Isto não é um disco, é um pedaço de infância. “É Tão Bom” que voltamos para lá.
Sérgio Godinho – Na Vida Real (1986)
Godinho muda de som em direcção aos teclados sintetizados, num disco nocturno e com cheiro…
Sérgio Godinho – Salão de Festas (1984)
Um disco incompreendido na época mas redescoberto pela geração seguinte. “Coro das Velhas” e “Quimera do Ouro” ficam para a posteridade.
Sérgio Godinho – Coincidências (1983)
Sérgio Godinho queria que Coincidências fosse um disco de total intercâmbio entre o seu Portugal e o Brasil de muitos dos seus ídolos musicais. No entanto, essa viagem acabou por ficar a meio. Mas pouco importa, uma vez que o disco resultou muito bem.
Sérgio Godinho – Canto da Boca (1981)
Canto da Boca encerra uma das mais frutíferas trilogias da canção nacional e permitiu a Sérgio Godinho desbravar caminho para uma nova fase da sua carreira.
Sérgio Godinho – Kilas, o Mau da Fita (1980)
Kilas, o Mau da Fita é, para além do conhecido filme, uma interessante banda sonora de Sérgio Godinho. Muitos a ignoram, sobranceiramente. Se o Rui Ventura Tadeu soubesse disso, mandava partir as fuças a esses surdos ignorantes.
Prefab Sprout – Steve McQueen (1985)
Steve McQueen junta as letras de Paddy McAloon à produção de Thomas Dolby para criar um clássico de sofisticação.
Milton Nascimento – Sentinela (1980)
Sentinela é um belíssimo depoimento sobre a vida, sobre todos os seres humanos, sem quaisquer distinções. Um disco que aponta para um tempo de esperança em que os homens serão felizes como se fossem meninos.
Duran Duran – Rio (1982)
Alguém disse que o primeiro dever da pop é capturar o presente e Rio grita “1982!” a cada instante.
The Pogues – Rum, Sodome & the Lash (1985)
O segundo dos Pogues é a sua obra mais comovente, pintando a tragédia humana com poesia, humor e romantismo.
Talking Heads – Remain in Light (1980)
O caminho mais curto para a sabedoria sempre foi o de uma boa canção pop.
The Cure – Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me (1987)
É unânime que Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me é o mais amplo em termos de incluir toda a diversidade do universo Cure, ou melhor, todo o imaginário que popula a cabeça de Robert Smith.
The Cure – The Head On The Door (1985)
The Head On The Door é, talvez, um dos melhores discos que a cena gótica nos deu, aproximando as guitarras lúgubres dos sintetizadores luminosos.
The Cure – The Top (1984)
The Top tem essa estranheza, de ser tudo e o seu contrário, luz e sombra, amor e raiva, às vezes tudo na mesma canção.
The Cure – Pornography (1982)
Pornography é o disco onde os Cure se descobriram claustrofóbicos, transformando a depressão em epopeia.
The Cure – Faith (1981)
No início da década de 80, Smith e companhia lançavam-se numa floresta negra.
The Cure – Seventeen Seconds (1980)
Seventeen Seconds é um álbum marcante na carreira dos The Cure. Pelos desenhos sonoros traçados a cinza e pela qualidade poética dos textos cantados, tem um encanto bastante particular. Uma floresta onde entramos para nos perdermos deliciosamente!