“Joe the Lion” – David Bowie

Ninguém enxertou o funk e a pop vanguardista europeia com tanta classe como Bowie.

Richard Swift – The Hex (2018)

Richard Swift é um génio do nosso tempo. Provavelmente, à frente do nosso tempo, que só será devidamente reconhecido daqui a vários anos. Pena, se isso acontecer, ainda assim, será sempre reconhecimento merecido.

Kraftwerk – Trans-Europe Express (1977)

A obra-prima dos Kraftwerk. Afinal, é possível fazer poesia com máquinas.

Iggy Pop – Lust for Life (1977)

Ao segundo disco, Iggy Pop canaliza o poder agressivo do som dos Stooges com as mais valias assimiladas durante as gravações de The Idiot.

Plastic People – Visions (2018)

Uma banda nova, portuguesa, que faz lembrar muita coisa, é certo, mas tudo coisas de valor. Está aqui um belo disco.

Anna Calvi – Hunter (2018)

Hunter é ao mesmo tempo uma procura e uma afirmação de liberdade – de género, de vida, sexual e social. É um grande manifesto musical e é, seguramente, um dos melhores discos do ano.

Arcade Fire || Campo Pequeno

Ontem foi uma noite mágica. No seu primeiro concerto em nome próprio em Portugal, os Arcade Fire encheram-nos a alma de um êxtase quase religioso. Podia mesmo ser de outra forma?

Arcade Fire – Arcade Fire [EP] (2003)

A estreia dos Arcade Fire nos discos permitiu, desde logo, antever o futuro da banda canadiana. Os ingredientes, embora ainda confeccionados num ambiente caseiro, já lá estavam todos para serem aproveitados em Funeral.

Sunflower Bean: antes dos vinte-e-dois, em castanho

Os Sunflower Bean falaram do incrível “Human Ceremony”, do tempo, de ser fãs dos clássicos, do ano de 2013, de que música devemos dar a crianças, de quantos concertos tocaram e de ser a banda mais fixe que há.

Shame – Songs of Praise (2018)

Começamos bem 2018, com o rock a emergir do canto escuro a que estava restringido e a mostrar as garras.

MGMT – Little Dark Age (2018)

Ao quarto disco, os MGMT regressam à acessibilidade pop da sua estreia, namorando com o mainstream electro dos anos 80. Podem não ser hoje tão relevantes, mas uma macheia de canções pop quase perfeitas, isso já ninguém nos pode tirar.

Roxy Music – Roxy Music (1972)

Ouvir Roxy Music, o álbum de 1972, continua a valer muito a pena. É o que se espera de um clássico. Nem mais, nem menos.

“All the Young Dudes” – Mott the Hoople

Os Mott The Hoople com uma pequena ajuda de David Bowie

Uma Mão Cheia de Livros e Discos

Para ouvir depois de ler, ou fazer exatamente o oposto. Pouco importa. Importante é não deixar para trás os duplos prazeres que aqui deixamos. Livro e discos, pois claro!

Beck – Midnite Vultures (1999)

Já estrela no rock alternativo e embalado por Odelay e Mutations, até hoje tidos como dois dos seus melhores discos, imaginamos a angústia.

LCD Soundsystem – American Dream (2017)

Nada mudou. Os LCD Soundsystem estão de volta para ocupar o lugar que nunca deixou de ser deles – e Bowie foi fundamental o regresso.

Super Bock Super Rock 2017 – Dia 3

O Super Bock Super Rock 2017 é já passado. No último dia houve alguns momentos mágicos, e até a aura de Bowie desceu ao Parque das Nações.

Vem aí Festival: Super Bock Super Rock 2017

Agora é só contar os dias e as horas para mais um Festival Super Bock, Super Rock. Começa nesta quinta-feira, e durante três dias o Parque das Nações será o recinto onde muita e boa música poderá ser vista e ouvida.