Lançado no final da década de setenta, Campolide fecha com chave de ouro a primeira década de carreira de Sérgio Godinho.
Sérgio Godinho – Pano-cru (1978)
Um disco de charneira que faz a ponte entre o Sérgio Godinho político e o criador de êxitos imortais.
Sérgio Godinho – De Pequenino se Torce o Destino (1976)
O disco português mais interessante feito no turbulento PREC, albergando pérolas como “O Namoro” e “Os Demónios de Alcácer Quibir”.
Sérgio Godinho – À Queima-Roupa (1974)
O disco mais político de Sérgio Godinho, nascido bem no meio do 25 de Abril de 1974.
Sérgio Godinho – Pré-Histórias (1973)
O homem dos sete instrumentos pode ser quem bem quiser. Lutou por esse direito e assegurou o seu lugar.
Sérgio Godinho – Os Sobreviventes (1972)
Sérgio Godinho encontrou uma identidade própria logo no seu disco de estreia. “Que Força é Essa”, “O Charlatão” e “Maré Alta” perduram até hoje.
John Lennon – Plastic Ono Band (1970)
O melhor disco de um Beatle a solo. Lennon escarafunchando as suas feridas com uma chave de fendas e gritando.
Stevie Wonder – Innervisions (1973)
O menino-prodígio da soul faz-se um homem, com um disco que tem tanto de político como de espiritual. Nove canções perfeitas, transbordantes de luz interior.
Banda do Casaco – Dos Benefícios Dum Vendido no Reino dos Bonifácios (1975)
Em 1975 os ambientes progressivos alastravam pelo país. Dos Benefícios Dum Vendido no Reino dos Bonifácios é surrealista, pop e profundamente português.
Sparks – Kimono My House (1974)
Kimono My House marca o caminho que os irmãos Mael seguiriam a partir daqui, com muito falsetto e estilos diferentes.
Gil Scott-Heron – Pieces of a Man (1971)
Pieces of a Man é o nascimento do rap, sim, mas é muito mais do que isso. É uma obra maior da música negra norte-americana, misturando poesia, soul, funk e activismo, na voz do inimitável Gil Scott-Heron
Bob Marley – Survival (1979)
Depois do exílio e do maior sucesso da sua carreira, Marley volta à Jamaica e faz o seu disco mais político, um hino à unidade africana
Amazing Grace – Aretha Franklin (1972)
Amazing Grace não é apenas um dos mais soberbos discos ao vivo que alguma vez foram gravados. É um milagre sob a forma de canções.
The Beatles – Let It Be (1970)
Let it be não é o melhor disco dos Beatles, longe disso. Talvez seja, porém, o mais verdadeiro, vulnerável como uma ferida aberta, contraditório como a própria vida.
Lou Reed – Transformer (1972)
O álbum charneira da carreira a solo de Reed fica para a história do rock…