3/10
Maria Reis – Chove na Sala, Água nos Olhos (2019)

Como um penso rápido, é coisa que não demora a arrancar mas deixa uma sensação de desconforto.

9/10
Walter Martin – The World At Night (2020)

Em The World At Night, Walter Martin embala-nos durante dez maravilhosas canções remetendo-nos para uma sonoridade que tem tanto de ingénua como de doce e honesta e brutal, como a vida pode ser.

8/10
Gil Scott-Heron – We’re New Again [A Reimagining by Makaya McCavern] (2020)

Gil Scott-Heron é considerado, por muitos, o primeiro MC da história.

8/10
Tame Impala – The Slow Rush (2020)

O ímpeto rockeiro da adolescência já passou. Os Tame Impala estão a cada disco mais maduros e moderados.

7/10
Filipe Sambado – Revezo (2020)

É um sólido terceiro disco de um dos melhores músicos no panorama nacional.

7.5/10
Julian Cope – Self Civil War (2020)

Self Civil War é um louvável regresso ao formato que o imortalizou.

8/10
Destroyer – Have We Met (2020)

Começamos bem o ano quando Destroyer nos dá música nova.

8.5/10
Bill Fay – Countless Branches (2020)

Não é tarde para devolver o músico ao merecido lugar de destaque da prateleira dos grande nomes da cena folk.

8/10
Mac Miller – Circles (2020)

O melhor adjectivo que encontramos para Circles é: acolhedor. As 12 músicas que o incorporam têm um fio condutor e quase se sentem como um abraço daqueles bem apertados.

8/10
Caetano Veloso & Ivan Sacerdote – Caetano Veloso & Ivan Sacerdote (2020)

Ouvir Caetano Veloso & Ivan Sacerdote divide-nos entre a “dor e o prazer”. E assim vivemos enganados durante pouco menos de 40 minutos. É muito pouco, e tanto ao  mesmo tempo!