George Harrison – Brainwashed (2002)

Lançado postumamente, Brainwashed é prova de vida do incrível talento de George Harrison e, é acima de tudo, uma viagem pelo que sempre o definiu – humor, humanismo e, claro, espiritualidade.

Paul McCartney – Egypt Station (2018)

Na tentativa de ganhar visibilidade com os millennials e de não ser barrado à porta de discotecas de famosos, Paul McCartney alia-se aos produtores da moda porém Egypt Station fica muito aquém da qualidade do ex-Beatle.

Bom dia, tristeza: doçura e desespero em Elliott Smith

Nick Drake matou-se com comprimidos. Ian Curtis enforcou-se. Cobain deu um tiro na cabeça. Mas ao pé de Elliot Smith, que trinchou o seu próprio coração com um cutelo de cozinha, são todos uns meninos.

“The Long and Winding Road” – The Beatles

A 20 de Setembro de 1969, aproveitando uma reunião com Paul e Ringo, John Lennon anunciava a sua saída dos Beatles.

not 4/4

O Altamont leva-nos a uma viagem descomplexada aos diferentes ritmos que populam no mundo pop/rock.

Mac McCaughan (Superchunk): a comédia como solução

Falámos de tudo: comida, angústia, dos Superchunk e Portastatic, e de muita comédia – como The Best Show e dos gostos pessoais do Mac, cuja relação com o humor é de grande proximidade.

Sunflower Bean: antes dos vinte-e-dois, em castanho

Os Sunflower Bean falaram do incrível “Human Ceremony”, do tempo, de ser fãs dos clássicos, do ano de 2013, de que música devemos dar a crianças, de quantos concertos tocaram e de ser a banda mais fixe que há.

Cheap Trick – Heaven Tonight (1978)

O melhor e mais equilibrado disco de estúdio dos Cheap Trick

Jonathan Wilson – Rare Birds (2018)

Ao terceiro capítulo, Jonathan Wilson acrescenta ao seu rock clássico algumas incursões sobre o soft rock. As canções continuam belíssimas mas a sua desmedida ambição prega-lhe algumas rasteiras.

Raul Seixas – Krig-ha, Bandolo! (1973)

Krig-ha, Bandolo! é um álbum histórico. Raul Seixas, o mítico rocker  que começou a gravar música nos finais dos anos sessenta, é o autor desse pequeno milagre sonoro que hoje resolvemos recordar.

Oasis – Be Here Now (1997)

Em 1997 os Oasis chegavam ao topo da carreira. Uma mistura fatal de drogas e egos fizeram a banda criar um disco “excessivo”. Não mais teriam a mesma importância no panorama musical.

OK Computer: o regresso ao futuro com os Radiohead

Os hipsters preferirão o Kid A, glorificando a sua inacessibilidade. Os nazis da simplicidade pop escolherão o The Bends, apedrejando “Paranoid Android” pelas suas cedências ao prog. Mas as pessoas razoáveis optarão sempre por OK Computer, um disco desmedidamente belo e sem vergonha de o ser.

“Sun King” – The Beatles

Deus nos guarde a balbúcie espontânea de Lennon, conclusiva apenas de uma contemplação inescrutável ao poder da linguagem: que a faixa e seu tema só fariam sentido caso sentido não tivessem.

Beck, meu irmão Beck: retrato do mestre da modernidade pop

A história de um “loser” que ganhou lugar cativo na história da música, seja como reciclador do lixo pop, seja como belíssimo e introspectivo escritor de canções. Um dos inventores da nossa modernidade.

The Summer of Love: do florido éden ao paraíso perdido

Estima-se que cerca de 100 mil hippies tenham rumado a Haight-Ashbury no Verão de 1967. O nascimento e ocaso do sonho de uma geração.

The Beach Boys – Smiley Smile (1967)

Smiley Smile – Da sombra de Smile, o álbum que o tempo julgou como obra maior dos Beach Boys.

Donovan – Mellow Yellow (1967)

Ao quarto álbum, Donovan abraça o Flower Power, pisca o olho aos antros Beatnik da Greenwich Village e ainda tem tempo para passar à porta do começo mais folk da carreira, tocar à campainha e fugir. Uma guerra de editoras quase derruba o ânimo, mas um Beatle não creditado e um futuro Led Zeppelin ajudam ao resgate.

The West Coast Pop Art Experimental Band – Part One (1967)

Part One representa, no seu todo, a essência do psicadelismo da costa oeste dos Estados Unidos. Belo e estranho ao mesmo tempo. Uma verdadeira trip.