James Blake ainda não completou 30 primaveras mas é dono, já, de uma estética musical muito própria. The Colour in Anything, o seu novo álbum, não é o momento maior da sua discografia mas abre portas (janelas, vá…) e mundo para o futuro – e não deixa de ter uma mão cheia de canções magníficas.
Napoleão Mira & Reflect – 12 canções faladas e 1 poema desesperado (2016)
Napoleão Mira pega em Pessoa e nos heróis de Orpheu e, revisitando-os, faz deles um ponto de partida para uma viagem pelo que é ser Portugal e pelos fantasmas que vivem em todos os homens.
Daily Misconceptions – Our Little Sequence Of Dreams (2016)
Our Little Sequence Of Dreams é música de estrada; é música de viagem, de aventura, de busca pelo infinito desconhecido.
The Smiths – The Queen is Dead (1986)
Um disco fabuloso de uma banda imortal, que urge revisitar sempre.
Samuel Úria – Carga de Ombro (2016)
Quando falamos de Samuel Úria falamos de um dos melhores escritores de canções das últimas décadas.
Hinds – Leave Me Alone (2016)
As Hinds oferecem-nos um disco com temas a puxar à festa e outros mais melancólicos.
Black Mountain – IV (2016)
Um dos melhores discos de rock clássico do ano, sem dúvida, trazendo-nos o cheiro dos anos 70 aos dias de hoje.
The Strokes – Future, Present, Past [EP] (2016)
Um belo refresco de Verão que nos devolve alguma esperança num regresso dos Strokes à grandiosidade de que são capazes, assim se esforcem.
Senhor Vulcão – Flores do Bem (2016)
Gravado de uma só vez, sem cortes nem artimanhas, Flores do Bem é um complemento despido de Canções do Bandido. Exulta um amor puro e inatingível, mas aceita esse destino em paz e com tons exóticos.
Senhor Vulcão – Canções do Bandido (2016)
Mordaz contador de histórias, que faz da Língua Portuguesa a sua Pátria, o Senhor Vulcão está de regresso com dois novos maços de canções. Depois da aridez de Montanha, Canções do Bandido é uma erupção sofisticada
Golden Slumbers – New Messiah (2016)
The New Messiah é um disco introvertido, calmo, para ouvir de auscultadores em dias de reflexão, quase melancólico e a pedir chuva e manta.
Wild Belle – Dreamland (2016)
Dreamland é o aperitivo ideal para acompanhar tardes de sol e noites na rua, de copo na mão, sem pensar em grande coisa.
Santana – Santana IV (2016)
Santana IV é um disco para ser consumido por inteiro e por ordem, numa viagem multicolorida, suada e muito recompensadora.
Beyoncé – Lemonade (2016)
Jay Z, ficas avisado: “If you try this shit again, You gon’ lose your wife.”
Aesop Rock – The Impossible Kid (2016)
Não vai ser fácil para o hip hop em 2016 pôr um álbum na rua tão sólido quanto este.
Travis – Everything At once (2016)
A força desta banda está nas suas melodias, nas suas baladas ligeiramente aceleradas, no carácter ao mesmo tempo intimista e celebratório dos seus temas. De tudo isto há com equilíbrio neste novo disco.