Pedro Primo Figueiredo
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Jornalista de política na vida real, melómano e escriba musical num cenário de sonho. 32 anos vividos entre Massamá, Bruxelas e Lisboa, benfiquista de coração, devoto de Suede e permanentemente à procura da vertigem da novidade, sempre alicerçada em bons ensinamentos do passado - na vida e na música.

Plastic People – Visions (2018)

Uma banda nova, portuguesa, que faz lembrar muita coisa, é certo, mas tudo coisas de valor. Está aqui um belo disco.

Suede – The Blue Hour (2018)

Alerta para quem – lamentavelmente – ainda não tomou contacto com a nova vida dos Suede: a pop mais soalheira é miragem e agulha em palheiro.

“Closedown” – The Cure

Disintegration é o disco da vida de muitos e os Cure são a banda da vida de outros tantos. Nada de novo. Celebremos, apenas.

“What I’m Trying To Tell You” – Suede

Há nestes mais recentes anos de Brett Anderson e companhia cantigas ao nível do melhor de sempre do grupo britânico. Fica aqui um exemplo.

“Angel” – Massive Attack

Há bandas tão à frente do seu tempo que o som que faziam, digamos, em 1998, ainda hoje parece ser de um futuro distante, tecnológico, vibrante embora gélido. Grandes Massive Attack.

“Don’t Miss It” – James Blake

Venha de lá nova epifania, estimável Blake. E depressa.

“Sparrows Over Birmingham” – Josh Rouse

Josh Rouse tem muitos discos. Nem todos são excelentes, mas quando acerta, acerta. 1972, de 2003, é ainda hoje o melhor punhado de canções do músico. “Sparrows Over Birmingham” é só um feliz exemplo de tamanha luminosidade.

Playlist da semana: Cançonetismo do baril

A canção, o ponto de chegada de qualquer músico. Playlist inspirada no programa “Coyote”, da Antena 3. Cançonetismo.

Beach House – 7 (2018)

Se Victoria Legrand é uma Nico dos tempos modernos, Alex Scally é o fazedor maior de todo este mundo de fantasia.

NOS Alive 2018 || Dia 3

O regresso a casa dos Pearl Jam foi, previsivelmente, a celebração maior da edição de 2018 do NOS Alive. Para o ano há mais.

NOS Alive 2018 || Dia 2

Um dia de rock.. Competência máxima de National e QOTSA, relevância absoluta dos veteranos Yo La Tengo e Eels.

NOS Alive 2018 || Dia 1

O crescimento dos Arctic Monkeys, a sova dos Nine Inch Nails, muita e boa oferta nos palcos menores.

Pavement – Brighten the Corners (1997)

Um disco que não é o preferido da maioria dos devotos, mas só porque lá atrás já estava a história escrita.

LCD Soundsystem || Coliseu dos Recreios

Uma enorme pista de dança onde couberam todos os nossos amigos, sonhos e desilusões.

Os Fugly são um power-trio à antiga

Rock. Português, bem feito, com respostas na ponta da língua – ou do teclado, no caso. Falámos com os Fugly.

David Fonseca || Centro Cultural Olga Cadaval

Há disco novo, uma máquina a ser oleada, um músico cada vez mais confortável como ‘frontman’.

Stone Temple Pilots – Stone Temple Pilots (2018)

Um disco rock honesto, de uma banda que parece resistir a tudo. Só para fãs, mas ainda assim um álbum meritório.

“Nobody Girl” – Ryan Adams

Uma das largas dezenas de grandes canções de um dos mais inspirados compositores de décadas recentes da canção que, entre a folk e o rock, pauta a música norte-americana.