O disco que inventa a soul sofisticada de auto dos dourados anos 70.
Donovan – Sunshine Superman (1966)
Se, no início da carreira, Donovan era visto como a resposta britânica a Bob Dylan, em Sunshine Superman, o músico escocês mostra o seu lado pastoral e psicadélico, distanciando-se definitivamente da sombra do norte americano.
Vince Guaraldi Trio – A Charlie Brown Christmas (1965)
Esta obra de Guaraldi faz-nos voltar a sentir aquele que achamos ter perdido para sempre.
Grateful Dead – Live/Dead (1969)
O documento definitivo da era psicadélica dos Grateful Dead e um dos melhores discos ao vivo dos anos sessenta.
Crosby, Stills & Nash – Crosby, Stills & Nash (1969)
O feliz e frutoso casamento da folk e do rock tem no disco de estreia dos Crosby, Stills & Nash um dos seus momentos mais altos
Jefferson Airplane – Volunteers (1969)
Mensagens anti-guerra, pró-anarquia e de responsabilidade ecológica pincelam este Volunteers, um disco à altura do tumulto que pautou o final dos anos 60.
Santana – Santana (1969)
O disco de estreia de Santana é um caldeirão fervilhante feito de rock, ritmos latinos, improviso e psicadelismo.
Gerry Mulligan – Night Lights (1963)
Estamos perante um álbum que pode muito bem definir o que deve ser o chamado «smooth» jazz.
The Beatles – Abbey Road (1969)
Após a turbulência das gravações de Get Back/Let It Be, os Beatles voltam aos seus estúdios preferidos para gravar aquele que seria o seu último disco de originais. Abbey Road é, certamente, o melhor último disco de qualquer banda. A proeza só poderia estar a cabo dos quatro fantásticos de Liverpool.
The 13th Floor Elevators – The Psychedelic Sounds of The 13th Floor Elevators (1966)
Mais do que o primeiro disco a utilizar o adjetivo “psicadélico” no seu título, a estreia dos 13th Floor Elevators acendeu a chama que daria origem à revolução do ano seguinte.
Big Brother and the Holding Company – Cheap Thrills (1968)
O primeiro disco a revelar o génio de Janis Joplin. A angústia de uma geração captada, por fim, em vinil.
Otis Redding – Otis Blue: Otis Redding Sings Soul (1965)
Uma torrente de emoções que leva tudo a eito. A alma de todo um povo a transbordar.
Neil Young – Neil Young (1969)
Em 1969, a estreia de Neil Young fez-se com um dos seus discos mais trabalhados, que traz alguns clássicos que ecoam ainda hoje.
The Beach Boys – 20/20 (1969)
Lançado no dia 10 de fevereiro de 1969, o LP 20/20 da banda californiana Beach Boys, surgiu como uma resposta da banda ao descontentamento que o lançamento de Friends, um ano antes, havia gerado no seio da crítica.
The Beatles – Yellow Submarine (1969)
A banda sonora de Yellow Submarine, só lançada no ano seguinte, é uma mistura de grandes êxitos psicadélicos e arranjos orquestrais de George Martin. A banda, essa, já estava bem longe da beleza e tranquilidade de Pepperland…
Van Morrison – Astral Weeks (1968)
Oito canções que parecem uma só, cheias de neblina e de sonho. Como se fôssemos estranhos neste mundo. Como se nascêssemos outra vez.