Ao segundo disco, Milhanas apresenta uma proposta intensa e marcante que impressiona pela beleza e profundidade de cada canção.
Rádio Macau || Coliseu de Lisboa: Inteligência e entrega total
Os concertos podem até ser de despedida, mas a icónica banda de Xana continua a arrebatar multidões. Cantou-se em coro, com alegria e muita emoção. Porque a memória coletiva não se apaga.
Heroína – Heroína (2026)
No seu disco de estreia, Heroína precisam de pouco mais de vinte minutos para nos atordoar com a violência da sua música.
Glockenwise – Vale tudo para chegar a algum lado (2026)
Otimistas céticos ou resignados? A celebrar 20 anos de banda, os Glockenwise pensam o futuro num álbum que os cimenta como uma banda indispensável do panorama nacional.
Jorge Palma: o mais feliz dos vagabundos
Agora que Jorge Palma nos partiu (o velhaco), recordemos a obra deste imenso escritor de canções (e fora-da-lei nas horas vagas).
emmy Curl – Pastoral 2.0 (2026)
“Ouver” o trabalho de emmy Curl é um mergulho nas águas límpidas da Cultura, ainda por cima agora que se estreia a cantar em Mirandês. E um bálsamo em tempos sombrios e acelerados que exigem paragens para pensamento.
Benjamim – Crónicas do Monte Zeus (2026)
O Apolo da música portuguesa está de regresso! Conviveu com Zeus e tem coisas humanas para nos dizer.
Varge Mondar – Jogo do Bicho (2026)
Será possível mudar o mundo (bolha) em menos de 10 minutos? O primeiro trabalho gravado dos Varge Mondar tem exactamente 8:29 minutos. Fazendo jus ao que já esperamos da banda, o lançamento de Jogo do Bicho é um grito (muito) rápido no meio do caos.
Margarida Campelo — Música de Elevador (2026)
Música de Elevador é o novo disco de Margarida Campelo e vem mostrar, uma vez mais, uma artista capaz de fazer coisas verdadeiramente novas, daquelas que só saem cá para fora quando nos despojamos de toda a seriedade que o mundo nos incute.
Fabiano do Nascimento – Vila (2026)
Uma brisa de fim de tarde num disco que cruza a bossa nova, a orquestra e o jazz
Felizes para Sempre – Felizes para Sempre (2026)
No seu EP de estreia, os Felizes para Sempre propõem canções curtas que, sem se levarem demasiado a sério, têm o condão de nos fazer viajar e abanar a cabeça em medidas iguais.
ADAO | Hip-Hop rima com Centro Periférico
First we’ll take Lumiar, then we’ll take Barreiro. Assim disseram Dedryn, Dígitos, Neck Tatoo Girl, Dudu, Rafa G e Ferox. E assim aconteceu na ADAO.
MARO — hortelã (2023)
Guitarras acústicas e flamencas e uma voz quente fazem hortelã, um álbum de honestidade bruta e de conclusões para novos começos.
PICAS – Vendavais (2026)
Há estreias que procuram convencer de imediato. Vendavais, de PICAS, prefere insinuar-se, e é bem melhor assim.
Unsafe Space Garden – O Melhor e o Pior da Música Biológica (2026)
Ao quarto disco, os USG conseguiram alcançar o equilíbrio perfeito entre conceito e melodia. Pela primeira vez cantam tudo em português (e com uma vivíssima pronúncia do Norte), num disco que reflecte, questiona e parodia o que é isto de ser pessoa humana no planeta Terra.
Soma Please – Ballet (2026)
Ballet é o primeiro trabalho dos Soma Please, uma nova banda que soa confiante no seu som e que vale a pena escutar.
Macacos do Chinês || Casa Capitão: Regressar sem repetir o passado
Quinze anos depois de terem desaparecido sem um verdadeiro aviso prévio, os Macacos do Chinês regressaram diferentes, mais velhos, mas intactos no que realmente importa.