O concerto dos UHF no Lisboa Ao Vivo, a 21 de março, destacou-se por um ambiente intimista e uma forte cumplicidade entre banda e público.
BALEIA BALEIA BALEIA – OUTRA VEZ ARROZ (2026)
OUTRA VEZ ARROZ é o quinto álbum dos BALEIA BALEIA BALEIA, lançado no passado mês de Fevereiro (segundo o seu Bandcamp). Não se deixem enganar, o nome do disco pode levar-nos a achar que será “mais do mesmo”, mas não é.
Bia Maria || Cine-Teatro Paraíso, Tomar
MARO || Coliseu dos Recreios: uma voz onde apetece ficar.
Casa cheia para a estreia de MARO no Coliseu dos Recreios. Uma noite com sabor (finalmente) a primavera, onde a felicidade e a gratidão reinaram. E uma voz doce, salgada e irresistível, onde apetece simplesmente ficar.
Humberto – Mau Teatro (2025)
O primeiro álbum de Humberto é um manifesto de amor e liberdade, canções tocantes e luminosas, poemas mordazes e uma voz singular.
MaZela – Desgostos em Canções de Colo (2024)
O projeto da cantora albicastrense começou a ganhar maior espaço de evidência há cerca de ano e meio, embora já tivesse alguns antecedentes. E o EP foi um passo importante na trajetória de afirmação.
A Sul – QUER QUER QUER (2026)
QUER QUER QUER, o álbum de estreia d’A Sul, nasce do luto, mas também da necessidade de continuar e das formas que essa necessidade toma quando a contemplação do vazio se revela insuficiente.
MARO – SO MUCH HAS CHANGED (2026)
No limiar dos 30 anos, MARO olha para o passado com a serenidade de quem sabe que crescer não precisa de pesar. Em SO MUCH HAS CHANGED, tudo é leve. Um disco sem excessos, escrito de um lugar onde tudo está bem.
Cara de Espelho – B (2026)
Ao segundo disco, o supergrupo mantém a matriz do álbum anterior, mas sublima e aperfeiçoa.
Summer of Hate – Blood & Honey (2026)
Os Summer of Hate são uma banda nascida a norte do país, mais concretamente em Espinho, e já andam nisto há alguns anos, embora sempre tenham estado abaixo do nosso radar.
Mães Solteiras – Vamos ser breves (2026)
Prometiam que iam ser breves e cumpriram, não avisaram é que no final iríamos estar derreados.
Bruno Pernadas – unlikely, maybe (2026)
Unlikely, Maybe é tudo menos incertezas ou indefinições. É mais um sólido álbum que Bruno Pernadas nos oferece. Que sejamos dignos de tanta beleza e de tão vasta poesia sonora!
Expresso Transatlântico – Trópico Paranóia (2026)
Quando a marca de água musical se constrói a partir da diversidade e do multiculturalismo, o resultado é um belo arco-íris sonoro. Atual e de sempre.
Reia Cibele – Reia Cibele (2024)
Durante os cinco temas de Reia Cibele, vou sentindo travos de bandas que há algum tempo me fazem eriçar os pelos dos braços e/ou cantar sem vergonha pela casa fora.
Lisa Sereno – Belonging (2025)
No seu disco de estreia, Lisa Sereno cruza a folk clássica com uma pop etérea e delicada. Belonging, editado pela Omnichord, é um exercício íntimo e nostálgico sobre o desejo de pertença, a solidão emocional e o desequilíbrio nas relações.
Bloom – Do Not Disturb (2025)
O terceiro e último tomo da trilogia Bloom sabe ao último cigarro na noite fria e ao vazio que vem depois. A beata esquecida a arder…
Evols – The Ephemeral (2025)
Vivemos tempos apressados e doentios, que não nos deixam viver, mas apenas assistir ao que passa diante dos nossos olhos.
Jasmim – Dias em Branco (2025)
Num cenário musical muito marcado pela predominância da ironia – na pose e nas letras que os artistas e bandas vão cantando -, é refrescante ouvir alguém para quem a canção não é uma mera brincadeira lúdica de plasticina.