Miles Davis – Rubberband (2019)

O resultado final é deliciosamente datado, transportando-nos imediatamente para essa década plástica e livre, de que Davis queria também ser parte.

King Crimson – In The Court Of The Crimson King (1969)

Os King Crimson chegam-se à frente de todos e editam o primeiro clássico absoluto do prog-rock. Sem grande pomposidade, sem grande alarido. Um murro no estômago.

Sampha: a única entrevista feliz

Sampha ter-nos-á dado uma das primeiras – senão a única – entrevista minimamente feliz. Falou connosco acerca dos sentimentos evocados pelo incrível single Blood On Me, a relação entre conflitos e cores, sobre Michael Jackson e Kanye West.

Miles Davis – Nefertiti (1968)

A excelência das composições e a excelência interpretativa de quem lhes dá vida: Davis, Hancock, Shorter, Williams e Ron Carter, no baixo.

Sunflower Bean: antes dos vinte-e-dois, em castanho

Os Sunflower Bean falaram do incrível “Human Ceremony”, do tempo, de ser fãs dos clássicos, do ano de 2013, de que música devemos dar a crianças, de quantos concertos tocaram e de ser a banda mais fixe que há.

Jimi e Miles, uma amizade forjada na música

Uma mulher juntou os génios Miles Davis e Jimi Hendrix, numa amizade musical que esteve perto de dar um disco.

OK Computer: o regresso ao futuro com os Radiohead

Os hipsters preferirão o Kid A, glorificando a sua inacessibilidade. Os nazis da simplicidade pop escolherão o The Bends, apedrejando “Paranoid Android” pelas suas cedências ao prog. Mas as pessoas razoáveis optarão sempre por OK Computer, um disco desmedidamente belo e sem vergonha de o ser.

The Jimi Hendrix Experience – Are You Experienced (1967)

Gravado em 72 horas, entre três estúdios londrinos, com mais imaginação que equipamento e sem grande disponibilidade para cedências comerciais, quando Hendrix perguntou “Are You Experienced” o mundo reagiu.

“Chronology” – Ornette Coleman

Canção do dia: “Chronology” – Ornette Coleman

“All Blues” – Miles Davis

Da mesma maneira que Kind of Blue, o vinil, é o cliché do dia monumental em que Davis deu meia dúzia de indicações e antecipou o crepitar virtuoso, este texto é a impertinência fundamental daquele que ouve e contempla e devora, a última instância de um “eu gosto” visceral, de um abrilhantar de olhos; um canito a abanar a cauda.

Santana – Santana IV (2016)

Santana IV é um disco para ser consumido por inteiro e por ordem, numa viagem multicolorida, suada e muito recompensadora.

Canção do Dia: So What – Miles Davis

Primeiro, vem a bruma misteriosa, contrabaixo e piano perdidos, à procura ainda até do próprio tempo do tema. Até que finalmente entra a melodia e, coisa rara no jazz, é o próprio contrabaixo quem a faz, um golpe de estado…

Kamasi Washington – The Epic (2015)

The Epic é um dos melhores discos de jazz que 2015 viu nascer.

Reportagem: Herbie Hancock e Chick Corea || EDP Cool Jazz

No primeiro dia do EDP Cool Jazz 2015, os Jardins do Palácio do Marquês de Pombal estavam prestes a receber dois dos nomes mais incontornáveis do Jazz mundial. Herbie Hancock e Chick Corea subiriam ao palco para encher de música…

Miles Davis – Bitches Brew (1970)

Bitches Brew é um monstro de disco, por um monstro de músico. Hoje, e para sempre.

Miles Davis – Kind of Blue (1959)

Qual é o segredo de Kind of Blue? Porque é que é que quando inspeccionamos a colecção de discos dos nossos amigos ele está sempre lá e se não estiver deixam logo de ser nossos amigos? Porque é que a…

“If You Have To Ask What Jazz Is, You’ll Never Know” – Os 11 Discos de Jazz da Minha Vida

Sou dado a enjoos sazonais. Acontece duas a três vezes por ano, e em cada um desses períodos de tempo acabo por passar dez a quinze dias numa espécie de purga sonora, que tão bem me faz. Habituado há anos…

John Coltrane – A Love Supreme (1965)

Fechem os olhos, pensem em tudo aquilo que ouviram e sentiram e, se for caso para isso, voltem a pôr o disco do princípio.