7/10
Fat White Family – Serfs Up! (2019)

Serf’s Up é um disco completo e bem conseguido, de sons ecléticos e estilo refrescante, e mostra bem que os Fat White Family encontraram o seu caminho.

8.5/10
Bill Fay – Countless Branches (2020)

Não é tarde para devolver o músico ao merecido lugar de destaque da prateleira dos grande nomes da cena folk.

8/10
Mac Miller – Circles (2020)

O melhor adjectivo que encontramos para Circles é: acolhedor. As 12 músicas que o incorporam têm um fio condutor e quase se sentem como um abraço daqueles bem apertados.

8.5/10
Daniel Norgren – Wooh Dang (2019)

Wooh Dang é um ninho que nos envolve num estranho conforto.

Beach House – Teen Dream (2010)

Canções pop a roçar a perfeição. A melancolia e o torpor de sempre.

8/10
Caetano Veloso & Ivan Sacerdote – Caetano Veloso & Ivan Sacerdote (2020)

Ouvir Caetano Veloso & Ivan Sacerdote divide-nos entre a “dor e o prazer”. E assim vivemos enganados durante pouco menos de 40 minutos. É muito pouco, e tanto ao  mesmo tempo!

7/10
Madalena Palmeirim – Right as Rain (2019)

É caso para se dizer “Já estava na hora!”

Donovan – Sunshine Superman (1966)

Se, no início da carreira, Donovan era visto como a resposta britânica a Bob Dylan, em Sunshine Superman, o músico escocês mostra o seu lado pastoral e psicadélico, distanciando-se definitivamente da sombra do norte americano.

7/10
IAMX – Alive In New Light (2018)

Cheio de detalhe e subtileza, mas também de teatralidade e emoção, este é um óptimo disco para começar a ouvir IAMX.

The Smashing Pumpkings – Mellon Collie and the Infinite Sadness (1995)

O terceiro álbum dos Smashing Pumpking representa o seu auge de capacidade musical e foi o disco certo no momento certo.

Caetano Veloso, Gal Costa e Gilberto Gil – Temporada de Verão (ao vivo na Bahia)

Voltar a Temporada de Verão foi um inesperado e abençoado acontecimento!

Outkast – Stankonia (2000)

Com um pé numa nave espacial e o outro no gueto se faz esta obra-prima do hip-hop: experimental sem esquecer a tradição, sonhadora sem esquecer a rua. Andre 3000 e Big Boi, portanto.

7/10
Esteves – Esteves (2019)

Tendo como fio condutor a guitarra acústica e a voz de Tiago Esteves, eis Esteves.

Bill Callahan – Apocalypse (2011)

70% de Apocalypse é aquela voz trovão que abre montanhas ao meio. Bill não canta, desaba; não fala, interpela; não interpreta, comanda!

8.5/10
Boy Harsher – Careful (2019)

Boy Harsher são uma banda norte-americana algures entre o eletropop e o darkwave minimal. Chegam em 2019 com Careful em perfeito equilíbrio da synth pop.

M.I.A. – Kala (2007)

Tudo é desmedido em Kala: mil tambores festejando a união de todas as tribos, timbres estridentes desafiando os tímpanos, uma voz blasé e insolente com quilos de swag.

7/10
Mulherhomem – Blasférmico (2019)

Mulherhomem regressou em 2019 com Blasférmico, terceiro e último trabalho do trio. Um disco que cresce com cada audição.

7/10
Quadra – Chili (2019)

Os Quadra trazem-nos kraut e boa música instrumental rítmica directamente de Braga, servidos num saboroso Chili