Pedro Primo Figueiredo
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Jornalista de política na vida real, melómano e escriba musical num cenário de sonho. 32 anos vividos entre Massamá, Bruxelas e Lisboa, benfiquista de coração, devoto de Suede e permanentemente à procura da vertigem da novidade, sempre alicerçada em bons ensinamentos do passado - na vida e na música.

The Divine Comedy – Office Politics (2019)

“Office Politics” retrata, com humor, a vida num qualquer escritório. Tem amor, tecnologia, humor e o habitual refinado bom gosto pop de Neil Hannon. Os Divine Comedy estão de volta.

“Miss Moneypenny” – Placebo

Um lado-b do começo de carreira dos Placebo e uma referência a James Bond.

“White Male Carnivore” – Yak

Rock urgente que precisa de ser descoberto e acarinhado.

“Silence” – Portishead

Já lá vão 11 anos desde Third. Precisamos de um novo regresso dos Portishead.

“Loaded” – Primal Scream

O outrora influente New Musical Express considerou-a a 59.ª melhor canção de sempre. “Loaded” é perfeita: sampla, vai buscar influências negras, mistura num efusivo cocktail pop, e resulta num momento maior na carreira dos Primal Scream. Hoje soubemos que Bobby…

Playlist da semana: Altamont Primavera/Verão

Música para dançar e sentir, coleção primavera/verão.

“Something for the Weekend” – The Divine Comedy

Sabiam que “Something for the Weekend” é uma expressão que representa um amigo dar preservativos a outro para o fim de semana?

The Gift – Verão (2019)

Podia ter sido um disco intimista, mas ganhou nervo e transformou-se numa obra maior na carreira dos Gift.

Massive Attack || Campo Pequeno

Recuperar Mezzanine é recuperar um disco negro, denso, envolvente e próximo.

Plastic People – Visions (2018)

Uma banda nova, portuguesa, que faz lembrar muita coisa, é certo, mas tudo coisas de valor. Está aqui um belo disco.

Suede – The Blue Hour (2018)

Alerta para quem – lamentavelmente – ainda não tomou contacto com a nova vida dos Suede: a pop mais soalheira é miragem e agulha em palheiro.

“Closedown” – The Cure

Disintegration é o disco da vida de muitos e os Cure são a banda da vida de outros tantos. Nada de novo. Celebremos, apenas.

“What I’m Trying To Tell You” – Suede

Há nestes mais recentes anos de Brett Anderson e companhia cantigas ao nível do melhor de sempre do grupo britânico. Fica aqui um exemplo.

“Angel” – Massive Attack

Há bandas tão à frente do seu tempo que o som que faziam, digamos, em 1998, ainda hoje parece ser de um futuro distante, tecnológico, vibrante embora gélido. Grandes Massive Attack.

“Don’t Miss It” – James Blake

Venha de lá nova epifania, estimável Blake. E depressa.

“Sparrows Over Birmingham” – Josh Rouse

Josh Rouse tem muitos discos. Nem todos são excelentes, mas quando acerta, acerta. 1972, de 2003, é ainda hoje o melhor punhado de canções do músico. “Sparrows Over Birmingham” é só um feliz exemplo de tamanha luminosidade.

Playlist da semana: Cançonetismo do baril

A canção, o ponto de chegada de qualquer músico. Playlist inspirada no programa “Coyote”, da Antena 3. Cançonetismo.

Beach House – 7 (2018)

Se Victoria Legrand é uma Nico dos tempos modernos, Alex Scally é o fazedor maior de todo este mundo de fantasia.