Frederico Batista
656 Articles13 Comments

Nascido em 1980, licenciado em Comunicação Social e finalista do primeiro curso de Jornalismo e Crítica Musical na ETIC_. Desde cedo fui um aficionado pela música. Nirvana aos 12 anos, Beatles aos 15 e a partir daí o mundo mudou. Tornei-me um homem dos 60s mas não consigo estar sem ouvir tudo o que de novo se passa. Parar é morrer e a música é um rio de fluxo contínuo. Beards for Peace!

“Age of Anxiety I” – Arcade Fire

Uma canção incrível, como só os Arcade Fire conseguem gerar.

Playlist da semana: O melhor de 2022… so far

Aproveitando o facto de estarmos a chegar a meio do ano decidimos olhar para o que andámos a ouvir desde Janeiro até agora para fazer um balanço dos lançamentos de 2022.

Arcade Fire de volta a Portugal em dose dupla

Os Arcade Fire vêm apresentar o seu novo álbum nos dias 22 e 23 de setembro no Campo Pequeno em Lisboa

Red Hot Chili Peppers – By The Way (2002)

Depois de terem colhido todos os louros de Californication, os Red Hot dão a permissão a John Frusciante para traçar o rumo a seguir. By The Way é um disco luminoso, melódico e pop, sem nenhum dos defeitos que estes termos poderiam vir a sugerir.

“Can’t Stop” – Red Hot Chili Peppers

Com um crescendo incrível até acabar num groove bem típico dos Red Hot, “Can’t Stop” mantém a (boa) toada pop que a banda californiana trouxe após Californication, não esquecendo a sua génese funk-rock-rap do seu início de carreira. 

The Coral – Coral Island (2021)

Ao décimo disco da carreira, os Coral regressam à boa forma com Coral Island, que conta a história de uma cidade imaginária, tornada viva pelas nossas memórias de infância. 

Paul McCartney – RAM (1971)

Ao seu segundo disco a solo, Paul McCartney lança as bases para aquele que viria a ser o seu futuro som com os Wings. RAM, mal recebido na altura, é uma belíssima colecção de canções, vindas de quem ainda sofria bastante com a ruptura dos Beatles.

“An Honest Mistake” – The Bravery

Os Bravery ficarão para sempre conhecidos por esta “An Honest Mistake”, uma das canções imperdíveis em qualquer festa de rock alternativa que se preze. Dancemos até nos cortarem o som.

“Stuck Inside a Cloud” – George Harrison

“Stuck Inside A Cloud” é a música mais tocante e bonita de Brainwashed. Uma faixa delicodoce, imagem de marca das composições de Harrison, falando sobre as suas vivências e dificuldades em ser uma estrela de rock

“Wooden Ships” – Jefferson Airplane

Retirada de Volunteers, esta belíssima “Wooden Ships”, é, desta feita, cantada por Grace Slick e Marty Balin.

“Sunshine Superman” – Donovan

“Sunshine Superman”, com as suas pinceladas psicadélicas, guitarras gravadas de forma inversa e letras coloridas, é um belo cartão de visita para o álbum, com o mesmo nome, que alarga os horizontes folk de Donovan, transportando-o para a pop.

“Fuckin’ In The Bushes” – Oasis

Os Oasis a darem-nos uma canção cheia de puro sangue rock ‘n roll.

Playlist da Semana: O beijo do sol

O verão parece estar a chegar e com ele os dias em que queremos sentir o calor do sol e passar os lábios por uma fresquinha. Estas são canções que nos transportam para esses tempos.

“Pagan Baby” – Creedence Clearwater Revival

“Pagan Baby” mantém o som pantanoso do sul dos Estados Unidos. Uma mistura da agressividade de “Fortunate Son” com as guitarras frenéticas de “Ramble Tamble” e, em seis minutos e meio, estamos rendidos.

“Dançar na Corda Bamba” – Clã

Antes do movimento indie rock explodir, especialmente em Portugal, já os Clã tinham antecipado o furor de abanar a anca ao som de guitarras e baterias, trazendo um portento de canção, capaz de meter multidões a suar sem parar.

“Wah-Wah” – George Harrison

“Wah-Wah” é o exemplo máximo da produção exacerbada de Phil Spector. Uma aglomeração de guitarras, baterias e efeitos, fazendo uma argamassa de betão, sustentando a canção.

“You’ve Lost That Lovin’ Feelin” – The Righteous Brothers

“You’ve Lost That Lovin’ Feelin” será, para sempre, ícone da música da pop/rock.

“Da Doo Ron Ron” – The Crystals

Com a perfeitamente audível Wall of Sound por detrás, a canção fez as delícias de todas as boates dos swinging sixties e não haverá, certamente, quem não terá vontade de se atirar para uma pista de dança aos primeiros acordes da música.