Caetano Veloso – Transa (1972)

A data é comemorativa, mas servirá sobretudo como lembrete: ouvir Transa é urgente, mesmo passados 50 anos do seu aparecimento público, ou até talvez por isso. O antes e o agora revelam que o disco, afinal, não tem a idade…

The Coral – Coral Island (2021)

Ao décimo disco da carreira, os Coral regressam à boa forma com Coral Island, que conta a história de uma cidade imaginária, tornada viva pelas nossas memórias de infância. 

Paul McCartney – RAM (1971)

Ao seu segundo disco a solo, Paul McCartney lança as bases para aquele que viria a ser o seu futuro som com os Wings. RAM, mal recebido na altura, é uma belíssima colecção de canções, vindas de quem ainda sofria bastante com a ruptura dos Beatles.

Love – Da Capo (1966)

O segundo álbum dos Love, Da Capo, é psicadélico mas realista, doce e zangado ao mesmo tempo. 

The Who – Who’s Next (1971)

Das cinzas de um projecto falhado, nasce o despretensioso Who’s Next, tão imaginativo como Tommy e Quadrophenia mas sem o seu peso conceptual. O favorito dos fãs menos virados para as óperas rock.

Echo & the Bunnymen – Ocean Rain (1984)

O quarto álbum dos Echo & the Bunnymen, Ocean Rain, é a sua consensual obra-prima: orquestral, misteriosa, evocativa.

“Twist and Shout” – The Beatles

Em Rei dos Gazeteiros, “Twist and Shout” é imagem de marca do clássico de adolescência dos anos oitenta. Também nos anos sessenta os Beatles deixaram a sua marca.

Sweet Psychedelics – Sweet Psychedelics (2020)

Do Brasil chega-nos uma pérola de pop plácida e elegante, com a “nossa” Eugénia Melo e Castro.

Paul McCartney – McCartney III (2020)

Se McCartney pecou várias vezes na carreira por ser demasiado pop, em McCartney III está o mais longe disso que consegue.

Paul McCartney – McCartney II (1980)

Corria o ano de 1980. Mesmo antes da dissolução dos Wings, Paul McCartney virou-se para o experimentalismo e sintetizadores. Gravado totalmente em casa, era McCartney II.

The Byrds – Fifth Dimension (1966)

O disco que inventou o rock psicadélico. Uma síntese inspiradora entre sensibilidade pop e experimentalismo.

Sérgio Godinho: uma vida a musicar as nossas vidas

Não há forma de pagar o tanto que Godinho nos deu, a banda sonora das nossas vidas, musicando com as suas palavras certeiras o nosso quotidiano, todas as nossas pequenas e grandes derrotas e vitórias diárias.

“The Beatles: Get Back” é o novo livro oficial que acompanha o documentário de Peter Jackson

The Beatles: Get Back será lançado a 31 de agosto de 2021, enquanto que o documentário de Peter Jackson estreia quatro dias antes.

John Lennon – Plastic Ono Band (1970)

O melhor disco de um Beatle a solo. Lennon escarafunchando as suas feridas com uma chave de fendas e gritando.

The Flaming Lips – American Head (2020)

Os alquimistas Flaming Lips regressam a um território onde já foram felizes com o recente American Head, e salvam-nos com a melancolia deles.

Uma Mão Cheia de Harry Nilsson

Harry Nilsson teve uma vida curta, num quase constante lost weekend. Subiu ao quase estrelato e foi votado ao quase esquecimento. Esse advérbio quase resume o percurso de um artista tocado pelo génio. Há coisas que não se compreendem nem…

Chuck Berry – Berry Is On Top (1959)

Se Little Richard era o filho, e Elvis o espírito santo, Chuck Berry será sempre o pai. Devemos-lhe tudo.

Prefab Sprout – Steve McQueen (1985)

Steve McQueen junta as letras de Paddy McAloon à produção de Thomas Dolby para criar um clássico de sofisticação.