YUNGBLUD – Idols (2025)

Um disco marcado por uma ambição crescente, onde a teatralidade encontra a vulnerabilidade, o refrão bate mais forte, o passado de várias latitudes sonoras é revisitado com olhos postos no futuro.

NOS Alive – Dia 3: a tarde desfez-se na leveza de Luís Severo, a noite fez-se dos pesos pesados Muse e Nine Inch Nails

Houve claros contrastes, no último dia do NOS Alive. Começou de forma serena e terminou em fúria.

2005 / 2025 – As Escolhas de: Mafalda Piteira de Barros

Desafiámos os nossos escribas a fazer a difícil escolha de selecionar um álbum, uma banda/artista, uma música, um concerto e um artigo escrito no altamont que os tenha marcado, nestes últimos 20 anos. Poderão vê-las no decorrer das próximas semanas,…

Lexi Jones – Xandri (2025)

Não deve ser fácil ser filha de um ícone. Ainda mais difícil seguir-lhe os passos e descolar-se das impossíveis comparações. mas Xandri merece uma escuta e é um bonito disco.

Uma Mão Cheia de viagens e passeios sonoros

São cinco discos, uma mão cheia de aventuras, momentos muito díspares. Mas são também uma aventura que vale a pena percorrer, ouvindo-os.

Lenny Kravitz – Blue Electric Light (2024)

Aos 60 anos, Lenny Kravitz finta qualquer semelhança entre a realidade e aquilo que mostram os registos. E promove outra explosão de rock e não só.

Rádio Clube Altamont #31 – Jessica Pratt | Neil Young | Life Aquatic

Novo mês, novo episódio de Rádio Clube Altamont. Em mês de pico de Verão, nada como dar um salto a “On the Beach”, de Neil Young, submergir num oceano com a equipa de Steve Zissou e mergulhar na tranquilidade do…

Soft Cell – Non-Stop Erotic Cabaret (1981)

Recuar até ao início dos anos 80 pode ser frutuoso. Recordar Non-Stop Erotic Cabaret, passados mais de 40 anos do seu lançamento, poderá ser surpreendente. Basta deixar-se cair nessa tentação.

“Life on Mars” – Brad Mehldau

“Life on Mars” é daquelas canções com mais versões do que o recomendado e, é sabido, quando assim são sempre mais as interpretações esquecíveis que as verdadeiramente memoráveis. Ainda assim, também há quem se consiga destacar. Que se feche a…

Iggy Pop – Every loser (2023)

Every Loser é um disco que nos dá um Iggy Pop em grande forma, com canções novas que mostram todas as principais forças da sua carreira.

John Cale – Mercy (2023)

Com oitenta anos de vida, John Cale regressa aos discos com o novíssimo Mercy. A lenda volta a sair da sombra para trilhar caminhos densos, sinuosos e fascinantes.

Arctic Monkeys – The Car (2022)

Não sendo um herdeiro directo de Tranquility Base Hotel & Casino, o sétimo longa duração da banda vem reforçar, de forma sumptuosa, a direcção menos rock and roll que a banda tem vindo a preconizar.

Arcade Fire || Campo Pequeno: Uma explosão de alegria

Foi uma alegria que ninguém pôde conter. Hit atrás de hit, os Arcade Fire não mudaram o tom dos seus concertos — e no primeiro dia de Campo Pequeno, nós cantámos aos berros todas as músicas de Butler e Chassagne.

“Thursday’s Child” – David Bowie

É tudo tão belo, tão bonito, tão sereno que o melhor é fazermos silêncio para escutarmos David Bowie. Este “Thursday’s Child” é para se ouvir todos os dias, para que todos os dias nos sintamos um pouco menos órfãos do…

Rádio Clube Altamont #1: David Bowie | Smashing Pumpkins | Get Back

O nosso podcast passou a ser Rádio Clube Altamont, programa integrado na Futura – Rádio de Autor, mas o esmiuçamento de discos continua. Neste episódio atacamos o novo disco de David Bowie, “Toy”, o clássico dos Smashing Pumpkins “Siamese Dream”…

David Bowie – Toy (2022)

O “álbum perdido” do ano 2000 é finalmente editado, trazendo-nos um Bowie feliz a dar novas roupagens a alguns dos seus temas de início da carreira No dia em que David Bowie faria 75 anos, é finalmente editado Toy, o…

Neu! – Neu! 75 (1975)

Neu! 75, terceiro álbum do duo de Dusseldörf, é a sua incontestável obra-prima. Contemplativa no lado A, mas zangada no lado B, lança pistas em todas as direcções. Um farol para a música ambiente e para o pós-punk.

JP Simões: “Se eu tiver uma essência são estas coisas que canto”

À boleia do novo disco de Bloom, Drafty Moon, estivemos à conversa com JP Simões. Entre cigarros e imperiais, falámos de tudo um pouco: do mestre Bowie, da vaca do capitalismo e de um certo existencialismo incomodado…