Oasis – Standing On The Shoulder Of Giants (2000)

No virar do milénio, os Oasis mudam o logo da banda, perdem mais dois membros fundadores, Noel afasta-se das drogas e Liam escreve a sua primeira música. O disco, regado a psicadelismo, marca, de certa forma, o fim da Britpop e da relevância da banda no panorama musical.

7/10
João Granola – Os Moderados (2020)

João Granola, pseudónimo de João Machado, ex-Pintarolas, tem um novo álbum a solo.

7.5/10
King Krule – Man Alive! (2020)

Man Alive! apresenta-nos a um Archy Marshall mais crescido, mais focado, e mais claro das ideias – num álbum que remenda muitos dos pecados de The Ooz e que nos volta a encher de entusiasmo para voltar a escutar King Krule com vontade.

Avi Buffalo – At Best Cuckold (2014)

O segundo disco de Avi Buffalo é um tratado de indie-pop, misturando o sol da Califórnia com a intimidade de um quarto de adolescente

3/10
Maria Reis – Chove na Sala, Água nos Olhos (2019)

Como um penso rápido, é coisa que não demora a arrancar mas deixa uma sensação de desconforto.

9/10
Walter Martin – The World At Night (2020)

Em The World At Night, Walter Martin embala-nos durante dez maravilhosas canções remetendo-nos para uma sonoridade que tem tanto de ingénua como de doce e honesta e brutal, como a vida pode ser.

8/10
Gil Scott-Heron – We’re New Again [A Reimagining by Makaya McCavern] (2020)

Gil Scott-Heron é considerado, por muitos, o primeiro MC da história.

7/10
Marcelo Falcão – Viver (Mais Leve Que o Ar) (2019)

Vocalista de O Rappa segue agora a solo, pelo mesmo caminho que levou a sua antiga banda ao sucesso.

8/10
Tame Impala – The Slow Rush (2020)

O ímpeto rockeiro da adolescência já passou. Os Tame Impala estão a cada disco mais maduros e moderados.

7/10
Filipe Sambado – Revezo (2020)

É um sólido terceiro disco de um dos melhores músicos no panorama nacional.

8/10
Alex Cameron – Miami Memory (2019)

No que pensamos quando pensamos em Alex Cameron? Sintetizadores vintage, um saxofone e um rol…

Lou Reed – Transformer (1972)

O álbum charneira da carreira a solo de Reed fica para a história do rock…

Frank Ocean – Channel Orange (2012)

O sentimento transbordante da soul numa roupagem contemporânea. E um enorme escritor de canções.

7.5/10
Julian Cope – Self Civil War (2020)

Self Civil War é um louvável regresso ao formato que o imortalizou.

8/10
Destroyer – Have We Met (2020)

Começamos bem o ano quando Destroyer nos dá música nova.

7/10
Neil Young & Crazy Horse – Colorado (2019)

Andamos há anos a perguntar se Young ainda terá dentro de si um disco extraordinário.

8.5/10
Allen Halloween – Unplugueto (2019)

Unplugueto foi gravado em formato ao vivo e dá-nos um misto de temas conhecidos e outros menos.

Walkmen – Heaven (2012)

Heaven é um daqueles álbuns que parecem não ter data, ouve-se tão bem hoje como se ouvia em 2012, e cada faixa flui para a seguinte de tal forma que sentimos que o fim do disco chega antes do tempo.