Xutos & Pontapés – Duro (2019)

O projecto começado há uns anos atrás com Puro vê agora o seu epílogo com Duro num refinamento de qualidade e reafirmação de posições extremamente bem acolhido tanto pelo público como pela crítica.

King Crimson – In The Court Of The Crimson King (1969)

Os King Crimson chegam-se à frente de todos e editam o primeiro clássico absoluto do prog-rock. Sem grande pomposidade, sem grande alarido. Um murro no estômago.

Led Zeppelin – Presence (1976)

Presence, marcado por dúvidas e uma fuga para frente, é o início do fim do domínio mundial dos Led Zeppelin, e o seu último disco que ainda merece um lugar ao lado das obras-primas anteriores

Jacco Gardner – Somnium (2018)

Ao terceiro disco, Jacco Gardner esquece as palavras e dá-nos uma viagem pelo seu mundo em modo ambiente. O percurso é satisfatório mas sabe a pouco.

Tool anunciam concerto em Portugal a 2 de Julho

Os Tool são conhecidos pelos seus temas marcados por complexas alterações rítmicas  e em constante evolução, já foram comparados a Led Zeppelin e a Pink Floyd.

Reis da República – Fábulas (2018)

O belíssimo disco de estreia dos Reis da República é um caldeirão onde cabe pop, psicadelismo e prog, num dos melhores trabalhos que a música portuguesa nos deu em 2018..

not 4/4

O Altamont leva-nos a uma viagem descomplexada aos diferentes ritmos que populam no mundo pop/rock.

Pink Floyd – The Dark Side Of The Moon Immerse Edition Boxset (2011)

 “Não existe lado oculto da lua. De facto é tudo negro.”

Roger Waters: há vida para além dos Floyd

Sozinho, Waters nunca conseguiu repetir a perfeição de um Dark Side of the Moon. Podia ser o principal criador dos Floyd mas a banda sempre foi muito maior do que o ego do seu baixista. Ainda assim, valeram bem a pena estes seus quatro belíssimos discos. É este o o percurso pós-Floyd que realmente queríamos? Claro que sim.

Roger Waters – Radio K.A.O.S. (1987)

No mesmo ano que os Pink Floyd lançam o primeiro disco sem a sua participação, Roger Waters continua a sua senda anti-guerra, obedecendo à sua matriz de álbum-conceito, mas, desta vez, o resultado final não foi tão bem aceite como os seus trabalhos anteriores.

Roger Waters – Amused to Death (1992)

Contra tudo e contra todos, Roger Waters entrega ao público em 1992 um disco conceptual quando o formato estava completamente morto e enterrado. Talvez o mais marcante da sua carreira a solo.

Roger Waters – The Pros and Cons of Hitch Hiking (1984)

Os fantasmas de Roger Waters ganham aqui forma: uma crise de meia-idade; a autópsia de um casamento a ruir; a traição, o desejo e a culpa. Uma revelação lúcida dos “segredos dos locais, que no fundo são iguais em todos nós.”

Pink Floyd – The Division Bell (1994)

The Division Bell é um pastiche interminável (na verdade tem 66 minutos) que representa a maior nódoa no currículo dos Pink Floyd. Ainda pior do que A Momentary Lapse of Reason.

Pink Floyd – A Momentary Lapse of Reason (1987)

Em 1987, sem Waters no comando, David Gilmour assume as rédeas e transforma uma banda de culto num monstro de estádios mas faz os Pink Floyd aproximarem-se perigosamente dos fãs de U2 e Dire Straits.

Pink Floyd – Animals (1977)

Entalado entre Wish You Were Here e The Wall, Animals é um disco duro e violento, mas que merece o seu lugar entre os melhores da discografia dos Pink Floyd.

“Shine On You Crazy Diamond” – Pink Floyd

A aura de Syd Barrett está presente em “Shine On You Crazy Diamond”, uma das mais brilhantes composições dos Pink Floyd.

Pink Floyd – Meddle (1971)

Quando se ouve Meddle e, principalmente, a faixa “Echoes” percebemos até onde nos estamos a aproximar do verdadeiro som dos Pink Floyd. A frase pertence a David Gilmour, inserida DVD comemorativo do trigésimo aniversário de Dark Side of the Moon,…

“Set The Controls For The Heart Of The Sun” – Pink Floyd

Com elementos de guitarra de Syd Barrett e David Gilmour, “Set The Controls For The Heart Of The Sun” é a única faixa em todo o extenso catálogo dos Pink Floyd que tem a participação de todos os membros originais da banda.