Frederico Batista
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Nascido em 1980, licenciado em Comunicação Social e finalista do primeiro curso de Jornalismo e Crítica Musical na ETIC_. Desde cedo fui um aficionado pela música. Nirvana aos 12 anos, Beatles aos 15 e a partir daí o mundo mudou. Tornei-me um homem dos 60s mas não consigo estar sem ouvir tudo o que de novo se passa. Parar é morrer e a música é um rio de fluxo contínuo. Beards for Peace!

“Song For Our Daughter” – Laura Marling

Uma música linda, inspirada no livro de Maya Angelou (“Letter to Our Daughter”), onde Marling deixa uma mensagem para a sua futura filha. Para ouvir vezes sem conta

“anything” – Adrianne Lenker

Esta lindíssima “anything” faz parte do álbum duplo songs/instrumentals, lançado ainda em 2020, ilustrando bem o estado de espírito da vocalista.

“Mother” – Roger Waters

Sempre que a questão é a música, Waters revela toda a sua qualidade. Nestas Lockdown Sessions, o ex-Pink Floyd revisita clássicos de Final Cut e The Wall, canções que continuam tão actuais como há mais de 40 anos.

“Nobody Knows When You Down and Out” – Eric Clapton

Com a guitarra na mão e apenas a sua música para apresentar ao mundo, o britânico volta a ser uma figura muito mais interessante.

“Jacqueline” – The Coral

Das sessões, denominadas sabiamente de Lockdown Sessions, retiramos “Jacqueline”, que continua tão bela como da primeira vez que a ouvimos em Roots & Echoes, de 2007.

Playlist da Semana: The Lockdown Sessions

Aproveitando o mais recente lançamento de Roger Waters, o Altamont propõe uma espreitadela a vários músicos que aproveitaram os dias de confinamento para gravarem música nova ou apenas darem uma roupagem nova a clássicos seus.

Franz Ferdinand || Campo Pequeno: O bom e velho indie rock

Na sua 12ª passagem por Portugal, os Franz Ferdinand, com Alex Kapranos como figura central, trouxeram o bom e velho indie rock de volta, mostrando-se mais frescos e dinâmicos do que nas suas últimas actuações. Lisboa agradeceu e saiu bem satisfeita.

Sociedade da Grã-Ordem Kavernista – Sessão das 10 (1971)

Em 1971, um quarteto de músicos, praticamente desconhecidos, gravou uma pérola, recheada de humor e criatividade. Sessão das 10, lançado no meio da ditadura brasileira, é um retrato dos tempos, com ironia suficiente para fugir à censura.

“Metamorfose Ambulante” – Raul Seixas

Entre misticismo, crescimento e amor, a canção deambula, polvilhada com toques lisérgicos, sobre estes temas, sob a batuta do grande messias do rock brasileiro.

Nick Mason’s Saucerful of Secrets || Campo Pequeno

Quase 30 anos após a sua passagem por Portugal, aquando da última tour de Pink Floyd, Nick Mason regressa, desta vez, com menos pompa e circustância, revisitando canções mais obscuras e de início de carreira, numa noite muito bem passada. Valeu a pena a espera!

The Beach Boys || Jardins do Marquês 2022

Numa noite bem fria e ventosa, Mike Love e os seus “Beach Boys” trouxeram um pouco do calor da Califórnia, num concerto carregado de nostalgia e de boas vibrações.

Wings – Wild Life (1971)

Wild Life soa exactamente ao que pretendeu ser: um conjunto de canções honestas, despretensiosas, e divertidas. Os anos 70 estavam a começar a descolar e Paul estava pronto para embarcar.

Creedence Clearwater Revival – Mardi Gras (1972)

O sétimo e último disco da carreira dos Creedence Clearwater Revival, Mardi Gras, é o espelho de uma banda batida e desintegrada. Com a saída de Tom Fogerty, estava claro que a banda não tinha pernas para continuar.

“The Dripping Tap” – King Gizzard & The Lizard Wizard

“The Dripping Tap”, com os seus longos 18 minutos – a mais longa canção dos K.G., leva-nos numa montanha russa de sensações e estilos que tão bem os australianos conseguem fazer. Uma experiência sensorial que tem de ser sentida.

“Chaise Longue” – Wet Leg

“Chaise Longue”, primeiro single do seu disco homónimo, traz uma frescura e uma despreocupação que nos sabe tão bem.

“Traps” – Bloc Party

“Traps”, single inicial de Alpha Games, é uma bela canção indie rock, pujante, com todos os ingredientes que nos fizeram ser agarrados de imediato pelos Bloc Party. Um bom regresso.

“Flyin (like a fast train)” – Kurt Vile

Um ano em que haja novo disco de Kurt Vile é sempre um ano positivo. O singer/songwriter slacker mais cool de sempre regressa com (watch my moves), de onde retiramos esta “Flyin (like a fast train)”, que mantémo seu lado…

“Age of Anxiety I” – Arcade Fire

Uma canção incrível, como só os Arcade Fire conseguem gerar.