Angel Olsen – My Woman (2016)

Angel Olsen já é uma Mulher!

Acid Acid – Acid Acid (2016)

Um disco que é passaporte, uma Viagem infinita para um número incontável de lugares na qual Castro é guia e xamã.

Miss Lava – Sonic Debris (2016)

No seu nicho do heavy rock, os Miss Lava jogam de pleno direito no tabuleiro internacional. E jogam para ganhar.

Car Seat Headrest – Teens of Denial (2016)

A cada audição descobre-se um recanto novo, um riff que não nos tínhamos apercebido, um refrão com um verso que nos põe a pensar… Basicamente é isso que acontece com este Teens of Denial – um processo de descoberta constante.

of Montreal – Innocence Reaches (2016)

Como sempre, os of Montreal não entregam discos fáceis aos ouvidos, mas que o tempo ajuda a ser convertido.

The Monkees – Good Times (2016)

Um disco pop muito fresco e estranhamente autêntico. Não sentimos aqui o efeito manta-de-retalhos nem notamos demasiado o dedo dos produtores. É um álbum de Verão que parece ter sido, de facto, gravado nos anos 60, com um cheirinho a hippie bem comportado. Na verdade, estamos perante um grupo de septuagenários num último esforço de leveza, ainda que não necessariamente de relevância.

Retimbrar – Voa Pé (2016)

Voa Pé é um golo do Éder. Voa Pé é a nossa pátria a bailar. Dancemos até o inverno chegar.

Benjamin Biolay – Palermo Hollywood (2016)

Há muito que se esperava o regresso de Benjamin Biolay.

Minor Victories – Minor Victories (2016)

Uma espécie de supergrupo que merece ganhar nome por si mesmo. Venham de lá os Minor Victories.

The Avalanches – Wildflower (2016)

O surpreendente Wildflower, não obstante ter conseguido revelar novas facetas de um som tão icónico e reconhecível como o dos Avalanches, mantém imutáveis algumas fórmulas que se mantêm tão eficazes e excitantes como o eram há 16 anos atrás.

Red Hot Chili Peppers – The Getaway (2016)

The Getaway é um disco que, ao contrário de alguns outros da banda, não tem grandes altos nem grandes baixos.

Garbage – Strange Little Birds (2016)

Um disco que cairá às mil maravilhas aos fãs de antigamente que queiram reviver o seu amor pela banda.

Yanka Dyagileva – Angedonia (1989)

As mãos amigas não têm linguagem nem fronteiras que as separem.

Klaus Johann Grobe – Spagat der Liebe (2016)

Spagat der Liebe, disco deliciosamente retro, é uma combinação psicadélica irresistível e uma das grandes surpresas deste ano.

Demoscene Time Machine – Gravity (2016)

Gravity é culpado e orgulhoso réu da herança 8-bit, dos MIDI recursivos, do chiptune inusitado numa amálgama para si necessária.

Kula Shaker – K 2.0 (2016)

K 2.0 nunca virá a ser falado para os melhores discos de 2016. Provavelmente nem dos melhores discos psicadélicos deste ano. Não deixa é de ser uma grande notícia ter os Kula Shaker em forma vinte anos depois do seu disco de estreia e saber que o rock psicadélico continuará sempre em boas mãos. Mesmo fora de moda…

Beth Orton – Kidsticks (2016)

O disco mais arrojado, arriscado e aventureiro disco da carreira de Beth Orton.

Vários Artistas – Day of the Dead (2016)

Day of the Dead é um colosso. 59 músicas, mais de cinco horas de música distribuídas por cinco CDs, um luxo. De facto, não seria fácil encontrar uma forma mais apropriada de homenagear uma banda como os Grateful Dead, que durante cinco décadas simbolizaram na perfeição o mito hippie, a liberdade do rock n’ roll e a estrada aberta em busca de mais um concerto de um grupo mítico.