Magazine, A Tribo da Luz ou Blitz. É a música que me salva a vida.

“Neuziana” – Jhon Douglas

“Eu vou voltar pro mato pra me desatualizar” é dito lá para o meio de Neuziana.

“Tempestade” – Márcia

“Se encararmos a tempestade e a tristeza, a felicidade está muito mais próxima”.

“Hope is a Dangerous Thing for a Woman Like me to Have – But I Have It” – Lana Del Rey

É um dos singles já lançados e é daqueles que tem Lana del Rey escrito em todo o lado. Na letra, na soturnidade, na melodia e na voz, que quase parece que não está a cantar, mas a contar uma história.

“Overcome” – Keep Razors Sharp

Keep Razors Sharp é a banda escolhida para nos dar a canção do dia.

“Mariners Apartment Complex” – Lana del Rey

Lá porque a canção é mais soturna não quer dizer que quem a escreve também o seja. Nem quem a ouve.

Playlist da Semana: Estados de humor

Amálgama de estilos. Sem vergonhas nenhumas.

The Black Angels – Death Song (2017)

Com Death Song, os Black Angels completam o nome da música que serviu de grande inspiração a tudo isto, a mítica “The Black Angel’s Death Song”, dos Velvet Underground.

“Outshined” – Soundgarden

Canção do Dia: “Outshined” – Soundgarden

The Kills || Coliseu dos Recreios

Perdoem-me o sentimentalismo, mas para mim, os The Kills são sentimentais. Por causa deles, fui a Paredes de Coura em 2004 e voltei logo a seguir para Lisboa, fui a Madrid onde vi um dos melhores se não o melhor…

Daughter – Not To Disappear (2016)

Em 2013, quando os Daughter tocaram pela primeira vez em Portugal, encheram o Coliseu de Lisboa e a crítica especializada chamou-lhes um fenómeno. A própria banda, já de si bastante tímida, ficou tão surpreendida que teve dificuldade em articular qualquer…

Lana Del Rey – Ultraviolence (2014)

Há várias formas de se falar da Lana del Rey. Podemos insistir na discussão se a moça é genuína ou se tudo nela é encenado. Do sorriso envergonhado ao afastar da madeixa solta de cabelo. Se fez uma plástica ou…

Lorde – Pure Heroine (2013)

O álbum é de 2013 e eu já devia ter escrito sobre ele há muito tempo, mas nada está perdido e agora até parece mais oportuno: em Fevereiro, Lorde ganhou dois Grammy e em Maio vem ao Rock in Rio…

Nine Inch Nails – Hesitation Marks (2013)

Desde que editaram o The Fragile, em 1999, que os álbuns de NIN me começaram a passar ao lado, mas a culpa não é só deles. Foi a partir daí que os NIN como banda desapareceram e passaram a ser,…

Reportagem: Quelle Dead Gazelle // The Glockenwise || Lux

As festas Black Balloon, organizadas por Pedro Ramos da Radar, regressaram ao Lux na sexta-feira, 18 de outubro, com os lisboetas Quelle Dead Gazelle, e os Glockenwise, de Barcelos. Duas bandas que não podiam ser mais diferentes. Os Quelle Dead…

Reportagem: Murdering Tripping Blues || Musicbox

Os Murdering Tripping Blues são dois rapazes e uma rapariga. Henry Leone Johnson na voz e guitarra, Johnny Dynamite na bateria e Mallory Left Eye nas teclas e ocasional voz de apoio. São portugueses e já cá andam há uns…

No Joy – Wait To Pleasure (2013)

Foi o tema “Hare Tarot Lines” que me levou aos No Joy e ao álbum Wait To Pleasure. Gostei da voz delicada quase em sussurro, da cadência e da melodia fácil misturada com as guitarras distorcidas e arrastadas. É um…

Queens of The Stone Age – …Like Clockwork (2013)

Tenho de confessar que os últimos dois álbuns de Queens of The Stone Age me passaram ao lado. Acho que mal os ouvi. Estava mal habituada depois dos portentos que são o Rated R e o Songs for the Deaf,…

Reportagem: Peter Murphy || Coliseu dos Recreios

Estou na dúvida se o facto de não ter gostado muito de Peter Murphy ontem no Coliseu de Lisboa teve a ver com a prestação em si ou se por ter visto dois espectáculos monumentais uns dias antes (Nick Cave…