Young Marble Giants – Colossal Youth (1980)

Parece incrível que Colossal Youth ainda soe fresco, apesar de ter sido lançado no já tão distante ano de 1980.

Xutos & Pontapés – Ao Vivo (1988)

Os Xutos editaram entretanto várias compilações, mas o seu grande “best of” será sempre este disco a vivo: vinte e oito clássicos captados no pico absoluto da sua carreira.

Xutos e Pontapés – 88 (1988)

O que fazer depois de um disco como Circo de Feras? A resposta não tardou…

Xutos & Pontapés – Circo de Feras (1987)

Com Circo de Feras, os Xutos dão o salto para a primeira divisão do rock nacional. Os clássicos Contentores, Não Sou o Único, Vida Malvada e N’América, depressa os conduzem ao primeiro lugar.

Xutos & Pontapés – 1º de Agosto no Rock Rendez Vous (2000)

Gravado em 86 mas só editado em 2000, 1º de Agosto no Rock Rendez Vous mostra o portento rock de uns Xutos à beira do estrelato.

Xutos & Pontapés – Cerco (1985)

Junte um grito contra um país sufocante.  Adicione raiva contra uma indústria cobarde. Misture. O brilhante Cerco estará pronto a servir.

Xutos & Pontapés – 78/82 (1982)

Os Xutos chegam finalmente aos discos ao fim de mais de três anos de luta. 78/82 é uma bomba rock movida a testosterona e energia juvenil.

The Cure – Disintegration (1989)

A obra-prima gótica dos Cure: triste como a chuva a cair, grandiosa como o fim do mundo.

The Smiths – Strangeways, Here We Come (1987)

Uma maravilhosa blasfémia contra os próprios dogmas dos Smiths.

Joy Division – Closer (1980)

Closer é o disco mais belo e trágico da história da pop, e quem disser o contrário tem o coração avariado.

Leonard Cohen – I’m Your Man (1987)

O mestre da melancolia reinventa-se com uma deliciosa comédia negra.

Kate Bush – Hounds of Love (1985)

Regressemos a Kate Bush e à sua pop complicada mas deliciosa.

Sonic Youth – Daydream Nation (1988)

Daydream Nation foi o álbum que fez unir uma nação de sonhadores à sua volta, a nação alternativa americana, cansados que estavam de anos de marginalização da juventude.

R.E.M. – Green (1988)

Um dia antes da chegada de George Bush à Casa Branca, os R.E.M começam a sua oposição com um registo que irá moldar a sua entrada na década de 90.

R.E.M. – Document (1987)

Ao quinto álbum, os R.E.M. saem das condutas subterrâneas do college rock, subindo ao mainstream. A pop, como nós a conhecíamos, chegara ao fim.

R.E.M. – Lifes Rich Pageant (1986)

Lifes Rich Pageant foi um disco de transição. Mais declaradamente pop do que qualquer dos seus discos anteriores, o álbum conta com temas gloriosos como “Fall On Me”, “Cuyahoga” ou “Swan Swan H.” Um autêntico tesouro!

R.E.M. – Fables of the Reconstruction (1985)

Ao terceiro álbum, os R.E.M fazem o seu registo mais sulista e melancólico. Este lote de canções introspectivas adia a sua ascensão ao estatuto de estrelas indie mas oferece ao alternative country uma das suas principais referências.

Arthur Russell – World of Echo (1986)

Uma exortação a dignidades retrospectivas; uma deferência a um autor que não foi esquecido, embora por nunca ter sido lembrado, e uma celebração do virtuoso.