Xutos e Pontapés – Ao Vivo na Antena 3 (1995)

Ao Vivo na Antena 3 é mais um marco na carreira dos Xutos e Pontapés.…

Xutos & Pontapés – Dizer Não de Vez (1992)

Depois de anos e anos sempre a subir, os Xutos enfrentam o primeiro falhanço da…

Xutos e Pontapés – Gritos Mudos (1990)

A década de 90 abre-se com o primeiro “disco maldito” dos Xutos e Pontapés. Gritos…

Belle & Sebastian – If You’re Feeling Sinister (1996)

Ao segundo disco, os Belle & Sebastian trazem-nos a melancolia das letras envolta em doces canções pop. Um álbum para consumir se estivermos a sentir-nos sinistros, ou em qualquer outra circunstância.

Beck – Modern Guilt (2008)

Modern Guilt mostra um Beck cansado do que tinha feito até aqui, à procura de…

Beck – Midnite Vultures (1999)

Já estrela no rock alternativo e embalado por Odelay e Mutations, até hoje tidos como dois dos seus melhores discos, imaginamos a angústia.

Beck – Mutations (1998)

Depois do estado maníaco de Odelay, vem a depressão de Mutations: um disco íntimo e contemplativo onde as raízes da música popular americana sabem a longínquo futuro.

Temple of the Dog – Temple of the Dog (1991)

Temple of the Dog é o elo perdido que juntou membros dos Soundgarden do que viriam a ser os Pearl Jam. Um disco fundamental para entender a explosão do grunge, poucos meses depois.

Soundgarden – Down on the Upside (1996)

Down on the Upside é o final feliz de uma bonita história, qual princípe e princesa a cavalgar em direcção ao pôr-do-sol. Ou então não.

Soundgarden – Superunknown (1994)

Superunknown: espécie de Exile on Main St. da geração rasca. Um disco eclético, inspirado, variado musicalmente e que estava em plena sintonia com os tempos.

Soundgarden – Badmotorfinger (1991)

Na semana em que Cornell partiu, recordamos o primeiro grande disco dos Soundgarden.

R.E.M. – UP (1998)

UP é o 11º trabalho de uma banda que quer sobreviver ao choque de ter perdido o seu baterista fundador e às transformações sonoras dos finais dos anos 90. Um disco que, paradoxalmente ao seu nome, é dos trabalhos mais sombrios e melancólicos dos R.E.M.

R.E.M. – New Adventures in Hi-Fi (1996)

New Adventures In Hi-Fi, de 1996, é de facto um álbum aventuroso, como o título sugere, mas sem grandes alterações drásticas no som base dos R.E.M. É uma aventura, sim, mas na forma como foi concebido e executado, para além de toda a bagagem emocional que carrega, fruto do sucesso global que entretanto a banda atingira.

R.E.M. – Monster (1994)

Michael Stipe decide ser actor e veste a pele de diferentes personagens, enquanto Buck arruma o bandolim e agarra de novo a guitarra elétrica. Assim nasceu Monster.

R.E.M. – Out Of Time (1991)

E finalmente ao sétimo disco, os R.E.M. chegam ao estrelato. Largaram o college rock, abraçaram a pop e a MTV mas nunca deixaram de ser banda que a Georgia viu nascer.

Pedro Luís e A Parede – Astronauta Tupy (1997)

Astronauta Tupy é um bloco de som que não larga os ouvidos que lhe quiserem dar a devida atenção. Tudo nele mexe, tudo nele salta, tudo nele se ajeita para uma festa carioca que vale um tesouro.

Pj Harvey
PJ Harvey – Dry (1992)

Disco de estreia de PJ Harvey que, no início da década de 90, institucionalizou as camisas de flanela e estilhaçou a pop suburbana.

Yo La Tengo – Painful (1993)

E ao sexto álbum os Yo La Tengo fizeram o seu verdadeiro primeiro álbum, palavras…