João Salazar Braga
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Se pudesse viajar no tempo, regressaria à década de 60 e viveria o California Dream com os The Beach Boys. Ou então iria para o Rio tentar cair nas graças da garota de Ipanema. Se bem que, pensado melhor sobre o assunto, também não me importava nada de estar no Cavern Club, em Liverpool, a assistir à revolução que 4 miúdos iriam, não tarda, provocar no mundo. Como viajar no tempo é impossível, tenho de me contentar, ou com os meus phones, ou com as minhas colunas. E, sinceramente, isso basta-me. Tenho 21 anos. Gosto de escrever. Sobre música, sobre tudo.

slowthai – TYRON (2021)

Slowthai rima com polémica e irresponsabilidade.

Yakuza – AILERON (2020)

Ao não terem escondido as suas influências, os YAKUZA habilitaram-se a montar um álbum em forma de carro supersónico, que, certamente, irá derrapar nos ouvidos das pessoas que o decidam escutar.

Hiroshi Yoshimura – Music For Nine Postcards (1982)

Em Music For Nine Postcards, Yoshimura convida-nos a entrar num mundo pintado de luz, de branco, de reflexão, e feito de nostalgia, de paz e de compreensão.

Okvsho – Kamala’s Danz (2020)

Num mundo musical onde o processo de descoberta dos artistas parece estar cada vez mais facilitado pela Internet, os Okvsho nasceram, e estão a crescer.

Ernest Hood – Neighborhoods (1975)

As canções que compõem Neighborhoods são muito mais do que meras canções: são, como o próprio Ernest indicou, na capa original do álbum, “imagens musicais”. E são mesmo. Facilmente percebemos porquê.

Sylvan Esso – Free Love (2020)

Free Love, ao fim de algum tempo, torna-se numa adição para os nossos ouvidos. Mal acaba a derradeira faixa do projeto, temos vontade de ouvir tudo do início e arranjamos todas as desculpas possíveis para dançar, nem que seja por um bocadinho.

Lianne La Havas – Lianne La Havas (2020)

Na hora de decidir se este é o “melhor” projeto de Lianne La Havas, o subjetivismo impera. No entanto, sem retirar o valor intrínseco às outras experiências da artista londrina, Lianne La Havas parece ser o trabalho mais bem conseguido da autora.

“Weird Fishes” – Lianne La Havas

Com a sua versão de “Weird Fishes”, Lianne cria um monstro musical.

“Uncertain Smile” – The The

O piano de início foi concebido por um tal de Jools Holland.

“Last Summer In Rio” – Azymuth

Os Azymuth são, talvez, o maior tesouro de toda a música brasileira.

“Let’s See” – Devendra Banhart

Entramos em Agosto ao som de Devendra Banhart.

Khruangbin – Mordechai (2020)

Mordechai massaja-nos os sentidos, mata a nossa sede e transporta-nos para dimensões etéreas.

Tom Misch and Yussuf Dayes – What Kind of Music (2020)

What Kind of Music é a zona de segurança de Yussuf Dayes e Tom Misch, sendo também o casamento perfeito entre as sonoridades dos músicos londrinos.

12 Songs From Home – Ludovico Einaudi (2020)

Gravado entre março e abril de 2020, durante o pico do confinamento em Itália, Ludovico Einaudi eternizou neste álbum o misto de sentimentos de clausura e de esperança que o mundo sentiu diariamente ao longo dos últimos meses.

Nicolas Jaar – Cenizas (2020)

A porta para o interior de Jaar está entreaberta. Entrar dentro da sua mente é uma decisão nossa. (Foi sempre nossa.)

Som Ambiente – Som Ambiente (1972)

Som Ambiente é um conjunto de 11 faixas cheias de cor e calor.