PJ Harvey – Let England Shake (2011)

Let England Shake é um álbum conceptual sobre o horror da guerra com letras literatas, melodias memoráveis e uma estética etérea. Nem só do rock vive PJ Harvey…

“Five Years” – David Bowie

No tema de abertura de Ziggy Stardust, Bowie pincela o cenário apocalíptico onde a acção decorre: por esgotamento de recursos naturais, o planeta Terra está condenado a extinguir-se em cinco anos.

Placebo – Without You I’m Nothing (1998)

Dois anos depois da estreia em disco, os britânicos Placebo fazem o seu trabalho mais marcante, tornando-se uma voz para os inadaptados Quando os Placebo – formados em 1994, em Londres – editam o primeiro disco, homónimo, de 1996, a…

Tim Burgess – I Love the New Sky (2020)

Herói do confinamento, optimista incorrigível mas de maneira nenhuma superficial, Tim Burgess pode não salvar o mundo mas está numa missão de ajudar a puxá-lo para cima.

Sparks – Kimono My House (1974)

Kimono My House marca o caminho que os irmãos Mael seguiriam a partir daqui, com muito falsetto e estilos diferentes.

Prefab Sprout – Steve McQueen (1985)

Steve McQueen junta as letras de Paddy McAloon à produção de Thomas Dolby para criar um clássico de sofisticação.

“Helden” – David Bowie

Esta é a música certa para esta fase das nossas vidas.

Iggy Pop – Free (2019)

Free é um disco de fim de fim de caminho, um álbum inteligente feito por alguém que sabe em que momento da vida se encontra. Iggy Pop merece tudo. Resta saber se os ouvintes sabem merecer Free.

“Space Oddity” – David Bowie

Nunca a letra de uma canção de Bowie nos pareceu tão trágica e tão cruel como esta.

Jakuzi – Fantezi Müsik (2017)

Antes de mais, o synthpop turco é real. Fugiu para o mundo da luz em 2017 com Fantezi Müsik e está aqui.

Lorde – Melodrama (2017)

Uma festa trágica, na ressaca de um amor finado. Mais do que música, é cinema e verdade.

Kraftwerk || EDP Cool Jazz 2019

Foi excelente o concerto dos Kraftwerk! Terminou em grande mais uma edição do EDP Cool Jazz!

“Joe the Lion” – David Bowie

Ninguém enxertou o funk e a pop vanguardista europeia com tanta classe como Bowie.

Richard Swift – The Hex (2018)

Richard Swift é um génio do nosso tempo. Provavelmente, à frente do nosso tempo, que só será devidamente reconhecido daqui a vários anos. Pena, se isso acontecer, ainda assim, será sempre reconhecimento merecido.

Kraftwerk – Trans-Europe Express (1977)

A obra-prima dos Kraftwerk. Afinal, é possível fazer poesia com máquinas.

Iggy Pop – Lust for Life (1977)

Ao segundo disco, Iggy Pop canaliza o poder agressivo do som dos Stooges com as mais valias assimiladas durante as gravações de The Idiot.

Plastic People – Visions (2018)

Uma banda nova, portuguesa, que faz lembrar muita coisa, é certo, mas tudo coisas de valor. Está aqui um belo disco.

Anna Calvi – Hunter (2018)

Hunter é ao mesmo tempo uma procura e uma afirmação de liberdade – de género, de vida, sexual e social. É um grande manifesto musical e é, seguramente, um dos melhores discos do ano.