The Beatles – Beatles For Sale (1964)

Quatro discos em dois anos é motivo para um visível cansaço. Neste álbum os Beatles voltam a fazer versões, começam a escrever temas mais sérios e dão passos para dominar o ambiente do estúdio.

“I Am The Walrus” – The Beatles

Nasce no psicadelismo, que nos Beatles sempre teve aquele ar infantil mas depois é mas é
psilocibina, a música cheia de camadas, possível apenas em estúdio, as palavras eloquentes e
percursoras de Monty Python – e com rimas muito bem esgalhadas.

The Beatles – A Hard Days’s Night (1964)

A banda-sonora de um filme semi-cómico deflagra bem no meio da Beatlemania, alimentando ainda mais o fogo da banda mais popular do mundo

“Being For The Benefit of Mr. Kite” – The Beatles

Being For The Benefit of Mr. Kite é, à boa maneira circense, uma canção malabarista, repleta de voltas e reviravoltas. Mas também ingénua, ilusória, surpreendente, um autêntico “passe de mágica”!

The Beatles – With The Beatles (1963)

Neste segundo álbum os Beatles mostraram que o alarido da “Beatlemania” era justificável. Sem ser inovador, With The Beatles continua a expandir os horizontes e o nível de popularidade estratosférico da banda de Liverpool.

“Happiness Is A Warm Gun” – The Beatles

“Happiness Is A Warm Gun” é, segundo consta, baseada num artigo sobre espingardas, sobre a felicidade ao sentir a arma ainda quente, depois de premido o gatilho. Também há quem diga que fala sobre heroína ou ainda sobre sexo.

Little Richard: o adeus do Senhor Rock and roll

Deixou-nos um dos primeiros. Deixou-nos um dos maiores. Deixou-nos um dos únicos. Little Richard, pioneiro em tantas coisas, partiu aos 87 anos, depois de uma vida que vale por muitas.

Playlist da Semana: Past Masters – uma vida de Beatle

No dia em que se assinalam os 50 anos do lançamento de Let It Be, o último disco de originais dos Beatles, o Altamont junta a sua equipa e celebra a vida da banda mais importante do pop/rock.

The Beatles – Please Please Me (1963)

O primeiro disco dos Beatles é um bom primeiro esforço por um grupo de miúdos com vontade de vingar e deixa um esboço das qualidades que viriam a tornar os Beatles a banda mais influente do mundo.

“Norwegian Wood (This Bird Has Flown)” – The Beatles

O ponto de viragem na escrita de canções da dupla Lennon-McCartney.

Paul McCartney – McCartney (1970)

Paul McCartney procura a sua identidade a solo como músico.

Oasis – Standing On The Shoulder Of Giants (2000)

No virar do milénio, os Oasis mudam o logo da banda, perdem mais dois membros fundadores, Noel afasta-se das drogas e Liam escreve a sua primeira música. O disco, regado a psicadelismo, marca, de certa forma, o fim da Britpop e da relevância da banda no panorama musical.

Donovan – Sunshine Superman (1966)

Se, no início da carreira, Donovan era visto como a resposta britânica a Bob Dylan, em Sunshine Superman, o músico escocês mostra o seu lado pastoral e psicadélico, distanciando-se definitivamente da sombra do norte americano.

Wilco – Yankee Hotel Foxtrot (2002)

Nunca a beleza pop e a estranheza experimental casaram tão bem.

The Beatles – Abbey Road (1969)

Após a turbulência das gravações de Get Back/Let It Be, os Beatles voltam aos seus estúdios preferidos para gravar aquele que seria o seu último disco de originais. Abbey Road é, certamente, o melhor último disco de qualquer banda. A proeza só poderia estar a cabo dos quatro fantásticos de Liverpool.

“Ob-la-di, Ob-la-da” – The Beatles

Com a sua desesperada leveza, a sua letra divertidamente disparatada e a sua sonoridade compacta, o tema era o mais comercial do Álbum Branco, mesmo para os padrões estupidamente altos de McCartney.

“Piggies” – The Beatles

A misantropia escondida em muita espiritualidade está bem patente nesta sátira de Harrison à sociedade dominante.

“Sexy Sadie” – The Beatles

Com o seu eco no piano, as suas vozes hipnóticas, e a guitarra repetindo a melodia da voz, tudo nesta canção é sabiamente desassossegado.