Benjamim – Crónicas do Monte Zeus (2026)

O Apolo da música portuguesa está de regresso! Conviveu com Zeus e tem coisas humanas para nos dizer.

Varge Mondar – Jogo do Bicho (2026)

Será possível mudar o mundo (bolha) em menos de 10 minutos? O primeiro trabalho gravado dos Varge Mondar tem exactamente 8:29 minutos. Fazendo jus ao que já esperamos da banda, o lançamento de Jogo do Bicho é um grito (muito) rápido no meio do caos.

Margarida Campelo — Música de Elevador (2026)

Música de Elevador é o novo disco de Margarida Campelo e vem mostrar, uma vez mais, uma artista capaz de fazer coisas verdadeiramente novas, daquelas que só saem cá para fora quando nos despojamos de toda a seriedade que o mundo nos incute.

Fabiano do Nascimento – Vila (2026)

Uma brisa de fim de tarde num disco que cruza a bossa nova, a orquestra e o jazz

Salvador Lobo Cão – És o cão de toda a gente (EP) (2026)

Um bocadinho de dor não faz mal a ninguém.

Felizes para Sempre – Felizes para Sempre (2026)

No seu EP de estreia, os Felizes para Sempre propõem canções curtas que, sem se levarem demasiado a sério, têm o condão de nos fazer viajar e abanar a cabeça em medidas iguais.

ADAO | Hip-Hop rima com Centro Periférico

First we’ll take Lumiar, then we’ll take Barreiro. Assim disseram Dedryn, Dígitos, Neck Tatoo Girl, Dudu, Rafa G e Ferox. E assim aconteceu na ADAO.

MARO — hortelã (2023)

Guitarras acústicas e flamencas e uma voz quente fazem hortelã, um álbum de honestidade bruta e de conclusões para novos começos.

PICAS – Vendavais (2026)

Há estreias que procuram convencer de imediato. Vendavais, de PICAS, prefere insinuar-se, e é bem melhor assim.

Unsafe Space Garden – O Melhor e o Pior da Música Biológica (2026)

Ao quarto disco, os USG conseguiram alcançar o equilíbrio perfeito entre conceito e melodia. Pela primeira vez cantam tudo em português (e com uma vivíssima pronúncia do Norte), num disco que reflecte, questiona e parodia o que é isto de ser pessoa humana no planeta Terra.

Soma Please – Ballet (2026)

Ballet é o primeiro trabalho dos Soma Please, uma nova banda que soa confiante no seu som e que vale a pena escutar.

Macacos do Chinês || Casa Capitão: Regressar sem repetir o passado

Quinze anos depois de terem desaparecido sem um verdadeiro aviso prévio, os Macacos do Chinês regressaram diferentes, mais velhos, mas intactos no que realmente importa.

Catarina Branco – Acordava Cansada (2026)

Atmosferas entre o sombrio e a tranquilidade caracterizam o trabalho de uma cantautora que faz da música ponte entre o inquietante e a serenidade.

O Gajo || B.Leza Clube: O aniversário onde a festa não saiu ao lado

A viola campaniça e O Gajo estão juntos há dez anos e marcaram celebrações com convidados especiais.

Beatriz Pessoa – Muito Mais (2026)

Pop fresca e bem-disposta, o novo disco de Beatriz Pessoa vai beber inspiração ao jazz e à MPB, resultando num caldeirão de influências que funciona muito bem.

UHF || LAV: ligação afectiva de longa data mantém-se sólida.

O concerto dos UHF no Lisboa Ao Vivo, a 21 de março, destacou-se por um ambiente intimista e uma forte cumplicidade entre banda e público.

BALEIA BALEIA BALEIA – OUTRA VEZ ARROZ (2026)

OUTRA VEZ ARROZ é o quinto álbum dos BALEIA BALEIA BALEIA, lançado no passado mês de Fevereiro (segundo o seu Bandcamp). Não se deixem enganar, o nome do disco pode levar-nos a achar que será “mais do mesmo”, mas não é.

Bia Maria || Cine-Teatro Paraíso, Tomar
No dia 21 de março, o Cine-Teatro Paraíso, em Tomar, recebeu Bia Maria para o…