8/10
Salma e Mac – Salma e Mac [EP] (2021)

Salma e Mac servem-nos a refeição perfeita com elevado teor de beleza e muito rica em calorias poéticas.

“Like I Used To” – Sharon Van Etten & Angel Olsen

Este “power duo” do indie rock é um cruzamento ambicioso entre duas das melhores compositoras e cantoras do universo indie/rock/folk.

Lucy Dacus
“La Vie En Rose” – Lucy Dacus

Meio em francês, meio em inglês, esta interpretação do clássico de Piaf foi lançada em 2019, transformando-a numa canção perfeita para usar naquela parte dos filmes em que um dos membros do casal corre desesperadamente atrás do seu amor.

Joni Mitchell – Blue (1971)

O quarto álbum de Joni Mitchell, Blue, é belo, triste e honesto. Como a chuva a cair numa tarde de Inverno.

The Fleetwoods
“Come Softly To Me” – The Fleetwoods

Os Fleetwoods sussurram-nos ao ouvido e as luzes quase que se apagam na hora e começamos a sentir um conforto que dá vontade levitar.

“Wah-Wah” – George Harrison

“Wah-Wah” é o exemplo máximo da produção exacerbada de Phil Spector. Uma aglomeração de guitarras, baterias e efeitos, fazendo uma argamassa de betão, sustentando a canção.

Anderson .Paak – Malibu (2016)

O segundo disco de Anderson Paak é quase uma história da música negra americana, uma síntese feliz entre soul, jazz, funk e hip-hop. A sua voz rouca cheia de grão tem tanto de dor como de luz.

“Mudemos de Assunto” – Sérgio Godinho

“Mudemos de Assunto” é uma bela canção de (em simultâneo) amor e desamor com versos de excelência.

Sérgio Godinho – Pré-Histórias (1973)

O homem dos sete instrumentos pode ser quem bem quiser. Lutou por esse direito e assegurou o seu lugar.

“Cravado” – Laure Briard

Laure Briard é de Toulouse e canta um doce indie-pop em francês, lembrando o legado de Françoise Hardy e de outras afins.

Musicbox e o Teatro de São Luiz juntam-se para nove sessões de música ao vivo

Takeover #1 é o nome do evento criado entre o Musicbox e o Teatro de São Luiz que resultam em nove sessões de música ao vivo.

“I Got a Woman” – Ray Charles

Podia gritar como um cantor de blues ou adotar o tom sussurrado das músicas românticas, sem medo de falhas, que usava para dar densidade às músicas. Ray Charles era enorme.

“You Can’t Hurry Love” – The Supremes

As Supremes têm êxitos para dar e vender mas esta “You Can’t Hurry Love” continua atual e perfeitamente dançável nos dias de hoje.

“Tutti Frutti” – Little Richard

O artista que despediu Jimmy Hendrix influenciou artistas de todos os estilos e deixou a sua herança em muitas das canções que ouvimos hoje. Esta “Tutti Frutti” continua a ser um êxito na pista de dança.

Vocalista dos National lança-se a solo com o álbum “Serpentine Prison”

Matt Berninger, vocalista dos The National, estreia-se a solo com um novo álbum. Serpentine Prison será lançado no dia 2 de outubro, editado pela Book Records.

“Mr. Motivator” é o nome do novo single dos IDLES

Este é o novo avanço que a banda britânica de punk-rock revela do terceiro álbum, ainda sem data de edição confirmada, que sucederá Joy as an Act of Resistance.

“What The World Needs Now” – Cat Power

Amor nunca é demais. “What The World Needs Now” é um clássico intemporal, válido para todos os tempos e principalmente em tempos de confinamento.

“Cantares de José Afonso” já está disponível online pela primeira vez

Cantares de José Afonso foi editado pela primeira vez em vinil em 1964, e contém quatro temas originais, com destaque para “Ó Vila de Olhão”. O EP inclui ainda canções como “Coro dos Caídos”, “Maria” e “Canção do Mar”.