The Divine Comedy – Rainy Sunday Afternoon (2025)

É bom ouvir o que de bom a estação do outono nos pode dar. Rainy Sunday Afternoon é o aconchego que falta, o agasalho perfeito para o bem estar geral da alma.

Ex-Vöid – In Love Again (2025)

No seu segundo e, provavelmente, último álbum, In Love Again, os Ex-Vöid mantêm o punk do primeiro disco como filtro para uma mescla de power pop e shoegaze em dez canções de pura delícia pop, capazes de contagiar qualquer fã de Teenage Fanclub ou Alex Chilton.

The Last Dinner Party – From the Pyre (2025)

From the Pyre é um disco cheio de teatralidade e dramatismo, de inspiração barroca e clássica, mantendo o estilo do primeiro trabalho mas tendo também uma evolução.

El Saguaro – Enthusiecstasy (2025)

A estreia de um power trio luso-brasileiro que viaja pelos caminhos do psicadelismo rock.

Hunx and His Punx – Walk Out On This World (2025)

Hunx and his Punx são uma banda criada por Seth Bogart em 2010, e a que mais tarde se juntou Shannon Shaw (da brilhante banda Shannon and the Clams) e Erin Emslie. “Walk Out On This World” é o seu terceiro álbum.

Tame Impala – Deadbeat (2025)

Ao quinto disco de Tame Impala, Kevin Parker revela um vazio criativo, ao editar um exercício demasiadamente arriscado para alguém que aparentemente já não deveria ter que provar os seus dotes invulgares.

Parcels – LOVED (2025)

O que se escuta em LOVED é uma banda madura, mais confiante na sua linguagem e disposta a conversar com o público num registo mais íntimo. Ao terceiro acto, os Parcels amadurecem a festa.

Don Fran – ALMA 3048 (2025)

A Alta de Lisboa é a nova Chelas, o hip-hop tuga borbulhando em cada esquina. O álbum de estreia de Don Fran não nos deixa mentir, a Alta a acontecer. Melodia e good vibes em partes iguais…

Márcia – Picos e Vales (2022)

Na sua maneira límpida e descomplicada de cantar, Márcia escreve e canta sobre dúvidas, certezas, segredos e sonhos. É um álbum que cura, que ampara, que dá a mão. Que, principalmente, evoca o Amor.

Blood Orange – Essex Honey (2025)

As composições de Dev Hynes brilham numa homenagem à mãe e numa revisitação da sua infância.

Brown Horse – All the Right Weaknesses (2025)

All The Right Weaknesses, o segundo álbum dos Brown Horse, é um retrato honesto de uma banda em crescimento, que encontra força nas fragilidades e transforma o familiar em algo genuíno.

Geese – Getting Killed (2025)

Este é um álbum único, em que os Geese repensaram a forma de estruturar músicas como também a forma de expressar tristeza através de sons que evocam paradoxalmente uma certa claridade.

Rosalía – Lux (2025)

Em Lux, estamos perante algo que é tudo e o seu contrário, mas no bom sentido. É uma espécie de pop-anti-pop com um cariz profundamente humano, que funciona e encaixa como uma luva nas imagens de marca da cantora.

Vaiapraia – Alegria Terminal (2025)

Transbordante é a palavra: de vitalidade, de urgência, de ousadia. Punk no coração mas mandando à merda qualquer manual de etiqueta. Uma declaração de guerra a tudo o que é comezinho e arrumadinho. Forte candidato a disco tuga do ano…

Micah P. Hinson – The Tomorrow Man (2025)

Conhecido pelas suas letras introspectivas, sarcásticas, mordazes, mas de uma doçura encantadora, Micah P. Hinson pega naquilo que já nos habituou tão bem e fá-lo em grande.

Human Natures – Electric Dreams (2025)

Dêem-me as mãos e venham comigo. Vamos estar, vamos ser, vamos sentir. Vamos buscar paz, curar os males da alma e sair do nosso corpo. Se tudo correr como bem, vamos tornar-nos luz. Se não, tornamo-nos água. Mas tanto faz, o que importa é o caminho, não o destino. E o veículo, o disco de estreia dos Human Natures.

The Kills – No Wow (2005)

O segundo álbum dos The Kills foi o que lhes trouxe mais reconhecimento, não por terem tornado a sua sonoridade mais acessível, como acontece muitas vezes, mas sim por terem conseguido manter a originalidade do primeiro disco e a concepção de temas que ainda hoje são marcantes.

Clap Your Hands Say Yeah! – Clap Your Hands Say Yeah! (2005)

O álbum homónimo de Clap Your Hands Say Yeah é o retrato de uma adolescência tardia — não a dos anos, mas a da música independente, que ainda acreditava que bastava um grupo de amigos, uns amplificadores e um site manhoso para mudar alguma coisa.