Bicho do Mato – A Vingança do Bicho do Mato (2016)

Bicho do Mato: O southern rock português acabou de nascer.

BadBadNotGood – IV (2016)

BadBadNotGood regressam com outro disco competente e cheio de convidados especiais.

Devendra Banhart – Ape In Pink Marble (2016)

O novo disco de Devendra Banhart tem tudo aquilo que sempre gostámos nele, mas falta-lhe intensidade. Será esse o seu problema maior, embora o músico tenha, decididamente, manifestado uma outra opção, preferido um outro caminho. Banhart baralhou-nos: onde esperávamos swing e jogo de ancas, encontrámos delicadeza e contemplação!

You Can’t Win, Charlie Brown – Marrow (2016)

Mais um tiro no porta-aviões. Ao terceiro álbum, os You Can’t Win, Charlie Brown voltam a acertar e fazem mais um excelente disco. Mais eléctrico, mais expansivo, mas com a mesma polifonia e requinte dos discos anteriores.

The Divine Comedy – Foreverland (2016)

Seis anos distam entre o anterior Bang Goes the Knighthood e o novo Foreverland. O tempo, como muitas coisas na vida, é por vezes psicológico – e voltar a Neil Hannon e aos Divine Comedy é voltar à casa de partida sem nunca dela verdadeiramente se ter saído.

Jorge Palma – Só (1991)

Só é um disco especial sob vários aspectos. Na prática, nessa altura, acabou por funcionar como um verdadeiro ‘best-of’, uma vez que é composto por alguns dos mais conhecidos temas da sua carreira até então. Com uma particularidade: foi todo gravado live, apenas voz e piano, ou seja, é um documento de uma reinterpretação dessas 15 músicas.

Bon Iver – 22, A Million (2016)

Bon Iver regressa depois de cinco anos de espera com um disco agridoce, de canções íntimas e dolorosas, algumas verdadeiramente difíceis de ouvir, a oscilar entre momentos de grandeza e excesso de auto-tune.

Bruno Pernadas – Worst Summer Ever (2016)

Worst Summer Ever é profundo, estóico e outonal, como um filme do Bergman.

Pixies – Head Carrier (2016)

Evangelho segundo Frank Black

Nick Cave – Skeleton Tree (2016)

Nick Cave e a elegia à mortalidade

Elza Soares – A Mulher do Fim do Mundo (2015)

Elza Soares continua a ser o furacão que sempre foi, só que agora aparece mais amarga do que nunca. Curiosamente, esse azedume é uma das coisas mais doces que fui ouvindo este ano, trazidas do outro lado do oceano.

Whitney – Light Upon The Lake (2016)

Perfeito disco de Verão que assenta perfeitamente nos dias dourados do mês de Setembro.

Dinosaur Jr – Give a Glimpse of What Yer Not (2016)

Do capítulo Bandas que não dão passos em falso – Dinosaur Jr.

De La Soul – And the Anonymous Nobody (2016)

Após bem sucedida campanha de fundraising os De La Soul servem música gourmet.

The Kills – Ash & Ice (2016)

Frio como gelo e a desvanecer como cinza no ar, assim é o novo dos The Kills.

Carne Doce – Princesa (2016)

Dá vontade de tornar Rainha esta Princesa.

Bruno Pernadas – Those Who Throw Objects At The Crocodiles Will Be Asked To Retrieve Them (2016)

Uma viagem eclética por uma mão-cheia de universos musicais, bebendo inspiração de todos os cantos do mundo – desde o swing cuidado da América de Dave Brubeck, às guitarras soalheiras a chamarem à boca um travo da música tuareg do Norte de África.

Metronomy – Summer 08 (2016)

Fazer do desalento uma pista de dança é o saboroso segredo de Metronomy.