Big Thief – Double Infinity (2025)

Será que podemos dizer que Big Thief é uma banda em transição? A saída de Max Oleartchik abriu um fosso e criou uma expectativa barulhenta de qual seria o caminho a seguir.

Suede – Antidepressants (2025)

Um disco urgente, negro e nocturno, com os ecos do pós-punk a interrogarem-nos sobre os curtos-circuitos das relações humanas no século XXI.

Talking Heads – True Stories (1986)

Seria muito difícil antecipar em 1986, quer pelo percurso de sucesso até aí, quer pela vitalidade criativa de um disco como este “True Stories”, que apenas dois anos depois os Talking Heads iriam lançar o último álbum (“Naked”)

Talking Heads – Little Creatures (1985)

Um álbum pop perfeito ou o princípio do fim? Em 1985 e depois do sucesso dos disruptivos Remain in Light e Speaking in Tongues, os Talking Heads debruçam-se sobre o mundano.

Talking Heads – Stop Making Sense (1984)

Há discos–filmes-concerto como “Stop Making Sense” que acontecem uma vez na vida, parecendo existir fora…

Talking Heads – Speaking In Tongues (1983)

Foram precisos cinco discos para os Talking Heads acertarem em cheio, com Speaking In Tongues.

HAIM – I quit (2025)

As fantásticas rãs da música vêm salvar o verão (e o resto do ano…).

Talking Heads – Fear of Music (1979)

Denso, belo, cativante, mas muito freak, também. A deliciosa paranóia extravagante de Fear of Music é um vírus bom, daqueles que ninguém se importará de apanhar.

Talking Heads – More Songs About Buildings and Food (1978)

Uma evolução na continuidade, reforçando o funkadelismo ansiogénico do álbum de estreia. Os nerds do liceu dançando furiosamente, trucidando as “populares” sem piedade…

A Garota Não – Ferry Gold (2025)

Em Ferry Gold, A Garota Não expande o seu universo poético e musical, transformando cada canção em retrato íntimo e denúncia social. Um disco exigente, belo e profundamente emotivo, que pede atenção, entrega e, sobretudo, um coração aberto.

Supertramp – Breakfast in America (1979)

Agora conhecemos toda a história. No início dos anos 80, então adolescente, quando tantas vezes ouvi o álbum enquanto estudava, só procurava que aquela música pop fosse um complemento perfeito. E nunca falhou.

Yo la Tengo – Popular Songs (2009)

Um disco que tem tudo o que são os Yo La Tengo, encapsulados em 70 minutos de música de alto gabarito, como só eles mesmo sabem fazer.

Them Flying Monkeys – Best Behavior (2025)

Ao terceiro disco, o quinteto de Sintra baralha os seus elementos e volta a dar! E temos mão para apostar forte!

Odair José – O Filho de José e Maria (1977)

A vida d´O Filho de José e Maria como nunca a ouviram, provavelmente. A proposta maldita de Odair José chegou ao Altamont!

The Budos Band – VII (2025)

Psicadelismo, afrobeat, rock e soul instrumental, numa viagem que vale muito a pena fazer.

Cory Hanson – I Love People (2025)

À primeira escuta, I Love People, o quarto e mais recente álbum de Cory Hanson, parece-nos introspectivo, de tons melancólicos, adocicados e suaves, mas com umas guitarras que remetem a um rock mais clássico. À segunda escuta, começamos a prestar atenção às letras e percebemos que afinal “algo está podre no reino da Dinamarca” (Hamlet).

Wombo – Danger in Fives (2025)

Terceiro álbum dos Wombo, caiu no goto por estes lados, Danger in Fives conquista pela…

Ethel Cain – Willoughby Tucker, I’ll Always Love You (2025)

O segundo disco de Hayden Anhedönia (Ethel Cain) é considerado uma prequela do trabalho de 2022, Preacher’s Daughter, e assume-se como um trabalho de gótico sulista, denso, lento, obscuro e melancólico.