The Cure – Disintegration (1989)

A obra-prima gótica dos Cure: triste como a chuva a cair, grandiosa como o fim do mundo.

The Smiths – Strangeways, Here We Come (1987)

Uma maravilhosa blasfémia contra os próprios dogmas dos Smiths.

Joy Division – Closer (1980)

Closer é o disco mais belo e trágico da história da pop, e quem disser o contrário tem o coração avariado.

Leonard Cohen – I’m Your Man (1987)

O mestre da melancolia reinventa-se com uma deliciosa comédia negra.

Kate Bush – Hounds of Love (1985)

Regressemos a Kate Bush e à sua pop complicada mas deliciosa.

Sonic Youth – Daydream Nation (1988)

Daydream Nation foi o álbum que fez unir uma nação de sonhadores à sua volta, a nação alternativa americana, cansados que estavam de anos de marginalização da juventude.

R.E.M. – Green (1988)

Um dia antes da chegada de George Bush à Casa Branca, os R.E.M começam a sua oposição com um registo que irá moldar a sua entrada na década de 90.

R.E.M. – Document (1987)

Ao quinto álbum, os R.E.M. saem das condutas subterrâneas do college rock, subindo ao mainstream. A pop, como nós a conhecíamos, chegara ao fim.

R.E.M. – Lifes Rich Pageant (1986)

Lifes Rich Pageant foi um disco de transição. Mais declaradamente pop do que qualquer dos seus discos anteriores, o álbum conta com temas gloriosos como “Fall On Me”, “Cuyahoga” ou “Swan Swan H.” Um autêntico tesouro!

R.E.M. – Fables of the Reconstruction (1985)

Ao terceiro álbum, os R.E.M fazem o seu registo mais sulista e melancólico. Este lote de canções introspectivas adia a sua ascensão ao estatuto de estrelas indie mas oferece ao alternative country uma das suas principais referências.

Arthur Russell – World of Echo (1986)

Uma exortação a dignidades retrospectivas; uma deferência a um autor que não foi esquecido, embora por nunca ter sido lembrado, e uma celebração do virtuoso.

Egberto Gismonti, Charlie Haden e Jan Garbarek – Folk Songs (1981)

Há que reconhecer que um trio como este – Gismonti, Haden e Garbarek – só pode produzir coisas boas e surpreendentes. Folk Songs é a prova disso mesmo. Quando nos metemos com os grandes, saímos sempre vitoriosos.

The Moody Blues – Long Distance Voyager (1981)

Quando os anos oitenta ameaçavam muitos daqueles que nas décadas passadas haviam produzido os seus melhores discos, Os The Moody Blues fizeram-se ao caminho, e ao décimo álbum deram uma enorme prova de vida.

Nick Cave and the Bad Seeds – Tender Prey (1988)

Ao quinto álbum, Nick Cave atinge a sua maturidade criativa, sintetizando a dissonância do seu passado pós-punk com um melodismo até então inédito. As más sementes teimando em crescer.

R.E.M.- Murmur (1983)

Murmur é um dos álbuns mais influentes dos anos 80, pilar da resistência indie contra um mainstream balofo e decadente. O college rock acabado de nascer.

… And Justice For All – Metallica (1988)

Tenho de começar esta crónica com o facto que mais marca este álbum – a…

Metallica – Ride the Lightning (1984)

Mil novecentos e oitenta e quatro – apenas um ano depois de lançarem o álbum de estreia, eis que os Metallica fazem nascer o que é um dos melhores álbuns da sua carreira. Ride the Lightning, o segundo álbum de estúdio do quarteto norte-americano, marca uma mudança face ao anterior Kill ‘em All: músicas com composições mais estudadas, jogos de tempos e ritmos, solos consistentes e letras estudadas.

Metallica – Kill ‘Em All (1983)

Estamos em 1983, na mágica América. A comunidade do metal está então dividida entre o…