Diogo Barreto
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“1913 Massacre” – Woody Guthrie

Tratando a sua música como uma arma, Guthrie pôs-se sempre do lado dos trabalhadores e dos desfavorecidos, denunciando as atrocidades praticadas contra estes.

“Crossroads” – Robert Johnson

Todos os músicos de blues estão em dívida para com Robert Johnson.

“Be My Baby” – The Ronettes

Não há nada de errado em “Be My Baby”.

“Maggie’s Farm” – Bob Dylan

E quando Dylan decidiu tocar “Maggie’s Farm” no santuário da música folk, acompanhado por uma banda eléctrica?

Playlist da Semana: Blues is all I have

Porra para esta merda toda, que o blues é tudo o que me resta.

“As Tears Go By” – The Rolling Stones

O rock n and roll não tem nada a ver com religião ferverosa. Mas talvez até possa ter uma pequena ligação meio escondida.

Quem foste tu, Kurt Cobain?

O texto profundo, imersivo e estarrecedor sobre o malogrado Kurt.

Julia Jacklin – Crushing (2019)

O que é mais importante nunca esquecer – e que Crushing lembra a cada audição – é que o mundo é um sítio lixado.

“Babe I’m Gonna Leave You” – Led Zeppelin

A canção acústica mais pesada de que há memória.

“Good Times Bad Times” – Led Zeppelin

A revolução não precisa de passar na televisão. A revolução pode chegar (e chegou) sob a forma de uma canção com menos de três minutos que deixou bem claro as intenções de quem a tocava: eles iam ser a melhor banda de rock de sempre. 

Led Zeppelin – Houses of the Holy (1973)

Houses of the Holy pode não ser tão poderoso como os dois primeiros discos, tão impactante quanto o terceiro ou repleto de clássicos como o quarto, mas o que lhe falta nessas características, compensa em variedade.

Led Zeppelin – Led Zeppelin IV (1971)

Led Zeppelin IV, o disco místico, o álbum sem nome, é o momento de consagração de deuses. Seres que re-inventaram o rock e o blues. Que brincaram com o folk e abriram as portas ao heavy metal.

“Achille’s Last Stand” – Led Zeppelin

“Achille’s Last Stand” é uma das mais poderosas canções dos Led Zeppelin

“Since I’ve Been Loving You” – Led Zeppelin

O blues fica ainda mais majestoso nas mãos destes senhores. 

Medeiros/Lucas – Sol de Março (2018)

Apesar de continuarem a cantar a tradição açoriana, em Sol de Março Pedro Lucas e Carlos Medeiros fazem um piscar de olhos a África e à Europa, porque cantar e experimentar continua a não incomodar a dupla.

Lucy Dacus – Historian (2018)

Historian tem momentos de melancolia, sofrimento, ternura (muitos), e outros (poucos) de descarga e raiva. É visceral, sem ser azedo.

“Pronúncia do Norte” – GNR

Os GNR chamam uma das maiores guardiãs da tradição oral portuguesa – a incrível Isabel Silvestre – e com ela gravam um hino de amor ao Norte.

“Video Maria” – GNR

É profano? Sim. É provocatório? Confere. Tem sensualidade? Aos montes.