Terceiro álbum dos Wombo, caiu no goto por estes lados, Danger in Fives conquista pela…
Ethel Cain – Willoughby Tucker, I’ll Always Love You (2025)
O segundo disco de Hayden Anhedönia (Ethel Cain) é considerado uma prequela do trabalho de 2022, Preacher’s Daughter, e assume-se como um trabalho de gótico sulista, denso, lento, obscuro e melancólico.
So Dead – A Wet Dream And A Pistol (2025)
A Wet Dream And A Pistol não chega aos 30 minutos mas compensa com as vezes que repetimos a escuta deste disco.
Zaho de Sagazan – La symphonie des éclairs (2023)
Conhecer Zaho de Sagazan obriga qualquer um a se sentar consigo próprio, através do movimento…
Charif Megarbane – Hawalat (2025)
O disco de afirmação de um libanês que é uma máquina a fundir funk, afrobeat, música árabe e psicadelismo, tudo pintado com a elegância de banda sonora de um filme italiano.
PJ Harvey – Stories From The City, Stories From The Sea (2000)
Mais de 20 anos depois do lançamento, é Stories From The City, Stories From The Sea um dos melhores trabalhos de PJ Harvey? Sim.
Black Keys – No Rain, No Flowers (2025)
O novíssimo disco do duo de Akron, no Ohio, surge depois de um processo atribulado que incluiu o cancelamento de uma digressão e o despedimento dos managers. Trabalho com ares bluesy, funk, soul, R&B e country, remissão para sons dançáveis dos anos 70, elevada competência, mas sem genialidade.
The Tubs – Cotton Crown (2025)
Com o seu segundo disco os The Tubs entregam nove faixas carregadas de energia do início ao fim, com refrões que grudam na cabeça, uma tristeza sincera que nunca chega ao sentimentalismo e guitarras que soam como um abraço nostálgico e familiar.
Akiko Yano – Ai Ga Nakucha Ne (1982)
Uma misturada de influências orientais e ocidentais resultou neste excelente Ai Ga Nakucha Ne, disco de culto de 1982, que merece ser descoberto.
Luke Haines & Peter Buck – Going Down To The River… To Blow My Mind (2025)
A dupla está de volta! Luke Haines e Peter Buck regressam em plena forma, completando uma sonora e inusitada trilogia psiquiátrica.
Tunde Adebimpe -Thee Black Boltz (2025)
O disco de estreia a solo do vocalista de TV on the Radio é um trabalho eclético, com vários estilos mas mantendo uma coerência muito interessante.
Sigur Rós – ( ) (2002)
O álbum () dos Sigur Rós, lançado em 28 de outubro de 2002, representa um marco na discografia da banda islandesa, consolidando a sua identidade sonora única, e expandindo os limites da música pós-rock.
Will Stratton – Points of Origin (2025)
Points of Origin merece ser ouvido em lugar recatado, degustado com uma bebida na mão. é um álbum que se ouve e reouve — e que permanecerá muito tempo após o último acorde.
IE – Reverse Earth (2025)
Os IE fizeram um dos álbuns mais estimulantes do ano, até ao momento. É tão bonito este Reverse Earth, que o seu título parece mesmo simbolizar o avesso do que se passa no mundo.
Wet Leg – moisturizer (2025)
Um álbum de amadurecimento, com mais densidade e corpo, intenso, de guitarras poderosas, mantendo a irreverência.
caroline – caroline 2 (2025)
caroline 2, segundo trabalho da banda britânica Caroline, aprofunda a proposta estética e emocional que o grupo apresentou no seu elogiado disco de estreia homônimo.
Giles, Giles & Fripp – The Cheerful Insanity of Giles, Giles & Fripp (1968)
Reeditado muito recentemente, The Cheerful Insanity of Giles, Giles & Fripp merece a nossa atenção. Um disco histórico, que a história nunca considerou devidamente.
Suzanne Vega – Flying with Angels (2025)
Onze anos depois de Tales For The Realm Of The Queen Of Pentacles e nove após o temático Lover, Beloved: Songs from an Evening with Carson McCullers, Vega traz-nos uma reafirmação de múltiplos talentos, num disco que traduz muito bem as preocupações do nosso tempo.