Old Jerusalem é sempre um valor seguro. Twice The Humbling Sun é um manto protetor e outonal, ideal para esta estação do ano, ou para outra idêntica que viva no mais íntimo de nós.
My Morning Jacket – Z (2005)
Z, lançado em 2005, é talvez o ponto mais alto de uma carreira que, sem nunca descarrilar nem atingir patamares de euforia coletiva, seguiu sempre uma trajetória de consistência admirável.
Minta & The Brook Trout – Stretch (2025)
Ao quinto e excelente disco, o conforto destas canções ternas acústicas é o companheiro ideal para o outono que teima em não chegar.
Nation of Language – Dance Called Memory (2025)
O mais recente trabalho de estúdio do grupo norte-americano volta a apostar nesta mistura fresca de sons familiares.
Noiserv – 7305 (2025)
Noiserv apresenta-nos um disco que celebra os 20 anos de carreira. É um álbum disco que vai crescendo em cada faixa, acompanhando a trajectória do próprio artista e com ligações escondidas aos seus trabalhos anteriores.
The Beths – Straight Line was a Lie (2025)
Muito agradável e mais profundo do que uma primeira audição dá a parecer, Straight Line Was a Lie é uma boa surpresa de 2025.
Nation of Language – Introduction, Presence (2020)
Sintetizadores poderosos, que marcam o ritmo, linhas de baixo forte e uma intensa inspiração synthpop e post-punk, este disco foi um bálsamo para a alma.
Kid Abelha e Os Abóboras Selvagens – Seu Espião (1984)
Este texto não é uma crítica musical, antes o breve relato de um pequeno-grande milagre que é encontrar um disco que há muito se desejava ter em vinil. Era Kid naquele tempo, e amava desesperadamente Seu Espião.
Annahstasia – Tether (2025)
Tether não é só um disco: é um mapa para a nossa alma, onde as bússolas com que nos orientamos são uma viola, uma voz transcendental, silêncios e a certeza de que cada nota mexe com as nossas emoções.
Cobra ao Pescoço – Versus Infernus (2025)
Versus Infinitus é o segundo álbum dos Cobra ao Pescoço e está para os ouvidos para este metalhead cinquentão, como a chamada comida de conforto está para as minhas papilas gustativas.
John Maus – Later Than You Think (2025)
Ao fim de 7 anos, John Maus está de regresso. Em disco e ao vivo, no próximo novembro. Quanto a Later Than You Think, vale mesmo a pena ouvir o que tem para nos dizer.
Três Tristes Tigres – Arca (2025)
Um conjunto de vinhetas dos nossos conturbados tempos, num objecto artístico sem concessões mas ainda assim acessível.
DITZ – Never Exhale (2025)
Never Exhale é uma excelente cartão de visita do vigor dos DITZ, demonstrando a sua capacidade de evoluir e inovar, permanecendo fiéis às suas raízes punk e experimentais.
Horsebath – Another Farewell (2025)
Another Farewell marca a estreia dos Horsebath, quarteto canadiano de Montreal que apresenta um álbum onde o country, o folk, o rhythm & blues e uma pincelada de psicadelismo se entrelaçam para formar uma identidade esteticamente e musicalmente coesa, apesar da diversidade.
Japanese Breakfast – For Melancholy Brunettes (& sad women) (2025)
O quarto disco de estúdio é melancólico e cheio de nuances sonoras que vale a…
David Byrne – Who Is The Sky? (2025)
Um dos mais esperados álbuns do ano já cá canta. E canta tão bem como sempre cantou. É bom podermos regressar ao nosso passado afetivo, sem pormos em causa a validade dos sons que se fazem no presente!