7.0/10
The Flaming Lips – Oczy Mlody (2017)

A banda de Wayne Coyne traz-nos um disco denso e intrincado, uma viagem lenta com ecos de kraut, isolamento e psicadelismo contido.

Bloom – Tremble Like a Flower (2016)

JP Simões reinventa-se, mudando tudo: nome, língua, referências. O produto final é de uma beleza perturbadora…

6.5/10
Hamilton Leithausen + Rostam – I Had a Dream That You Were Mine (2016)

Quando o teclista de Vampire Weekend, Rostam Batmaglij, se junta ao vocalista de Walkmen, Hamilton Leithausen, o resultado é um alegre e descomprometido I Had A Dream That You Were Mine.

7.5/10
Nicolas Jaar – Sirens (2016)

Nicolas Jaar atinge uma idade carregada de peso simbólico no mundo da música, mas o mundo da música já não é o mesmo.

Yo La Tengo – Painful (1993)

E ao sexto álbum os Yo La Tengo fizeram o seu verdadeiro primeiro álbum, palavras…

Tom Waits – The Heart of Saturday Night (1974)

Segundo registo fonográfico de Tom Waits, com a chancela da Azylum Records. Pot-pourri estilístico com Glenfiddich e Lucky Strike à mistura. Comme il faut!

7.5/10
Julian Cope – Drunken Songs (2017)

É sempre um prazer voltar a Julian Cope! No caso específico de Drunken Songs, o prazer expande-se por canções etílicas, todas elas com aromas e sabores muito particulares, produtos de destilações sonoras sóbrias e tranquilas.

6.5/10
Cloud Nothings – Life Without Sound (2017)

O quinto álbum dos Cloud Nothings levanta importantes questões sobre o lugar do rock no…

Egberto Gismonti, Charlie Haden e Jan Garbarek – Folk Songs (1981)

Há que reconhecer que um trio como este – Gismonti, Haden e Garbarek – só pode produzir coisas boas e surpreendentes. Folk Songs é a prova disso mesmo. Quando nos metemos com os grandes, saímos sempre vitoriosos.

6.5/10
Foxygen – Hang (2017)

O duo Sam France e Jonathan Rado está de regresso, desta vez mais disciplinados e focados, para nos apresentar um bom disco de homenagem ao soft rock e glam dos anos 70.

8.0/10
Lula Pena – Archivo Pittoresco (2017)

Lula Pena voltou, e isso é sempre um acontecimento. Com Archivo Pittoresco muda-se um pouco a geografia sonora, mas o destino é sempre o mesmo: um passeio pelo seu mundo.

The xx
9.0/10
The xx – I See You (2017)

Depois de dois singles promissores, finalmente chega o terceiro álbum dos xx. É tudo aquilo que podíamos esperar de uma banda que já nos deu dois álbuns tão belos mas que consegue ir mais além; com I See You, mostram-nos que ainda têm muito para dar.

8.0/10
Sundara Karma – Youth is Only Ever Fun in Retrospect (2017)

O disco de estreia destes britânicos cumpre a elevada expectativa e deixa-nos sedentos de ver o que estes miúdos têm ainda para nos dar.

7/10
Brian Eno – Reflection (2017)

Brian Eno volta às brincadeiras sérias ao redor dos silêncios. Reflection abriu 2017 propondo-nos um caminho de paz e reconciliação.

Amon Düül II – Yeti (1970)

Yeti é um monstro sonoro que precisa de amigos. É, igualmente, uma explosão de sons, um cardápio de experimentalismo musical, um festim psicadélico e um banquete de drogas lisérgicas.

The Moody Blues – Long Distance Voyager (1981)

Quando os anos oitenta ameaçavam muitos daqueles que nas décadas passadas haviam produzido os seus melhores discos, Os The Moody Blues fizeram-se ao caminho, e ao décimo álbum deram uma enorme prova de vida.

Nick Cave and the Bad Seeds – Tender Prey (1988)

Ao quinto álbum, Nick Cave atinge a sua maturidade criativa, sintetizando a dissonância do seu passado pós-punk com um melodismo até então inédito. As más sementes teimando em crescer.

R.E.M.- Murmur (1983)

Murmur é um dos álbuns mais influentes dos anos 80, pilar da resistência indie contra um mainstream balofo e decadente. O college rock acabado de nascer.