Led Zeppelin II não é apenas a obra-prima da banda. É o melhor disco de sempre. ‘O padrão que eu a ser ditador gostaria de impor’…
Jorge Palma – Com Todo o Respeito (2011)
O décimo-segundo LP de Jorge Palma, Com Todo o Respeito, é o seu disco menos inspirado. Mesmo assim, um punhado de boas canções acaba por salvar a honra do convento.
Palma’s Gang – Ao Vivo no Johnny Guitar (1993)
Palma’s Gang ao Vivo no Johnny Guitar é o irmão mau de Só: também um best of disfarçado mas com muitos decibéis rock’n’roll.
Jorge Palma – Quarto Minguante (1986)
O sétimo disco de Jorge Palma, Quarto Minguante, é bem mais interessante do que se diz dele por aí.
Jorge Palma – Asas e Penas (1984)
Asas e Penas é o primeiro disco de Jorge Palma onde o piano clássico tem um lugar especial. As gemas “Estrela do Mar” e “Canção de Lisboa” espelham essa influência erudita.
Jorge Palma – Acto Contínuo (1982)
O quarto tomo de Jorge Palma, o disco-duplo Acto Contínuo, transborda de criatividade. A morada de “Portugal, Portugal” e “A Gente Vai Continuar”, entre tantos outros clássicos…
Jorge Palma – Qualquer Coisa Pá Música (1979)
O terceiro tomo, Qualquer Coisa Pá Música, é um dos discos de Jorge Palma com mais clássicos por metro quadrado. O tempero também é saboroso, com muita euforia bluegrass.
Jorge Palma – Té Já (1977)
O segundo disco de Jorge Palma, Té Já, deixa-se de mariquices sinfónicas para abraçar o formato canção. Como o próprio título sugere, é um álbum de despedida – Palma já decidido a partir pela Europa fora.
Jorge Palma – Viagem na Palma da Mão (1975)
O disco de estreia de Jorge Palma, Uma Viagem na Palma da Mão, tem tanto de naive e datado como de belo e inventivo.
Steve Reich – Music For 18 Musicians (1978)
Music For 18 Musicians é considerada a obra-prima de Steve Reich e uma das maiores do minimalismo.
Bjork – Homogenic (1997)
O terceiro disco de Björk, Homogenic, é, talvez, a sua obra prima: islandês nas paisagens que pinta, extraterrestre na estranheza que entranha, humaníssimo no que em nós estremece.
Caetano Veloso – Caetano Veloso (1968)
A estreia de Caetano Veloso a solo é o disco mais inspirado do tropicalismo.
Chico Buarque – Chico Buarque de Hollanda (1966)
O álbum de estreia de Chico Buarque é mais inventivo do que se tem proclamado.
Jane Birkin/Serge Gainsbourg – Jane Birkin/Serge Gainsbourg (1969)
O título Jane Birkin/Serge Gainsbourg diz tudo, uma colaboração entre a actriz inglesa e o iconoclasta francês onde celebram, com requinte e lascívia, a sua turbulenta paixão.
Aretha Franklin – I Never Loved a Man the Way I Love You (1967)
O décimo disco de Aretha Franklin, I Never Liked a Man Like I Love You, marca o início dos seus anos de ouro. “Respect” é a sua jóia da coroa mas nenhuma das outras dez canções a envergonham. Um clássico absoluto da chamada southern soul.
Inóspita e Walter Walter || Bota
Uma noite bem passada no Bota, na companhia de dois projectos portugueses promissores, Inóspita a solo com envolventes instrumentais na guitarra eléctrica, Walter Walter em power trio com orelhudas canções indie rock.
James Brown – Black Caesar (1973)
Um dos discos mais interessantes de James Brown é a banda-sonora do filme blaxploitation Black Caesar. Uma mistura inesperada de melodramatismo com leveza brincalhona.
“Town With No Cheer” – Tom Waits
A balada “Town With No Cheer” é tão linda como triste. Conta a história de uma cidade esquecida pelo mundo, onde nem sequer há o raio de um tasco onde se possa afogar as mágoas.