Miguel Moura
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Algures entre o músico amador e o amante de música, neste site, sou na maior parte das vezes o segundo. Escrevo sobre os outros porque não sei escrever sobre mim.

“Alabama” – John Coltrane

Escrita em homenagem às vítimas de um ataque bombista no estado homónimo, “Alabama” destaca-se no período mais espiritual da carreira de Coltrane por ser tão amarrada à realidade e por mal conter um solo, num período em que as suas…

“Something Sweet, Something Tender” – Eric Dolphy

“Something Sweet, Something Tender” é um título enganador, já que faz-nos imaginar uma canção lenta e orelhuda.

“Lonely Woman” – Ornette Coleman

“Lonely Woman” é um testemunho dos poderes líricos do mestre do free jazz.

“Space Jazz Reverie” – Sun Ra and His Arkestra

“Space Jazz Reverie” é uma lufada de ar fresco.

“Moritat” – Sonny Rollins

Sonny Rollins é daqueles saxofonistas que podíamos ficar a ouvir horas a fio, tal é o lirismo com que impregna os seus solos. Nesta canção de Weill/Brecht, mais conhecida como “Mack the Knife”, o músico cria uma atmosfera citadina nocturna,…

Playlist da Semana: Por volta da meia-noite

Jazz para os noctívagos, os insones e os boémios.

“Dat Dere” – Art Blakey and the Jazz Messengers

“Dat Dere” contém todo o swagger que caracteriza a música dos Jazz Messengers.

Grateful Dead – Live/Dead (1969)

O documento definitivo da era psicadélica dos Grateful Dead e um dos melhores discos ao vivo dos anos sessenta.

“Wooden Ships” – Crosby, Stills & Nash

Escrita durante um período conturbado da história dos Estados Unidos, com a guerra no Vietname bastante presente nas cabeças de todos “Wooden Ships” é um testemunho das ansiedades do final dos anos sessenta.

Super Bock em Stock 2019 – Dia 2

De copo de Super Bock na mão, fazemos um brinde à música, desejando ainda que estejam sempre ambas ao nosso redor!

Super Bock em Stock 2019 – Dia 1

A mais recente edição do Super Bock em Stock começou morna mas foi aquecendo à medida que a noite foi prosseguindo A edição do Super Bock em Stock de 2019 voltou a juntar artistas e público na Avenida da Liberdade…

Godspeed You! Black Emperor || Lisboa ao Vivo

A comitiva canadiana anda há já vinte anos a desenvolver o seu brutalismo musical.

Boards of Canada – Music Has the Right to Children (1998)

Music Has the Right to Children lembra-nos que o passado nem sempre é tão bom ou tão mau como o imaginávamos.

Solange – When I Get Home (2019)

When I Get Home insere-se numa linhagem de R&B alternativo, íntimo e experimental.

David Bruno || Musicbox

Longe de Gaia mas trazendo-a sempre no coração, David Bruno deu-nos a conhecer mais um bocadinho da sua cidade, refratada pelo seu olhar idiossincrático

Oh Sees – Face Stabber (2019)

É difícil saber se os Oh Sees ainda estão para nos brindar com a sua obra prima de rock progressivo-psicadélico-kraut ou se estão prestes a colapsar com o peso da sua ambição.

BROCKHAMPTON – Ginger (2019)

Abandonando parcialmente a sua preocupação em criar statements icónicos a nível musical e estético, os Brockhampton deram prioridade à narrativa, à introspecção e à coesão.

Madvillain – Madvillainy (2004)

É um pequeno milagre (ou um testemunho do talento destes dois titãs) que, no meio deste turbilhão de contratempos e projetos paralelos, pudesse surgir um disco tão singular.