Iggy & The Stooges – Raw Power (1973)

Iggy e seus comparsas estavam claramente à frente do seu tempo, e como tal, precisaram de um pouco mais até os restantes os perceberem.

Portishead – Dummy (1994)

Dummy é lúgubre mas sensual, como o decote lânguido de uma viúva chorosa.

8/10
Grouper – Grid of Points (2018)

Um bálsamo que se nos entra pelos ouvidos e se instala de forma contundente em…

6.5/10
Unknown Mortal Orchestra – Sex & Food (2018)

Os Unknown Mortal Orchestra não deixam de fascinar, mas perdem alguma da definição que lhes vinha trazendo progressivamente novos fãs.

Neil Young – After the Gold Rush (1970)

Em After the Gold Rush, Neil Young descobre-se pela primeira vez um melodista fora de série. São melodias memoráveis, umas atrás das outras, sem qualquer gordura no entremeio. Só filé mignon.

Pink Floyd – The Dark Side Of The Moon Immerse Edition Boxset (2011)

 “Não existe lado oculto da lua. De facto é tudo negro.”

Roger Waters – Radio K.A.O.S. (1987)

No mesmo ano que os Pink Floyd lançam o primeiro disco sem a sua participação, Roger Waters continua a sua senda anti-guerra, obedecendo à sua matriz de álbum-conceito, mas, desta vez, o resultado final não foi tão bem aceite como os seus trabalhos anteriores.

Roger Waters – Amused to Death (1992)

Contra tudo e contra todos, Roger Waters entrega ao público em 1992 um disco conceptual quando o formato estava completamente morto e enterrado. Talvez o mais marcante da sua carreira a solo.

Roger Waters – The Pros and Cons of Hitch Hiking (1984)

Os fantasmas de Roger Waters ganham aqui forma: uma crise de meia-idade; a autópsia de um casamento a ruir; a traição, o desejo e a culpa. Uma revelação lúcida dos “segredos dos locais, que no fundo são iguais em todos nós.”

Pink Floyd – The Division Bell (1994)

The Division Bell é um pastiche interminável (na verdade tem 66 minutos) que representa a maior nódoa no currículo dos Pink Floyd. Ainda pior do que A Momentary Lapse of Reason.

Pink Floyd – A Momentary Lapse of Reason (1987)

Em 1987, sem Waters no comando, David Gilmour assume as rédeas e transforma uma banda de culto num monstro de estádios mas faz os Pink Floyd aproximarem-se perigosamente dos fãs de U2 e Dire Straits.

Neil Young – On the Beach (1974)

Depois do sucesso de Harvest, Neil Young precisou de se refugiar dos seus fãs e dos seus demónios. On the Beach é um documento desse exorcismo.

Pink Floyd – Animals (1977)

Entalado entre Wish You Were Here e The Wall, Animals é um disco duro e violento, mas que merece o seu lugar entre os melhores da discografia dos Pink Floyd.

8/10
Eels – The Deconstruction (2018)

Ao 12º álbum, Mr. E. surpreende com The Descontruction e suspeita-se que seja dos mais inspirados dos últimos anos.

Pink Floyd – Meddle (1971)

Quando se ouve Meddle e, principalmente, a faixa “Echoes” percebemos até onde nos estamos a…

Pink Floyd – Atom Heart Mother (1970)

Os Pink Floyd chegam ao inicio da década de 1970, apostados em continuar a experimentar. Saem os as canções psicadélicas da era-Barrett e entram as orquestras, os coros, o rock progressivo e as vacas.

Pink Floyd – Ummagumma (1969)

Sem Barrett, os Pink Floyd estavam à beira do abismo. Ummagumma foi um tiro no…

Miles Davis – Nefertiti (1968)

A excelência das composições e a excelência interpretativa de quem lhes dá vida: Davis, Hancock, Shorter, Williams e Ron Carter, no baixo.