Love – Da Capo (1966)

O segundo álbum dos Love, Da Capo, é psicadélico mas realista, doce e zangado ao mesmo tempo.

The Who – Who’s Next (1971)

Das cinzas de um projecto falhado, nasce o despretensioso Who’s Next, tão imaginativo como Tommy e Quadrophenia mas sem o seu peso conceptual. O favorito dos fãs menos virados para as óperas rock.

Echo & the Bunnymen – Ocean Rain (1984)

O quarto álbum dos Echo & the Bunnymen, Ocean Rain, é a sua consensual obra-prima: orquestral, misteriosa, evocativa.

“Twist and Shout” – The Beatles

Em Rei dos Gazeteiros, “Twist and Shout” é imagem de marca do clássico de adolescência dos anos oitenta. Também nos anos sessenta os Beatles deixaram a sua marca.

Sweet Psychedelics – Sweet Psychedelics (2020)

Do Brasil chega-nos uma pérola de pop plácida e elegante, com a “nossa” Eugénia Melo e Castro.

Paul McCartney – McCartney III (2020)

Se McCartney pecou várias vezes na carreira por ser demasiado pop, em McCartney III está o mais longe disso que consegue.

Paul McCartney – McCartney II (1980)

Corria o ano de 1980. Mesmo antes da dissolução dos Wings, Paul McCartney virou-se para o experimentalismo e sintetizadores. Gravado totalmente em casa, era McCartney II.

The Byrds – Fifth Dimension (1966)

O disco que inventou o rock psicadélico. Uma síntese inspiradora entre sensibilidade pop e experimentalismo.

Sérgio Godinho: uma vida a musicar as nossas vidas

Não há forma de pagar o tanto que Godinho nos deu, a banda sonora das nossas vidas, musicando com as suas palavras certeiras o nosso quotidiano, todas as nossas pequenas e grandes derrotas e vitórias diárias.

“The Beatles: Get Back” é o novo livro oficial que acompanha o documentário de Peter Jackson

The Beatles: Get Back será lançado a 31 de agosto de 2021, enquanto que o documentário de Peter Jackson estreia quatro dias antes.

John Lennon – Plastic Ono Band (1970)

O melhor disco de um Beatle a solo. Lennon escarafunchando as suas feridas com uma chave de fendas e gritando.

The Flaming Lips – American Head (2020)

Os alquimistas Flaming Lips regressam a um território onde já foram felizes com o recente American Head, e salvam-nos com a melancolia deles.

Uma Mão Cheia de Harry Nilsson

Harry Nilsson teve uma vida curta, num quase constante lost weekend. Subiu ao quase estrelato e foi votado ao quase esquecimento. Esse advérbio quase resume o percurso de um artista tocado pelo génio. Há coisas que não se compreendem nem…

Chuck Berry – Berry Is On Top (1959)

Se Little Richard era o filho, e Elvis o espírito santo, Chuck Berry será sempre o pai. Devemos-lhe tudo.

Prefab Sprout – Steve McQueen (1985)

Steve McQueen junta as letras de Paddy McAloon à produção de Thomas Dolby para criar um clássico de sofisticação.

Bob Dylan – Rough and Rowdy Days (2020)

Dylan oferece-nos uma comovente reflexão sobre a mortalidade, a arte e a memória. Estamos em crer que este miúdo vai longe…

Sparks – A Steady Drip, Drip, Drip (2020)

A Steady Drip, Drip, Drip é o mais recente disco dos Sparks. A particular arte pop teatral da banda ainda mexe e Ron e Russell continuam a fazer discos bastante curiosos.

The Beatles – Let It Be (1970)

Let it be não é o melhor disco dos Beatles, longe disso. Talvez seja, porém, o mais verdadeiro, vulnerável como uma ferida aberta, contraditório como a própria vida.