Frederico Batista
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Nascido em 1980, licenciado em Comunicação Social e finalista do primeiro curso de Jornalismo e Crítica Musical na ETIC_. Desde cedo fui um aficionado pela música. Nirvana aos 12 anos, Beatles aos 15 e a partir daí o mundo mudou. Tornei-me um homem dos 60s mas não consigo estar sem ouvir tudo o que de novo se passa. Parar é morrer e a música é um rio de fluxo contínuo. Beards for Peace!

“Stuck Inside a Cloud” – George Harrison

“Stuck Inside A Cloud” é a música mais tocante e bonita de Brainwashed. Uma faixa delicodoce, imagem de marca das composições de Harrison, falando sobre as suas vivências e dificuldades em ser uma estrela de rock

“Wooden Ships” – Jefferson Airplane

Retirada de Volunteers, esta belíssima “Wooden Ships”, é, desta feita, cantada por Grace Slick e Marty Balin.

“Sunshine Superman” – Donovan

“Sunshine Superman”, com as suas pinceladas psicadélicas, guitarras gravadas de forma inversa e letras coloridas, é um belo cartão de visita para o álbum, com o mesmo nome, que alarga os horizontes folk de Donovan, transportando-o para a pop.

“Fuckin’ In The Bushes” – Oasis

Os Oasis a darem-nos uma canção cheia de puro sangue rock ‘n roll.

Playlist da Semana: O beijo do sol

O verão parece estar a chegar e com ele os dias em que queremos sentir o calor do sol e passar os lábios por uma fresquinha. Estas são canções que nos transportam para esses tempos.

“Pagan Baby” – Creedence Clearwater Revival

“Pagan Baby” mantém o som pantanoso do sul dos Estados Unidos. Uma mistura da agressividade de “Fortunate Son” com as guitarras frenéticas de “Ramble Tamble” e, em seis minutos e meio, estamos rendidos.

“Dançar na Corda Bamba” – Clã

Antes do movimento indie rock explodir, especialmente em Portugal, já os Clã tinham antecipado o furor de abanar a anca ao som de guitarras e baterias, trazendo um portento de canção, capaz de meter multidões a suar sem parar.

“Wah-Wah” – George Harrison

“Wah-Wah” é o exemplo máximo da produção exacerbada de Phil Spector. Uma aglomeração de guitarras, baterias e efeitos, fazendo uma argamassa de betão, sustentando a canção.

“You’ve Lost That Lovin’ Feelin” – The Righteous Brothers

“You’ve Lost That Lovin’ Feelin” será, para sempre, ícone da música da pop/rock.

“Da Doo Ron Ron” – The Crystals

Com a perfeitamente audível Wall of Sound por detrás, a canção fez as delícias de todas as boates dos swinging sixties e não haverá, certamente, quem não terá vontade de se atirar para uma pista de dança aos primeiros acordes da música.

“Pretty Little Angel Eyes” – Curtis Lee

Produzida por Phil Spector, esta canção terá lugar de destaque em qualquer boa colectânea de música dos “early 60s”, com o seu optimismo desbragado, capaz de fazer sorrir até o indivíduo mais sisudo.

“To Know Him is to Love Him” – The Teddy Bears

A história de Phil Spector teve início com os Teddy Bears e esta belíssima “To Know Him is to Love Him”.

Playlist da Semana: Phil Spector

Caído em desgraça pelo assassinato de Lana Clarkson, Spector foi muito mais do que apenas um produtor excêntrico.

Bananagun – The True Story of Bananagun (2020)

Continuando a recente boa tradição australiana, os Bananagun dão-nos um excelente disco, regado a tropicalismo, psicadelismo e tribalismo.

The White Stripes – De Stijl (2000)

Ao segundo disco, os White Stripes aperfeiçoam a fórmula e começam a cimentar a sua carreira. De Stijl é um disco carregado de boas canções e que ajudou a definir a era do Indie Rock.

Playlist da Semana: The White Stripes

Aproveitando o lançamento dos Greatest Hits e, ainda, dos 20 anos de De Stijl e respectivo pontapé de saída do indie rock, lançamos o nosso Especial White Stripes. Uma semana dedicada a Jack e Meg White. Uma semana de puro rock ‘n roll.

Creedence Clearwater Revival – Pendulum (1970)

Após cinco discos inatacáveis em apenas três anos, os Creedence Clearwater Revival resolvem fechar 1970 com um disco diferente. O fim estava próximo, mas a banda ainda tinha alguns cartuchos prontos a disparar.

James – Laid (1993)

Em 1993, num cenário pós-Smiths e pré-explosão da Britpop, os James, com a ajuda de Brian Eno, tornavam-se numa das mais importantes bandas britânicas.