Frederico Batista
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Nascido em 1980, licenciado em Comunicação Social e finalista do primeiro curso de Jornalismo e Crítica Musical na ETIC_. Desde cedo fui um aficionado pela música. Nirvana aos 12 anos, Beatles aos 15 e a partir daí o mundo mudou. Tornei-me um homem dos 60s mas não consigo estar sem ouvir tudo o que de novo se passa. Parar é morrer e a música é um rio de fluxo contínuo. Beards for Peace!

“Dançar na Corda Bamba” – Clã

Antes do movimento indie rock explodir, especialmente em Portugal, já os Clã tinham antecipado o furor de abanar a anca ao som de guitarras e baterias, trazendo um portento de canção, capaz de meter multidões a suar sem parar.

“Wah-Wah” – George Harrison

“Wah-Wah” é o exemplo máximo da produção exacerbada de Phil Spector. Uma aglomeração de guitarras, baterias e efeitos, fazendo uma argamassa de betão, sustentando a canção.

“You’ve Lost That Lovin’ Feelin” – The Righteous Brothers

“You’ve Lost That Lovin’ Feelin” será, para sempre, ícone da música da pop/rock.

“Da Doo Ron Ron” – The Crystals

Com a perfeitamente audível Wall of Sound por detrás, a canção fez as delícias de todas as boates dos swinging sixties e não haverá, certamente, quem não terá vontade de se atirar para uma pista de dança aos primeiros acordes da música.

“Pretty Little Angel Eyes” – Curtis Lee

Produzida por Phil Spector, esta canção terá lugar de destaque em qualquer boa colectânea de música dos “early 60s”, com o seu optimismo desbragado, capaz de fazer sorrir até o indivíduo mais sisudo.

“To Know Him is to Love Him” – The Teddy Bears

A história de Phil Spector teve início com os Teddy Bears e esta belíssima “To Know Him is to Love Him”.

Playlist da Semana: Phil Spector

Caído em desgraça pelo assassinato de Lana Clarkson, Spector foi muito mais do que apenas um produtor excêntrico.

Bananagun – The True Story of Bananagun (2020)

Continuando a recente boa tradição australiana, os Bananagun dão-nos um excelente disco, regado a tropicalismo, psicadelismo e tribalismo.

The White Stripes – De Stijl (2000)

Ao segundo disco, os White Stripes aperfeiçoam a fórmula e começam a cimentar a sua carreira. De Stijl é um disco carregado de boas canções e que ajudou a definir a era do Indie Rock.

Playlist da Semana: The White Stripes

Aproveitando o lançamento dos Greatest Hits e, ainda, dos 20 anos de De Stijl e respectivo pontapé de saída do indie rock, lançamos o nosso Especial White Stripes. Uma semana dedicada a Jack e Meg White. Uma semana de puro rock ‘n roll.

Creedence Clearwater Revival – Pendulum (1970)

Após cinco discos inatacáveis em apenas três anos, os Creedence Clearwater Revival resolvem fechar 1970 com um disco diferente. O fim estava próximo, mas a banda ainda tinha alguns cartuchos prontos a disparar.

James – Laid (1993)

Em 1993, num cenário pós-Smiths e pré-explosão da Britpop, os James, com a ajuda de Brian Eno, tornavam-se numa das mais importantes bandas britânicas.

“Liberdade” – Sérgio Godinho

Um graffiti posto em rock.

“Out Of Reach” – Bananagun

Com influências desde o tropicalismo ao afro-beat, os Bananagun são uma das boas descobertas de 2020.

“The Adults Are Talking” – The Strokes

Uma canção fantástica com um crescendo que só os Strokes nos conseguem dar.

“Loser” – Beck

“Loser” será, para sempre, um hino da adolescência dos anos 90.

“I’m The Greatest” – Ringo Starr

O mais próximo de uma reunião dos fab four.

Playlist da Semana: Chegar aos 40

Celebremos os 40 anos destas canções com um misto de nostalgia e esperança no futuro.