Ao terceiro álbum, Melody Prochet traz-nos um trabalho límpido, melódico e impregnado do charme francês,…
Spoon – Lucifer on the Sofa (2022)
Ao décimo disco de estúdio os Spoon oferecem-nos um disco indie rock leve e despretensioso.…
Muddy Waters – The Best of Muddy Waters (1958)
The Best of Muddy Waters, de 1958, colige os melhores singles que o bluesman publicou na Chess Records entre 1948 e 1954. Uma resenha perfeita da revolução eléctrica comandada por Muddy Waters nos anos de ouro do pós-guerra.
Los Bitchos – Let the festivities begin! (2022)
Quatro raparigas de países diferentes entram num bar e, com a produção de Alex Kapranos,…
Metric – Formentera (2022)
Com este novo disco, os Metric passeiam-se entre a eletrónica e o indie rock com…
Lena d’Água & Atlântida – Perto de Ti (1982)
A memória tem apetites particulares. Fomos ouvir de novo Perto de Ti, o primeiro disco de Lena d’Água com a banda Atlântida. O reencontro ocorreu sem grandes desilusões, o que é sempre bom sinal.
King Gizzard and the Lizard Wizard – Omniun Gatherum (2022)
Ao 20º disco em dez anos, os King Gizzard dão-nos um álbum duplo esquizofrénico mas muito satisfatório, que vai do trash ao hip-hop, passando pela chillwave e por tudo o mais que conseguiram meter neste caldeirão de criatividade.
The Prodigy – Experience (1992)
O primeiro dos Prodigy, Experience, transporta-nos para as raves do início dos anos 90: um disco frenético, extasiado, colorido…
Jonas – São Jorge (2021)
São Jorge, álbum de estreia do fadista lisboeta Jonas, incorpora o fado tradicional e as temáticas contemporâneas, sendo um disco essencial na discografia da nova geração do fado.
black midi – Hellfire (2022)
Os black midi estão de regresso com Hellfire. Ao terceiro álbum, os irrequietos londrinos conseguem manter bem identificáveis as suas excêntricas particularidades, embora de maneira ligeiramente mais friendly.
José Pinhal – Vol. 1 (1984)
A receita é simples: sotaque portuense acérrimo, bigode farto e um smoking branco, somando-se ainda melodias que dificilmente não ficam na cabeça e letras sinceras que agora regressam em nome do apreço pelo que a cultura portuguesa tem de mais valioso.
Marcos Valle – Previsão do Tempo (1973)
Previsão do Tempo, disco que Marcos Valle lançou no distante ano de 1973, é uma autêntica caixinha de surpresas.
Jorge Palma – O Lado Errado da Noite (1985)
O Lado Errado da Noite foi o primeiro disco de Jorge Palma a ter algum sucesso. “Deixa-me Rir”, “Jeremias, o Fora da Lei” e o próprio tema-título caíram no goto do público.
Drake – Honestly, Nevermind (2022)
Seria de esperar que quem vibrou com temas como “Hold On, We’re Going Home”, “One…
Wings – Wild Life (1971)
Wild Life soa exactamente ao que pretendeu ser: um conjunto de canções honestas, despretensiosas, e divertidas. Os anos 70 estavam a começar a descolar e Paul estava pronto para embarcar.
Carlos Paredes – Guitarra Portuguesa (1967)
O primeiro álbum de Carlos Paredes, Guitarra Portuguesa, disputa a condição de obra maior com o tomo seguinte, Movimento Perpétuo. Há um argumento forte para o primeiro ganhar o braço-de-ferro. Chama-se “Canção Verdes Anos”.
Tim Bernardes – Mil Coisas Invisíveis (2022)
Ao fim de cinco anos, Tim Bernardes decidiu recomeçar mais uma vez. O recente Mil Coisas…